do Universo Animal
Um bebê, de aproximadamente oito meses, inoscentemente tentou brincar com uma serpente, a serpente estava furiosa com a criança, a criança tentou agarrar a serpente com as mãos a serpente fez inumeros ataques a criança.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Cães são treinados para detectar alteração nos níveis de glicose nos diabéticos
do Universo Animal

Na Inglaterra, oito doentes diabéticos viram os riscos da doença reduzidos desde que se fazem acompanhar diariamente por um cão especialmente treinado para detectar alterações nos níveis de glicose. Rebecca Farrar, de seis anos, é um desses doentes. Há dois anos foi diagnosticada diabetes de tipo 1 e, desde então, tem que injetar insulina quatro vezes por dia e medir os níveis de açúcar sete vezes em cada 24 horas, para evitar entrar em coma.
Rebecca costumava desmaiar três a quatro vezes por semana, por não conseguir notar as alterações do nível de açúcar no sangue, mas desde que se faz acompanhar por Shirley, uma Labrador de três anos, tudo se alterou. Especialmente treinada para sentir, através do odor, as mudanças no nível de açúcar de Rebecca, Shirley alerta a criança batendo com as patas, sentando no seu colo ou mesmo levando o aparelho de medição dos níveis de açúcar.
Claire, a mãe de Rebecca, explica que a menina costumava ser transportada ao hospital três a quatro vezes por semana, por desmaiar, mas tudo melhorou desde que Shirley passou a viver com eles. “Agora, Rebecca por ir a qualquer lado, sempre com Shirley por perto. Estamos muito mais tranquilos”, refere, explicando que descobriu a associação “Cancer & Bio-detection Dogs”, que treina estes cães através de uma notícia num jornal local.
Shirley recebeu, primeiro, treino numa associação para cegos, mas se tornar cão-guia, mas não conseguiu adaptar-se aos arnês. Foi então levada para a “Cancer & Bio-detection Dogs”, onde se adaptou perfeitamente à sua nova missão. Nesta associação foram já treinados 10 cães para funções semelhantes, sendo Rebecca a primeira criança a receber um.
Na Inglaterra, oito doentes diabéticos viram os riscos da doença reduzidos desde que se fazem acompanhar diariamente por um cão especialmente treinado para detectar alterações nos níveis de glicose. Rebecca Farrar, de seis anos, é um desses doentes. Há dois anos foi diagnosticada diabetes de tipo 1 e, desde então, tem que injetar insulina quatro vezes por dia e medir os níveis de açúcar sete vezes em cada 24 horas, para evitar entrar em coma.
Rebecca costumava desmaiar três a quatro vezes por semana, por não conseguir notar as alterações do nível de açúcar no sangue, mas desde que se faz acompanhar por Shirley, uma Labrador de três anos, tudo se alterou. Especialmente treinada para sentir, através do odor, as mudanças no nível de açúcar de Rebecca, Shirley alerta a criança batendo com as patas, sentando no seu colo ou mesmo levando o aparelho de medição dos níveis de açúcar.
Claire, a mãe de Rebecca, explica que a menina costumava ser transportada ao hospital três a quatro vezes por semana, por desmaiar, mas tudo melhorou desde que Shirley passou a viver com eles. “Agora, Rebecca por ir a qualquer lado, sempre com Shirley por perto. Estamos muito mais tranquilos”, refere, explicando que descobriu a associação “Cancer & Bio-detection Dogs”, que treina estes cães através de uma notícia num jornal local.
Shirley recebeu, primeiro, treino numa associação para cegos, mas se tornar cão-guia, mas não conseguiu adaptar-se aos arnês. Foi então levada para a “Cancer & Bio-detection Dogs”, onde se adaptou perfeitamente à sua nova missão. Nesta associação foram já treinados 10 cães para funções semelhantes, sendo Rebecca a primeira criança a receber um.