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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cachorro atropela o dono

do Mundo Canino

Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem. Não é o caso do americano Christopher Bishop, de 43 anos. Ele foi atropelado pelo próprio cão.



Com a picape engatada, Bishop dava aquela averiguada embaixo da caranga, quando seu bulldog, Tassy, pulou para dentro do veículo e conseguiu empurrar o câmbio para marcha ré.

O homem conseguiu escapar sem ferimentos e a tempo de segurar o carro para que não acontecesse outro acidente. Tassy, como castigo, ficará sem biscoitos por uma semana, ele nunca mais vai se meter a motorista.

Bernes no Cão

do Mundo Canino



Os bernes são larvas de moscas que se desenvolvem no tecido subcutâneo de animais. É comum o seu aparecimento em pessoas que vivem ou frequentam o campo. A infestação da pele por bernes também é considerada uma miíase (proliferação de larvas de mosca em tecido vivo), mas ela é diferente da lesão de pele denominada "bicheira".

Várias larvas de mosca se desenvolvem e se alimentam de tecido vivo, caminhando pelas regiões circunvizinhas, causando grandes "crateras" sob a pele. No caso do berne, apenas uma larva se desenvolve no local e a lesão não é invasiva, ou seja, a larva permanece todo o tempo no lugar por onde penetrou.



A mosca causadora do berne, também chamada de "mosca berneira" (Dermatobia hominis), usa um artifício muito interessante para a perpetuação da sua espécie. Esse inseto vive por apenas 24 horas. Na época da postura, que ocorre nas estações mais quentes do ano (presença de temperatura e umidade ideais), a mosca berneira "captura" um outro inseto, normalmente uma outra espécie de mosca, e nele deposita seus ovos na região do abdômen.

Quando o inseto veiculador pousa sobre o animal, as larvas imediatamente se projetam para fora do ovo, caminham por entre os pelos até atingirem a pele. Ali criam uma pequena perfuração por onde penetram. É nesse local que a larva irá se desenvolver.

Em cerca de 1 semana, a larva já aumentou 8 vezes de tamanho, podendo permanecer por 40 dias ou mais na pele do hospedeiro, crescendo continuamente.

O orifício por onde a larva penetrou continua aberto durante todo o tempo, pois é através dele que a larva respira. Por esse detalhe torna-se fácil reconhecer uma lesão causada por berne: um nódulo subcutâneo com um orifício bem visível na superfície da pele.

As larvas possuem o corpo recoberto por pequenos espinhos. Sua movimentação dentro do orifício causa dor e incômodo. Alguns animais apresentam diversos bernes espalhados por todo o corpo, não sendo poupadas as orelhas, a cauda, a região entre os dedos, prepúcio, etc.. As larvas devem ser extraídas para livrar o animal da dor, caso contrário, o cão tentará mordiscar a pele a todo momento tentando retirá-las.

Caso o berne venha a morrer antes de completar seu ciclo, o orifício de respiração se fecha. O nódulo sob a pele pode ou não ser absorvido pelo organismo.

A morte da larva também costuma ocorrer quando pessoas sem experiência tentam "espremer" o berne para forçá-lo a sair. Existe a maneira correta de fazer isso e é melhor pedir auxílio ao veterinário. Dependendo da região onde o berne está, o cão precisará receber uma pequena dose de sedativo para suportar o procedimento de retirada da larva.

Para evitar os bernes, é preciso manter as moscas afastadas. Remova as fezes do cão várias vezes ao dia, lave diariamente o local onde ele urina e mantenha o lixo da casa sempre bem fechado.

Algumas gotas de essência de citronela espalhadas pela pelagem do cão podem evitar que insetos pousem.

Existem medicamentos por via oral que, ao mesmo tempo em que controlam a infestação de pulgas, impedem o desenvolvimento de larvas de moscas sob a pele. Informe-se com o seu veterinário.

É preciso salientar que, embora os bernes ocorram com mais frequência no verão, eles podem aparecer em qualquer outra época do ano. Basta que haja condições favoráveis (ocorrência de dias quentes no inverno, por exemplo). Daí os cuidados no combate às moscas devam ser contínuos.

Serviço
Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Cães que Falam

do Mundo Canino

Chihuahua o cão mais feio do mundo

do Mundo Canino



Essa afirmação não é do Mundo Canino, mais sim em um concurso realizado na cidade americana de Petaluma, na Califórnia.

Princess Abby, 4 anos, foi adotada por sua dona, Kathleen Francis, há apenas cinco meses, após ser retirada das ruas por um veterinário. Francis recebeu um prêmio de US$ 1 mil pela vitória de Abby.

"Eu não acho ela feia em absoluto", disse Francis. "Acho ela é o cachorro mais bonito de todos". Esse foi o primeiro concurso de "beleza" em que Princess Abby concorreu.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares

ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias


dr. Alex, a minha cachorra esta no cio e eu não quero que ela cruze agora, quanto tempo leva para ela sair do cio? - Rosária Fernandes

Dona Rosária, A sua cachorra ira sair do cio após 21 dias, se a senhora não quer que ela cruze é essencial não permitir que ela va passear sozinha cachorras fêmeas no cio atrai muitos cachorros machos.

Cães Desaparecidos: Ajude você também

do Mundo Canino

Pinsher Marron Desaparecida

Desapareceu a Pinscher cor marrom em Santa Felicidade, Jardim IPE, na R. Fredolin Wolf, proximo ao posto IPE e Ventania, neste sabado 26/06 por volta da hora do almoço. Ela atende pelo nome de Lila e pertence à minha filhinha que esta muito mal, por favor, recompenço quem encontrá-la. Contatos nos tels 9900-2202 ou 3079-0631

Cidade: Curitiba, Paraná
Último local visto: Jardim IPE, R. Praxedes Silva Avelleda
Nome: Lila
Descrição: Fêmea, Marrom, da raça Pinscher Miniatura
Recompensa: Dinheiro
Contato: (41) 30790631, falar com Wilson Rebello


Usamos esta imagem com as mesmas caracteristicas do cão desaparecido.


Cão Perdido

Ele foi visto pela ultima vez proximo a rua Odete Monteiro proximo a Vila Santa Luzia no bairro do Cordeiro em Recife, um cão pequeno com pelo curto cor Branca, o nome é Flay.

Cidade: Recife, Pernambuco
Último local visto: Rua Odete Monteiro, Cordeiro
Nome: Flay
Descrição: Macho, Branco, da raça Poodle Standard
Recompensa: A Combinar
Contato: (81) 32680709, falar com Henio Cavalcanti Filho


Usamos a imagem de um cão da mesma raça e caracteristicas
do cão desaparecido.


Participe você Também

Se o seu cãozinho esta desaparecido o Mundo Canino ajuda você a encontrar, envie um e-mail com os seguintes dados:

- Cidade
- Último local Visto
- Nome do cão
- Descrição
- Recompensa (Opcional)
- Contato (Fone)
- Nomes para Contato

Os dados podem ser enviados a: portalluniverso@uol.com.br, portall(COM DOIS Ls).

Obesidade Canina

do Mundo Canino



Qualquer animal pode se tornar obeso, no entanto existem algumas raças de cães mais predispostas tais como: Labrador, Daschund (Teckel), Cocker, Basset Hound, Beagle dentre outras.

As cadelas possuem risco aumentado. Os gatos machos castrados, residentes em apartamentos e mestiços, são os mais acometidos por esse problema.

Não existe uma dieta específica que leve o animal a ser obeso. O que ocorre é um manejo inadequado na quantidade de alimento oferecido, além de uma quantidade exagerada de “petiscos”.

Muitos animais são superalimentados e as razões para esse consumo alimentar em excesso incluem desde práticas alimentares inadequadas, recomendações de alimentação inapropriadamente generosa, ênfase na palatabilidade dos alimentos, entre outros.

Os proprietários por considerarem seus animais “membros da família” não querem privar seus entes queridos dos alimentos.

Pacientes com 40% acima do peso ideal correm um risco maior. Esse excesso de peso pode comprometer a função fisiológica normal ou predispor a problemas metabólicos, cirúrgicos e/ou mecânicos.

Cães obesos podem apresentar riscos cardiovasculares, problemas articulares e locomotores como doenças ortopédicas. Os gatos podem apresentar Diabete Mellitus, problemas cutâneos não alérgicos e lipidose hepática (se o consumo alimentar parar).

Existem no mercado rações específicas para redução e posterior manutenção do “peso ideal” do animal. A alteração da dieta tem em seu bojo a reeducação do proprietário e funciona por longo prazo.

Serviço:
Ana Luiza G. Caram – CRMV 8976
Palo Verde

sábado, 26 de junho de 2010

Yorkshire Terrier

do Mundo Canino



O York possui longa pelagem sedosa e brilhante. A cabeça é ralativamente pequena e lisa, não demasiadamente proeminente. O corpo é compacto e bem proporcionado. O rabo é amputado pela metade e adornado com pelagem abundante. Sua altura é de 23 cm e seu peso de no máximo 3,5 kg. Os filhotes nascem pretos. Sua cor é azul e fogo.

Produzido pelos trabalhadores da região de Yorkshire, este cão foi criado no final do século XIX como animal de companhia para a classe trabalhadora. Alguns exemplares adultos não pesavam mais de 1 kg. No início era chamado de Terrier Escocês de pelo partido, porém logo substituído pelo nome atual.

Essa raça tem tudo de um terrier - inteligente e esperto. Ele necessita de cuidados freqüentes para manter sua pelagem em perfeitas condições. São excelentes cães de companhia e também bons guardiãs.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Weimaraner

do Mundo Canino



A pelagem cinza-azulada é sua marca registrada. Seus olhos de cor âmbar ou cinza-azulada complementam seu aspeto “fantasmagórico”. A pelagem pode ser curta ou longa, mas a longa não é totalmente aceita. Os de pelagem curta possuem pêlos finos e duros e os de pelagem longa possuem pêlos de 3 a 6cm de comprimento, com franjas tipo Setter. Altura: 58 a 66 cm. Peso: 32 a 38 kg. Seu tamanho é mediano. O dorso é longitudinalmente moderado. As patas anteriores são retas e fortes.

A história do “fantasma cinza” é um mistério. Foi consagrado pelos caçadores alemães do século XIX, mas a fórmula mágica é desconhecida. Provavelmente, procede dos bracos e schweisshunden europeus. Os cães espanhóis também são mencionados. Porém, sua cor é única entre as raças caninas e não existe explicação para tal mistério.

O Weimaraner é um carinhoso cão de família e, ao mesmo tempo, um eficaz caçador de presas menor e duro perseguidor de presas maiores. É muito adaptável e fácil de adestrar.

Skye Terrier

do Mundo Canino



De pelagem profusa e elegante o Skye é uma imagem de dignidade e beleza. Debaixo de sua longa pelagem exterior e um subpêlo suave, se esconde um terrier de boa ossatura, forte e musculoso. Sua pelagem, sem dúvida, lhe deu fama. A cabeça de tamanho mediana fica coberta de longos pêlos que lhe tapam os olhos e suas orelhas eretas. Sua altura é de 25 cm e seu peso ao redor de 11 kg.

Deve seu nome a uma ilha chamada Skye nas Hébridas, onde se conhece a raça a mais de 400 anos. Não só nas ilhas Skye esses cães foram os favoritos da aristocracia. O aspecto atual do Skye difere muito de seus progenitores. O Skye do século XIX tinha orelhas dobradas com menos pêlo, a cabeça era menor e pesava somente 6 kg. É duro e incansável no trabalho.

Muito resistente e valente o Skye é um típico cão de um só dono a quem ele se entrega totalmente. É muito extrovertido com os de casa, mas reservado com estranhos. É um cão muito divertido.

Cinomose

do Mundo Canino

A Cinomose é uma das doenças caninas que mais gera óbitos. O causador dessa doença é parente do agente que causa o sarampo humano. Reproduz-se com facilidade pois está presente na urina, nas fezes e na saliva do animal contaminado.

Trata-se de um vírus extremamente resistente, permanecendo vivo por vários dias nos objetos tocados pelo animal infectado.

A incubação do vírus leva aproximadamente 8 dias após o contágio e os primeiros sintomas são febre alta e intermitente associada a infecções respiratórias, vômitos ou convulsões e observa-se também acúmulo de pus nos olhos, diarréia hemorrágica e perda de apetite.

O veterinário poderá combater as infecções, fortalecendo o organismo do animal para combater o vírus. Os animais que sobrevivem a doença geralmente apresentam sequelas.

A infecção do cérebro causa perda de coordenação motora levando à paralisia e à morte.
Tratamento específico para a cinomose não existe, não se conhece medicamento eficaz contra o vírus.

O combate é feito através da vacinação dos animais enquanto filhotes. Durante a amamentação os filhotes estão imunes, desde que a mãe esteja imunizada.

A vacinação deve ser feita entre 45 e 60 dias de vida, repetindo-se a dose mais três vezes no primeiro ano. Depois a revacinação deverá ser anual.

Convém ressaltar que a vacina não produz efeito em animais já contaminados

Serviço:
PET SHOP PALO VERDE

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Gripe Canina

do Mundo Canino



A Gripe canina também conhecida como "tosse dos canis" , afeta cães de todas as idades e resulta na inflamação das vias aéreas superiores. Os sinais típicos são tosse seca e áspera , que pode ser seguida de ânsia ou vômito. A tosse pode ser induzida por uma leve palpação da laringe ou traquéia. Pode ocorrer falta de apetite também. O desenvolvimento de sinais mais severos como febre e descarga nasal purulenta podem indicar uma infecção sistêmica como a Cinomose ou Broncopneumonia. Os animais afetados não devem ser hospitalizados pois a doença poderá ser facilmente disseminada. A prevenção pode ser feita através de vacinas polivalentes ou específicas para a doença, conforme programas de vacinações , com reforço anual. A vacina específica (produzida pela Merial e Fort Doge) deve ser aplicada antes do inverno , que é a estação do ano que mais ocorre essa doença.

Serviço:
Ana Luiza G. Caran - médica veterinária
PET SHOP PALO VERDE

Shar-pei

do Mundo Canino



O Shar-pei com seu aspecto único e sua pele abundante é uma raça extremamente chamativa. Uma das peculiaridades da raça é possuir uma pele abundante e enrugada. Sua língua é de cor azul (quase preta), o focinho é largo, as orelhas triangulares e laterais e os caninos são bem curvados. A cabeça é grande em comparação com o corpo, que é de tamanho mediano e forte. Sua altura varia entre 46 e 51cm e seu peso entre 16 e 21 Kg. As cores são sólidas: chocolate, creme roxo ou preto.

O cão chinês de luta , como era chamado, foi baseado em cruzamento de molosos e raças nórdicas. A língua azul é um detalhe que ele compartilha com o Chow Chow que evidentemente contribuiu no desenvolvimento do Shar-pei. Para os habitantes das províncias chinesas Dah Let e Kwantung, os cães não eram apenas gladiadores dos combates de arena, atividade tipicamente noturna, eles eram usados durante o dia para caçar, pastorear e guardar. A pele abundante era uma vantagem sobre seu opositor, pois se tornava mais difícil de agarrar e morder. Apesar de se dizer que o Shar-pei era agressivo e não necessitava ser provocado para atacar essa raça teve pouco êxito nos “pits” (pistas de luta), exatamente porque o oponente não podia com ele e perdia o interesse em continuar lutando. Como são inteligentes e sóbrios eles deixaram de ser usados para lutar, sendo substituídos por cães tipo Bull. Quando foi proibido ter animais na China, a raça quase se extinguiu. Matgo Law, um criador dedicado ao Shar-pei, conseguiu despertar o interesse dos ocidentais pela raça, dessa maneira sendo salva da extinção.

O Shar-pei é um cão orgulhoso, afetuoso com os seus, porem reservado e independente com os outros. Ele encanta as pessoas que se dedicam a ele. Evidentemente não é um cão para todos, por mais irresistível que pareça. São tipicamente cães de um só dono e podem ter caráter forte.

Shnauzer Mini

do Mundo Canino



É um cão quase quadrado, forte e robusto. A conformação do Schnauzer Mini é de suma importância. Dorso reto e forte, membros com boa musculatura e uma cabeça com boa longitude. Sua cor pode ser: sal e pimenta, preto, prata e preto. Sua pelagem é dura e áspera e abundante na cabeça e nos membros. Altura varia entre 30 e 35 cm e o peso entre 6 e 7 kg. As orelhas podem ser cartadas ou não, porém o rabo deve ser sempre cortado.

O Schnauzer Mini descende de cruzamentos seletivos entre o Schnauzer Gigante com Pinschers e atualmente é uma raça distinta com caráter e conformação próprias. É um autêntico caçador de ratos e suas habilidades neste campo já foram muito apreciadas.

É um cão muito elegante. Não é tímido mas também não é agressivo. É o cão de companhia mais popular do mundo.

Tadinho! Cãozinho é levado por ventania, mais reencontra sua dona

do Mundo Canino

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Um cachorro reencontrou sua dona depois de ser levado por uma ventania na Hungria. Agnes Tamas, de 57 anos, não acreditou quando o resgate apareceu com seu cão depois de um vendaval em Gesztered, na Hungria.

O cachorro foi encontrado 32 quilômetros de sua casa. Ele estava muito assustado e com pequenos ferimentos. Agnes rebatizou o animal de Lucky (sortudo em Português).

"Não acreditei quando o telhado da minha casa começou a ser levado. Corri para o jardim e vi a casinha do cachorro sendo arrastada pelos ares", disse Agnes.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Poodle

do Mundo Canino



O Poodle Toy é pequeno, elegante, orgulhoso e bem equilibrado. No geral deve ser bem proporcionado. A sua pelagem é profusa e se corta conforme as tosas tradicionais. Todo o pêlo deve ser denso, espesso e eriçado. Ele é uma réplica miniatura dos Poodle médio e gigantes. São aceitas todas as cores, menos particolor. Sua altura deve ser inferior a 28 cm.

O poodle foi desenvolvido como cão de águas e caçador. A raça logo foi admirada pela sua inteligência. Os esforços realizados no século passado para reduzir seu tamanho, resultou num cão mais débil e de aspecto grotesco, em comparação com seus avós. Os esforços posteriores tiveram mais êxito e hoje em dia o Toy possui uma conformação harmoniosa. Nunca foi idealizado para o trabalho e também não tinha o tamanho para ser usado como cão de águas. O corte de seu pêlo é pura tradição e serve unicamente para realçar sua beleza.

Poodle Toy é muito agitado o que encanta as crianças. Trata-se de um companheiro encantador e se apega mais a uma determinada pessoa da família, geralmente a dona da casa, e a defenderá com unhas e dentes.

Rhodesian Ridgeback

do Mundo Canino



Este cão é nativo do Zimbabwe. Sua musculatura compacta e corpo simétrico de ossatura forte, lhe proporcionam grande movimento e velocidade. O crânio é plano, a testa enrugada e as orelhas de tamanho mediano. Sua altura varia entre 61 e 69cm e seu peso entre 29 e 34Kg. Pelagem lisa , espessa e brilhante. Cores: trigo, desde o claro até o vermelho.

Costumavam chamá-lo de “cão de leão” devido sua habilidade para encurralar o rei dos animais, com constantes ataques enérgicos, até o rifle do caçador. Os homens apontavam suas armas tranqüilamente, sem se mover, até terem a presa na mira de fogo. Para essa atividade canina é preciso muito valor, agilidade, resistência e forte instinto. Até o ano 1920 a raça ainda não havia se fixado. Durante séculos houve muita variedade de cães Ridgeback. Sua peculiar franja de pelos no centro do dorso é exclusiva desta raça e sugere uma possível relação com o extinto cão hottentot.

O Ridgeback é extremamente leal e carinhoso. Apesar de receptivo com estranhos, não baixa a guarda e está sempre pronto para defender. Com suas aptidões inatas, está sempre disposto a realizar qualquer tarefa que seu dono lhe peça.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares

ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias


dr. alex, minha cachorra anda se coçando depois que eu deixei ela ir passear, e vem provocando uns machucados esquisitos aonde ela coça, é peladeira? qual é a cura? - Suelli Rosa

Dona Suelli, a senhora precisa levar a sua cachorra em um veterinário, por que, Existe outros cães infectados por acaros, os acaros provocam coceiras e esses machucados no cão, se for constatado que a sua cadela tem acaro o veterinário ira passar um remédio ingetável para sua cadela, mais cada veterinário tem sua conduta, ou ele ira passar outras alternativas para curar a coceira de sua cadela, é importante a senhora não permitir o contato dela com outros cães, gatos, coelhos, até com a senhora, até que ela seja definitivamente curada, Após a cura, a senhora precisa acompanhar ela nos passeios dela, com a guia e tudo direitinho.

Pequinês

do Mundo Canino



O Pequinês tem um aspecto digno e vivo. Lembra um leão, como se saíra andando de uma estátua de um templo budista. Sua cabeça é mais achatada que longa, de crânio liso e profundo entre as orelhas. Sua pelagem é longa e lisa, formando um abundante colar ao redor do pescoço. O pêlo é extremamente forte e o sub-pêlo, espesso. Existem três pesos para a raça: menos de 2,5 kg, entre 2,5 e 3,5 kg e de 3,5 a 6,5 kg. As cores podem variar bastante, mas todos devem ter máscara negra.

Durante milhares de anos, o Pequinês foi associado com a devoção chinesa ao budismo. O leão de Buda era muito venerado e o Pequinês gozou de similares honras. Criados pelo chefe dos eunucos, os pequenos cães freqüentavam os templos sagrados. O Pequinês andava à frente do imperador anunciando sua chegada. O roubo de um desses cães implicava na morte do ladrão mediante lenta tortura.

O Pequinês, apesar de seu tamanho, é valente, forte, independente e seguro em si mesmo. Está acostumado à ser o primeiro da casa. Sua pelagem requer muitos cuidados.

Pastor Alemão

do Mundo Canino



Ativo e enérgico , o Pastor Alemão impressiona por sua força , agilidade e conformação robusta de corpo profundo e tamanho mediano. Destaca-se seu porte e nobreza. A cabeça esculpida tem orelhas bem proporcionadas e ereta. Seu peso varia entre 34 e 43Kg e sua altura entre 56 e 66cm. Sua pelagem é dupla e meio comprida. Preferem-se as cores bem marcadas.

De origem alemã foi exibido na Inglaterra pela primeira vez como cão de pastor alemão. Durante a primeira guerra mundial foi usado pelos franceses e foi chamado de cão de polícia francês. Os ingleses depois da guerra o chamaram de cão lobo alsaciano. Sua grande inteligência não podia ser usada apenas para pastorear. Cão guardião, cão guia, ajudante da Cruz Vermelha, da polícia, do exército e mensageiro complementam o retrato de suas habilidades. Sua enorme popularidade tem prejudicado sua qualidade, afetando seu caráter e seu físico. Felizmente os criadores sérios têm trabalhado duro para melhorar a qualidade com bastante sucesso.

Suas grandes virtudes podem ser degeneradas se toda sua energia e talento não forem direcionados corretamente. Sua mente e seu corpo ágil necessitam de um dono que se dedique a desenvolver todo esse potencial corretamente. É considerado um bom cão de companhia.

Mastif

do Mundo Canino



De aspecto simétrico e corpo bem construído, o Mastif tem o focinho curto e bem quadrado. Sua cabeça é cheia de notáveis rugas, sempre com máscara negra. Sua pelagem é ligeiramente dura, com sub-pêlo denso e espesso. Sua cor pode ser albaricoque, amarelo prateado ou amarelo tigrado. Altura mínima: 70 a 76 cm. Peso: 80 a 86 cm.

Não há dúvida que o Mastif é muito antigo. Esse tipo de cão já existia na Europa e na Ásia há vários séculos antes de Cristo. Empenharam-se para caçar cavalos selvagens e leões, assim como para proteger os rebanhos dos lobos e outros predadores na Babilônia. Os assírios enterravam figuras de Mastif embaixo de suas casas para que estivessem protegidos dos maus espíritos. Os romanos acharam Mastif quando chegaram na Inglaterra. Talvez por isso, o Mastif também é conhecido com Mastin Inglês, apesar de ainda não se saber como esse cães chegaram à Inglaterra. Os romanos levaram os Mastif para Roma para participar nas lutas em circo.

O Mastif necessita de bastante exercício e espaço, além de muita comida. Eles não são muito bem visto nas exposições, além de seu aspecto nobre e enorme poderio.

Kuvasz

do Mundo Canino



Cão medianamente grande, de conformação harmoniosa e com uma pelagem longa e densa como pelúcia, que pode ser branca ou marfim. Tem um porte orgulhoso e sua cabeça tem uma expressão majestosa pelos olhos escuros. Suas mandíbulas são muito potentes. Altura: 56 a 66 cm. Peso: 37 a 55 cm.

A história da raça nos remete à Hungria, onde os cães tibetanos, turcos, húngaros e, possivelmente, de outras nacionalidades, foram cruzados para obter um bom cão de guarda. O Kuvasz se tornou excelente tanto como guarda, quanto para ajudar com o rebanho.

O Kuvasz atual guarda um pouco da independência de um pastor de rebanho e a ferocidade e dureza que queriam que tivesse. Porém, seu caráter é suave, sendo muito fiel e leal ao seu dono e à família. O proprietário deve enfocar os instintos naturais deste guardião por natureza. O Kuvasz é apto como cão de companhia e de utilidade e guarda, desde que seja educado corretamente.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Alexandre Rossi: Cães que Destroem

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Grande Pirineus

do Mundo Canino



Tal qual os Pirineus, este cão é enorme e impressionante. Sua pelagem branca como a neve, as vezes pode ter manchas cinzas ou fogo, como se encontra na França e Inglaterra. É o maior dos molosos do tipo montanha chegando a 81cm de altura e pesando entre 41 e 59Kg. A pelagem é meio longa, espessa e ligeiramente ondulada com um subpêlo branco que o protege do clima adverso.

Somente existem especulações a respeito da origem exata dessa raça. Descendente do Karabash e o Kuvash, sem duvida alguma esse cão tem trabalhado com rebanhos das montanhas francesas durante milhares de anos. No início deste século a raça estava escasseando, porem graças a esforços de Bernard Senac-Lagrange e M. Dretzen se pode recuperá-la. É considerado o mais forte dos molosos de montanha, podendo abater um lobo facilmente. Sua força e valor o fizeram ser usado até na guerra, porém sua beleza o converteu em um cão de exposição.

Excelente guardião, dócil e bonachão como cão de companhia, principalmente com crianças. Comparado com seus antepassados, seu caráter suavizou muito, porém continua sendo nobre, valente e belo como eles.

Jack Russell Terrier

do Mundo Canino



Trata-se de um terrier pequeno, elegante, esperto, bem equilibrado e conformado. Existem três tipos de pelagens: partido, dura e curta. Todas elas com predominância do branco com manchas tricolores, marrons ou pretas. Existem dois tamanhos: de 23 à 30cm e de 30 à 38cm. O peso 5 à 8Kg. O peito não é muito largo, para facilitar sua entrada no esconderijo da raposa. O corpo é mais comprido que alto. Corta-se o rabo deixando-se uns 10cm no cão adulto. As orelhas são dobradas em forma de V. O focinho é comprido e pontiagudo.

O reverendo Jack Russell amante dos esportes caninos quis um terrier especial, com tamanho adaptado à sua presa, a raposa, porém não muito pequeno que não pudesse acompanhar os outros cães. Um terrier menor de patas curtas, parecia ser fundamental para os requisitos do reverendo. O resultado desconhecido de suas cruzas foi o Jack Russell Terrier. Os ingredientes exatos deste caçador não são conhecidos, porém apontam para o Bull Terrier e Beagle em conjunto com outros terriers. O tipo atual é muito mais refinado que o antigo. Eles eram muito mais toscos e robustos, mais parecidos ao Bull Terrier.

São cães afetuosos porem de muita personalidade e que necessitam de muito exercício. São populares em granjas e parecem ter uma longevidade inferior a da maioria dos terriers.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares

ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias


dr. alex, meu filho tem um puldo de um ano e meio, os dois estavam brincando quando meu filho caiu em cima dele, depois disso o meu cachorro vomitou muito, e esta tristinho a uma semana. - Circlene R.P.

O Seu cachorro precisa ir a um veterinário para o veterinário analisar melhor o que pode estar acontecendo com seu cachorro, as vezes é uma coisa até grave, por tanto o mais rápido que você for melhor.

Fox Terrier

do Mundo Canino



A chave da anatomia de um terrier é sem dúvida o equilíbrio geral e proporcionado do cão. Sua conformação harmoniosa e movimento de tipo "hackney" lhe dão muito impulso, primordial no movimento típico de um terrier. A pelagem desenhada é bicolor e áspera. Sua altura: 39 cm. Seu peso varia de 7 a 8 kg. A cor base é o branco. Não são desejáveis o fígado, tigrado e o azul.

O fox terrier é muito conhecido desde a antiguidade. Cães similares existiram na Inglaterra por volta do ano 55 A.C., provavelmente os antigos terriers de pelo duro preto e fogo que foram usados para criar o fox atual. A raça está muito perto de sua perfeição.

O fox de pêlo duro não é um cão para todo mundo. Trata-se de um cão majestoso e de caráter forte. Tem grandes habilidades no campo e grandes triunfos em exposições. Ele necessita de um dono que saiba compreender sua maneira de ser. É um cão encantador e devotado a seus proprietários.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Cães que comem suas fezes

do Mundo Canino



Ato de comer fezes, é muito comum, na clínica veterinária, queixas relacionadas a cães que comem fezes. "Ver meu cãozinho fazendo isto me causa repugnância", dizem todas as pessoas que vêem seu animal com este tipo de comportamento e geral correm para o veterinário em desespero e pedem uma explicação, um tratamento ou alguma solução rápida, pois não querem mais que seu cão faça isso.

Bom, não é tão simples assim, o estudo da coprofagia ainda não chegou a uma resposta e muito menos a um tratamento definitivo para este problema, existem várias explicação para tal fato, onde devemos primeiro classificar e identificar a origem do problema:

Classificação por tipo de fezes

Esta classificação foi feita segundo relato em literatura

a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são
uma fonte de produtos de digestão microbiológica alem de fornecerem nutrientes aos cães.

b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.

c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.

d) Cães que comem as próprias fezes.

e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.

f) Cães que comem fezes humanas.

g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.

h) Casos mistos.

Classificação segundo as causas

Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição
das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multifatorial.

Deficiência metabólica ou doença

Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.

Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim as fezes apresentaria um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.

Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).

Dietas muito ricas em carbohidratos e fibras.

Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.

Verminoses e carência nutricional.

Síndrome de mal absorção.

Razões comportamentais

As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.

Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.

Cães entediados que manipulam fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)

O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!"e que significou ganho de atenção.

As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.

Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.

A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de
dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.

Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.

Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.

Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.

Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou uma adaptação no processo d evolução e domesticação do cão.

Tratamentos propostos

Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e portanto deve ser tratado, ou modificado.

O Tratamento dos casos de coprofagia descritos em literatura não são uniformes. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e as vezes controvertido..

Serviço
André de Almeida Prazeres Gonçalves

Cães que viraram voluntários e ajudam pacientes em Hospitais

do Mundo Canino

Aos 3 anos, o golden retriever Joe Spencer tem agenda cheia. Às segundas e quartas, bate cartão no Hospital São Paulo, na Vila Clementino. Toda terça, comparece a uma escola especializada em pessoas com paralisia cerebral, no mesmo bairro, e às quintas vai ao Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graac), na Vila Mariana. "Quando Joe não tem trabalho voluntário, ele fica tristonho", acredita a administradora Luci Borges, dona do cachorro, que desde 2005 é levado para visitar doentes e idosos. No mesmo ano, a pedagoga Cecília de Souza Leite criou um projeto similar. Hoje, coordena uma equipe com treze cães que se revezam em hospitais públicos, asilos e clínicas da cidade. "É impressionante ver como as crianças ficam felizes quando os animais entram nos quartos", conta Cecília.

O uso de animais em tratamentos médicos começou por volta de 1800, na Inglaterra, em uma clínica de doentes mentais. Ali, os pacientes eram incentivados a cuidar dos bichos. Com o passar dos anos, outras técnicas foram desenvolvidas. Por aqui, a pioneira é a médica veterinária e psicóloga Hannelore Fuchs, que em 1987 se doutorou na USP com um estudo sobre os benefícios da interação de animais com pacientes. Dez anos mais tarde, montou uma equipe – hoje formada por dezoito pessoas – para levar cães, pequenos roedores e tartarugas a hospitais como a Santa Casa, na Vila Buarque, e o Nossa Senhora de Lourdes, no Jabaquara. "Os pacientes ficam mais calmos, choram menos, e o relacionamento com os enfermeiros melhora", afirma.

Antes de entrarem nos hospitais, os cães têm a boca e as patas limpas com anti-séptico. A cada quatro meses passam por um veterinário. As visitas, semanais, duram de uma a duas horas. Esse tempo, distribuído entre os pacientes, parece pouco para Mateus da Silva, 5 anos, tetraplégico desde os 3. Ele abre um sorrisão quando recebe o carinho da golden Lola. Ou para Rafael Souza, 2 anos, que, depois de ficar três dias internado com uma crise respiratória e obter alta, não queria nem saber de ir embora para casa. "O cachorro é meu", dizia, enquanto levava Lola pela coleira no corredor do Hospital Mandaqui

Dogue Alemão

do Mundo Canino



Suavemente musculoso e bem construído o Dogue Alemão combina um aspecto elegante com facilidade de movimento. A cabeça é comprida e estreita, refinada e esculpida. As orelhas são de tamanhos medianos e erguidos. Boa ossatura e grande solidez são características dessa raça. Sua altura varia entre 71 e 80 cm e seu peso de 45 Kg para mais. As cores podem ser: preto, azul, tigrado, arlequim. A pelagem é curta, espessa, suave e brilhante.

Os alemães foram os responsáveis pelo desenvolvimento dessa raça com base num tipo antigo de moloso. Seu nome antigo Cão Alemão de Javali nos lembra sua antiga habilidade para caçar javalis. Acredita-se que cruzamentos com Greyhound devem ter acrescentado a agilidade e o corpo esbelto da raça.

Ser ou não ser um proprietário de um Dogue Alemão depende do tamanho de sua casa ou jardim. Eles necessitam tomar parte da vida familiar, sendo as refeições seus momentos favoritos. Muitos acham que o Dogue Alemão é muito bonachão para ser guarda, porem com seu tamanho e força pode servir perfeitamente para isso, desde que treinado.

Dalmata

do Mundo Canino



É sem dúvida uma raça de singular beleza. O Dálmata possui uma pelagem branca de fundo com manchas negras ou marrons. A pelagem é lisa. O aspecto geral é de equilíbrio e simetria. É forte e musculoso e seu peso varia entre 23 e 25Kg e sua altura entre 48 e 58cm. As orelhas são arredondadas e com inserção alta.

O Dálmata é conhecido na Inglaterra desde 1700. E.C. Ash, famoso autor do livro “Dogs and their History”, faz referência a uns cães manchados por volta de 2000 AC. Sem dúvida alguma o Dálmata é uma raça antiga que mudou muito ao longo dos séculos. Foram usados por bombeiros ao redor do ano 1800, pois se adaptavam bem com os cavalos. Na época das carruagens, iam ao lado dos cavalos, para proteger os viajantes e iam à frente das carruagens quando chegavam em algum povoado. Mais tarde se converteram em símbolo de luxo.

Existem pelo menos 101 razões para se ter um Dálmata. É um cão de companhia por excelência, muito sociável, devoto e fiel, sempre disposto a obedecer. É a pura encarnação do melhor amigo do homem.

Chow Chow

do Mundo Canino



O Chow chow é um cão perfeitamente equilibrado. Seu corpo de constituição quadrada é maciço e musculoso. A cabeça é grande e bem proporcionada. Sua expressão característica mostra independência. Um detalhe típico que ele compartilha com o Shar-pei é a língua azul. As orelhas são pequenas e erguidas. Sua pelagem, e formada por pelos compridos, espessos, abundantes e eriçados. Aceitam-se todas as cores. Sua altura varia entre 48 e 51 cm e seu peso entre 21 e 32 Kg.

O Chow Chow é o principal cão indígena da China e teve usos diversos: caçador , guardião de caravanas e guardião noturno de barcas e trenós. Além disso, os chineses os usavam como alimento (daí o nome chow que significa mastigar). A raça foi baseada em raças nórdicas e provavelmente molosos orientais. O Chow Chow chegou na Inglaterra em 1870 como curiosidade e se denominava “cão comestível”. A variedade de pelo curto, menos conhecida, está ganhando adeptos.

Esse ursinho de pelúcia goza de grande popularidade nos EUA e Grã Bretanha. É inteligente, forte e firme e possui grandes habilidades. Sua pelagem longa necessita cuidados freqüentes. No verão é imprescindível que possa ficar na sombra. É independente, tranqüilo e um bom guardião.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Coronavirose Canina

do Mundo Canino



A Coronavirose Canina também chamada de Gastroenterite Contagiosa dos Cães, causa uma infecção aguda, independente da raça ou idade do animal. Nos Estados Unidos, esta doença foi constatada pela primeira vez no ano de 1971 e no Brasil, a partir da década de 1980.

Quando o animal ingere alimentos contaminados pelo vírus dessa doença, passa pelo trato intestinal superior, infectando as células das vilosidades intestinais do intestino delgado.

Posteriormente haverá a morte dessas células, descamando a parede intestinal, ocasionando uma queda de absorção e digestão dos alimentos.

Um dos primeiros sinais desta doença é a prostração do animal, não reagindo aos estímulos do meio em que vive.

Possuirá também anorexia (quando o animal não tem fome), consequentemente depressão, pois este não estará se alimentando corretamente.

Os sinais clínicos mais evidentes são:

- diarréia leve ou forte
- lacrimejamento
- perda de peso
- desidratação
- elevação da temperatura

O volume de fezes neste caso é importante, pois confirmará a infecção.

É recomendado dar antibióticos quando houver evidências de infecção.

A vacinação possibilita a proteção do seu animal contra uma diarréia viral e esta é administrada por via intramuscular ou subcutânea.

Os animais mais jovens deverão receber uma dose inicial a partir de 2 meses de idade ou mesmo a partir de seis semanas de idade e uma segunda dose deve ser administrada 3 a 4 semanas após a primeira dose.

Serviço
Dr. Eduardo Ribeiro Filetti
Médico veterinário

DR. ALEX PALHARES: Orientações Veterinárias

ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias


Vamos cuidar melhor do nosso cachorro? Isso é fácil, vamos começar pela sua alimentação, O Cachorro não pode comer comida de gente, O Sal provoca a queda de pêlos em seu cachorro, de todo o tempero apenas um é saudável para alguns cães, é o Alho que tem utilidade como vermifugo, Vermifugo é que ele auxilia na eliminação dos vermes, outros tipos de tempero se tornam um veneno para o seu cachorro.

Bulldog Francês

do Mundo Canino



A forte ossatura, as grandes orelhas e o corpo musculoso contribuem para chamar a atenção para o Bulldog Francês. A pelagem curta lhe dá um aspecto limpo e mostra sua conformação sólida. O Bulldog Francês guarda certa relação com os antigos bulldogs do século XIX, apesar de ser menos pesado tem as patas mais encurvadas e rugas. A cabeça é grande e quadrada. O focinho é curto e largo. Possui um pequeno rabo. Existem duas variedades de peso: com menos de 10 kg e entre 10 e 13 kg.

Ao longo do século XIX o Bulldog era popular nos ringues de luta em todo o mundo inclusive na França. Foi lá que surgiu a nova raça de Bulldog, mas que a principio não convenceu os ingleses. Os primeiros exemplares franceses chegaram a Inglaterra em 1893, porém não deu continuidade a raça. Quando se fundou o clube da raça na Inglaterra em 1902, havia poucos exemplares. No entanto logo se valorizou a raça que hoje é muito difundida e popular.

O Bulldog Francês é famoso por seu valor. Ele se torna irresistível por sua energia e aspecto encantador. É obediente e gosta de agradar seu dono. É esbelto, musculoso, ativo e atraente.

Boxer

do Mundo Canino



O Boxer é um tipo de mastin refinado e se presta muita atenção a qualidade da cabeça singular e aos pontos chaves do corpo. Mesmo conservando muita habilidade, força e valentia ele é bem diferente de seus antepassados pois é mais ligeiro, tem mais estilo e é bem esculpido. A cabeça é plana sem rugas. O corpo é quadrado e a posição do rabo é alta e deve ser cortado. As patas são fortes e bem assentadas. Sua altura varia entre 57 e 64 cm e seu peso entre 24 e 28 kg. Sua pelagem é lisa, curta, grudada ao corpo e brilhante.

Invariavelmente começará uma luta com as patas dianteiras como um pugilista. O Boxer (boxeador) é uma adaptação refinada do antigo "mordedor de touros" que se via nas arenas centro-européias dos séculos XVII até XIX. Entre seus possíveis antepassados se encontram o Dogue Alemão e o antigo Bulldog inglês e sem dúvida tem algo de terrier. Os experts na raça acreditam que o Boxer guarda relação mais ou menos estreita com quase todas as raças do tipo Bulldog. O Boxer deixou de ser um cocktail rude e converteu-se em um membro refinado do mundo civilizado.

Seguro de si e orgulhoso o Boxer tem um ar desafiante. Muitos o temem e outros o adoram. É um bom guardião e é ótimo para provas de obediência. É um grande companheiro e de muita confiança.

Bloodhound

do Mundo Canino



O Bloodhound é o maior e mais potente dos “hounds” podendo pesar até 50Kg e medir uns 69cm. Sua cabeça é impressionante. Rugas e papadas adornam sua cabeça nobre que mostra muita personalidade. A pelagem espessa, curta e forte pode ser preta e fogo, vermelho e fogo ou amarelo. Os olhos não devem ser proeminentes. Suas patas são grandes e firmes. Possui enormes e longas orelhas.

Esse cão é descendente dos “hounds” dos monges do monastério de St. Hubert desde 1200. Estes cães eram de cor preto e fogo ou brancos. Eram usados exclusivamente para a caça e eles foram a base do Bloodhound atual. No século XIX foram usados para caçar veados mas caçava também lobos e felinos. Seu faro é tão especial que muitas vezes foi empregado para seguir o rastro de criminosos e ladrões de gado. As evidências encontradas por um Bloodhound era inquestionável até para um juiz.

Este cão simpaticíssimo reúne força e persistência. Seu bom caráter é tão solene quanto as notas de um órgão na catedral. Com sua personalidade as vezes arrogante este cão maravilhoso não é recomendado para pessoas bruscas.

Beagle

do Mundo Canino



O Beagle é uma das raças mais fáceis de se reconhecer, é um fox hound pequeno, sólido porém alto pelo que ele mede. Pode ser inferior a 33 cm ou pode chegar até 38 cm. São aceitas as cores típicas do "hound", sua pelagem é curta, forte e lisa. Seu peso varia entre 8 e 13,5 kg. O Beagle é robusto e compacto.

O Beagle pode ter derivado de cães celtas cruzados com hounds ingleses pequenos. Durante séculos se tem conhecimento de cães do tipo Beagle na Inglaterra. Não se sabe ao certo quando a raça atual se fixou. Os Beagle apareceram nos Estados Unidos nos tempos coloniais e se mostraram excelentes para a caça da lebre, codorna e faisão, exatamente como os europeus.

É um cão muito alegre, seja na caça, em casa ou com seus donos. Esta qualidade explica o porque de sua enorme popularidade. Sua longevidade, aspecto atraente e inteligência são outros fatores notáveis.

American Staffordshire Terrier

do Mundo Canino



Bem feito, compacto e musculoso o American Staff Terrier tem o aspecto de uma força incrível para seu tamanho. Sua altura varia entre 43 e 48 cm. Seu peso fica entre 18 e 23 kg. Sua cabeça é larga com musculatura bem marcada. Preferencialmente não se cortam as orelhas. Seu rabo é curto em relação ao corpo. Não deve ser cortado. Sua pelagem é curta, brilhante, lisa e áspera ao tato. O Staff pode ter todas as cores inclusive as sólidas, particolores e manchadas.

American Staff Terrier é um primo irmão do Staffordshire Bull Terrier inglês, que é um cruzamento entre o antigo Old Bulldogge da Inglaterra, que durante muitos anos foi o principal lutador com os touros, e o Fox Terrier. O Old Bulldogge não deve ser confundido com o Old English Bulldog. Se existe similaridades é mais entre os Staffordshire Terrier, especialmente o American Staff, que é maior, e o old bulldogge. Os aficionados americanos queriam um cão mais alto e pesado do que os ingleses. Assim os dois tipos de Staff evoluíram de forma distinta. Em 1936 o American Staff Terrier foi reconhecido como raça.

Apesar de sua história de cão de luta e má fama são muito leais, de confiança e afetuosos. Mesmo nos tempos das lutas esses cães foram considerados amáveis com as pessoas. Eles são conhecidos como voluntariosos mas não como carniceiros. É reconhecida sua vontade e habilidade para obedecer os comandos de seu dono.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Whippet

do Mundo Canino



O Whippet é próprio para corrida. Seu tamanho mediano e bom equilíbrio permite que percorra o máximo de terreno com um mínimo de movimento. É um cão magro, mas musculoso e com grande capacidade torácica, por seu peito profundo e desenho corporal aerodinâmico. Altura: 46 a 56 cm. Peso: aproximadamente 13 kg. A pelagem é lisa, fina e cerrada. São admitidas todas as cores.

Pelo seu peso, o Whippet é o animal doméstico mais veloz, alcançando até 56 km/h. Sua habilidade se dirige para as corridas, onde é conhecido por sua natureza competitiva e por fazer a alegria dos aficionados no esporte. O Whippet é de criação bastante recente (século XIX), quando se criaram as corridas de cachorro. Foram criados a partir de cruzas entre pequenos greyhounds ingleses e diversos terriers. Mais tarde foi introduzido o sangue de pequenos cães italianos para ajudar a aperfeiçoar o tipo. Recentemente, surgiu uma versão de pêlo longo que causou grande controvérsia entre os aficionados.

Elegante, afetuoso, serviçal, é muito bom com cão de companhia, mas necessita de espaço para fazer exercícios. Sua pelagem requer poucos cuidados. O Whippet é um cão bastante rústico.

Silky Terrier

do Mundo Canino



Tem conformação ligeira, compacta, baixa, meio longo e fino. Seu longo pelo sedoso lhe dá um aspecto todo especial. A cabeça é forte e triangular e o crânio plano. É elegante com ombros inclinados e o rabo sempre erguido. Sua altura: 23 cm. Seu peso varia entre 3,5 e 4,5 kg. Sua cor é azul com fogo. Não deve ser muito pequeno já que seu aspecto geral deve ser de um terrier pequeno porém funcional.

Como seu irmão, o terrier australiano, o Silky também foi desenvolvido na Austrália descendendo dos terriers britânicos do século XIX. sua pelagem é chamativa e os primeiros terriers com essa pelagem e cor foram apresentados na exposição de Victória em 1872. Em algum momento foram exportados exemplares para a Inglaterra onde foram cruzados com Dandie Dinmont Terrier para produzir o que hoje conhecemos com Silky Terrier. Não foi desenvolvido para caçar ratos e sim para companhia.

O Silky é um cão de companhia de luxo. Sua pelagem precisa de muitos cuidados, mais do que outros cães de pelos longos. É um cão muito alegre.

Setter Irlandês

do Mundo Canino



O Setter irlandês é um cão elegante, equilibrado e de muita qualidade. Seu aspecto é atraente e refinado. A cabeça é larga e bem esculpida com um focinho amplo. O corpo é muito funcional e o peito profundo, com boa caixa torácica e as patas bem musculosas. A pelagem é curta e fina com franjas sedosas nas orelhas, patas e peito. Sua altura varia entre 63 e 69 cm e seu peso entre 27 e 32 kg. As franjas de pelo longo são lisas não onduladas.

O “Modder Rhu” como era chamado na língua celta ou “Cão vermelho” remonta o século XV. Na Irlanda os Setters vermelhos sempre acompanhavam os caçadores. Apesar de não ser o cão mais antigo que se conhece, muitos insistem em dizer que é o cão de raça pura mais clássico que se conhece. Também o consideram o mais elegante e atlético dos cães esportistas. Atualmente seu ritmo é de suma importância para a caça.

O Setter Irlandês é trabalhador e voluntarioso além de cavalheiro e companheiro. É um excelente companheiro para o caçador, tal qual um fiel e carinhoso cão de companhia.

Tibetan Terrier

do Mundo Canino



Compacto e potente, de corpo robusto, tamanho mediano e linhas quadradas. A pelagem é dupla: a exterior é profusa e fina, nem sedosa, nem lanosa, e o subpêlo é fino e lanoso. Há um abundante e longo chumaço de pêlos na cabeça cobrindo os olhos. Possui barba na mandíbula inferior. As orelhas são caídas e em formato de V, com longos pêlos e não muito grudadas à cabeça. Os membros anteriores são retos. O tórax é ligeiramente redondo. Altura: 35 a 40 cm. Peso: 8 a 12 kg. São admitidas todas as cores.

Criados como mascote ou talismã, o Terrier Tibetano é uma das raças pequenas nativas do Tibete. No Vale Perdido, em uma área praticamente inacessível, moravam em monastérios como mascotes e eram dadas a viajantes aventureiros para dar-lhes boas sortes. Entre seus antepassados se encontram o cão da montanha de Kunlun do norte e o cão da Mongólia central. Muitos desses cães guiavam as ovelhas nas montanhas tendo o grande Mastin Tibetano como guardião. Os menores, não aptos como pastores, eram dados para os cuidados dos lamas tibetanos. Alguns eram (e ainda são) usados como guardiões e caçadores de objetos perdidos.

O Tibetan Terrier é genioso, decidido e valente. Sua larga pelagem requer muitos cuidados. No verão tibetano, podem ser vistos tosados como as ovelhas.

Cãozinho cai em buraco e mobiliza pessoas

do Mundo Canino



Em busca de restos de comida, o cão chamado Bagé, caiu em um buraco de aproximadamente 3 metros de profundidade.

“Estávamos por ali, perto de uma lixeira e Bagé começou a mexer em uma sacola caindo no buraco. Só ouvi os gemidos e latidos dele. Quando notei ele estava lá embaixo”, diz o dono do cão, Vacil Rodrigues da Silva, 39 anos, catador de material reciclável. Ambos, percorrem as ruas da zona leste em busca de papelões, latas e papéis.

Moradores do local percebendo o fato se sensibilizaram e ajudaram a retirada do cão. Foi preciso uma picareta para abrir o asfalto e um laço para a retirada do cachorro que pesa mais de 12 quilos.

“Por aqui, havia uma obra, mas faz 90 dias que foi concretizada. Não sei como podem deixar isso assim. Hoje foi o Bagé, mas poderá acontecer até com uma criança e terminar em morte”, questiona Silva.

Bagé passa bem, se alimenta e já está com seu dono.

Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares

ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias


a minha cachorrinha vira-lata deu a luz de oito filhotes de um cachorro fila, ela não esta dando conta de amamentar a todos, podemos dar leite de vaca? - Juliana Veroni

Não! O dono nunca pode dar leite de vaca a um filhote de cão, Existe um leite especifico para dar aos filhotes se caso a mãe não estiver dando conta de amamentar os filhotes, Basta você ir até um Pet Shop e falar que você quer 'Substituto de leite materno para cães recem-nascidos', lembrando que os filhotes podem ser alimentados de quatro em quatro horas.

sábado, 12 de junho de 2010

Samoieda

do Mundo Canino



Este cão que chama a atenção pela sua beleza, é um animal ativo e de muita resistência. O corpo é bem equilibrado, de tamanho mediano, coberto por um subpêlo espesso e suave, quase impenetrável e uma pelagem superior mais longo resistente à água. Este cão é muito forte e musculoso. Sua altura varia entre 46 e 56cm. Com seu peso entre 23 e 30Kg é capaz de puxar um trenó com várias vezes o seu peso. No mundo canino não pelagem igual, branca como a neve de seu país de origem.

O Samoeida sempre desfrutou da pureza da raça, sem ter sofrido intervenções do homem com experiências para melhorar ou ganhar resistência. Ë um caso único na cinofilia. O Samoeida recebeu seu nome de uma grande tribo de nômades com que vivia, e até nossos dias não foi degenerado pelo homem. Os Samoiedos (tribo) gostavam muito da cor branca com pontas prateadas que brilhavam com os raios de sol. Historicamente também existiu branco e preto com areia. Os primeiros aficionados ingleses, por volta de 1900, preferiam os de cor branca e creme. Esses animais foram usados como pastores de renas, guardiões, cães de companhia e ocasionalmente para o trenó.

Sua longa trajetória ao lado do homem formou seu excelente caráter. É um cão nobre, amável, carinhoso e encantador com as pessoas. Sua abundante pelagem necessita de cuidados diários, porem esta tarefa é largamente compensada por seu esplêndido caráter.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Retriever do Labrador

do Mundo Canino



Trata-se de um cão muito ativo de constituição forte e crânio largo. Seu corpo é compacto e musculoso. Seu posterior é bem desenvolvido. Sua pelagem é impermeável composta por um pêlo curto e espesso. Sua altura pode variar entre 54 e 62 cm. Seu peso varia entre 25 e 34 kg. Existem três cores: preto, chocolate e amarelo.

Os barcos que transportavam bacalhau de Terranova para Poole Harbour em 1800, trouxeram os antepassados do Labrador para a Grã Bretanha. Esses cães eram grandes nadadores e provavelmente foram usados pelos pescadores para trazer as amarras que caiam nas águas. O conde de Malmesbury os chamava de "labradores". Ele utilizou esse nome em uma carta e acabou sendo adotado para denominar a raça. Na Groelândia, seu país de origem, (que para surpresa do conde, antes se chamava Labrador), esses cães de pescador, foram praticamente eliminados, uma vez que seus proprietários marinheiros não podiam pagar os altos impostos que se cobrava de quem os mantinha. Apesar disso na Inglaterra eles desenvolveram-se e foram usados como cobradores no campo e na água.

O Labrador é um companheiro devoto e inteligente, sendo um dos cães mais agradecidos e apegados a seus donos que existem, além de ser um grande cão de trabalho, obediente e correto. Ele gosta e lhe convém muitos passeios.

Os Carrapatos

do Mundo Canino



Às vezes, um ou dois carrapatos que estejam carregando formas infectantes dos protozoários causadores dessas enfermidades são o bastante para que o cão contraia uma dessas doenças.

Assim, o controle do carrapato deve ser constante e qualquer sinal de apatia, febre, falta de apetite e mucosas (gengivas ou conjuntiva) pálidas em cães que costumam ter carrapatos, é motivo de uma visita ao veterinário e um exame de sangue, para detecção da Babesia ou da Erlichia. Elas são tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Mas o que fazer para evitar que o cão pegue carrapatos?

Infelizmente, não há nenhum esquema de tratamento preventivo. Se o cão freqüenta áreas infestadas por carrapatos, ele certamente irá pegá-los. Regiões com vegetação em sítios ou fazendas, são os lugares mais comuns. Porém, existem muitos casos de pessoas que tem problemas com carrapatos dentro de seus canis ou quintais e até em apartamentos. Às vezes, num passeio a uma praça ou parque, o cão pode se infestar.

E como combater o carrapato?

Assim como as pulgas, o carrapato não é um problema só do animal, mas sim do ambiente. O carrapato, em todos os seus estágios de vida (desde larva até adulto), é muito resistente. Combater o carrapato é difícil. Você pode eliminá-lo do cão facilmente com banhos carrapaticidas, porém, o inimigo que você não vê, ou seja, os ovos e larvas, estão no ambiente e nele sobrevivem durante meses. Muitos são os casos de proprietários que vivem combatendo o carrapato no cão, mas nunca conseguem exterminá-lo por completo.

Um outro detalhe é que os carrapatos colocam seus ovos na vegetação e também em frestas das paredes e piso. Dessa forma, todos esses lugares têm que ser tratados e não somente os cães. Quem tem na vizinhança terrenos com mato, criação de animais como cavalos e gado, pode sofrer com os carrapatos, pois esses parasitas são capazes de escalar altos muros em busca de alimento. Se isso estiver ocorrendo, é preciso controlar a infestação também na parte externa.

Um combate eficaz ao carrapato inclui:

No animal:

banhos carrapaticidas. Quando a infestação é grande, repetir os banhos a cada 15 dias;
animais de pêlos longos devem ser tosados no verão, época em que o calor e umidade fazem com que a incidência de carrapatos aumente muito;
produtos carrapaticidas de longa duração, em gotas para aplicação tópica (local) ou spray, podem ser aplicados, a critério do veterinário.

No ambiente:

uso de carrapaticidas: aplicar nos canis, casinha dos cães, em plantas e canteiros, atentando para frestas nas paredes ou pisos e ralos. O forro da casa não deve ser esquecido. Repetir o tratamento a cada 15 dias;
em canis de alvenaria, o uso da "vassoura de fogo" é muito eficaz. O calor irá destruir todos os estágios do carrapato. Repetir o tratamento a cada 15 dias; uma opção caseira são aparelhos com jato de vapor d'água fervendo;
se possível, fechar todas as frestas existentes nos canis ou paredes dos quintais, assim como no piso;
mude de produto a cada 2 ou 3 aplicações, para que o carrapato não desenvolva resistência e o tratamento passe a ser ineficaz.

Importante:

filhotes, fêmeas gestantes e gatos não devem ser banhados com produtos carrapaticidas;
Consulte o Veterinário antes de usar qualquer produto;
banhos carrapaticidas devem ser dados com o cuidado de não permitir ao animal lamber o produto durante o banho. A ingestão pode causar intoxicação grave;
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados;
existem carrapaticidas para uso em cães, porém, muitas vezes são recomendados produtos de uso em bovinos e cavalos. As dosagens são diferentes. Consulte o seu veterinário antes de usar esses produtos;
retire os animais do ambiente que irá receber o tratamento contra carrapatos até que o produto usado seque completamente.

O combate ao carrapato deve ser intensivo e durante um longo período de tempo. Nos meses mais quentes, a infestação pode voltar e os cuidados devem ser redobrados. Nas áreas em que há carrapatos em qualquer época do ano, o tratamento deve ser constante.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pomerania

do Mundo Canino



Compacto e pequeno o Pomerania possui um corpo bem feito e ligeiro. A cabeça e o focinho lembram a raposa. As orelhas são pequenas e não muito separadas. O dorso é curto com bom tórax. A pelagem é abundante com pêlos compridos e lisos de textura forte e sub-pêlo suave. Existem várias cores: preto, marrom, chocolate, castanho, laranja, creme, areia-laranja, azul, branco e particolor. Sua altura é no máximo 28 cm. Seu peso varia entre 3,5 e 6,5 kg.

Cães similares foram usados como pastores no mundo todo não só na Alemanha. Esses antepassados obviamente eram maiores, do tamanho do Keeshond. Quando chegou na Inglaterra, não foi bem recebido, foi considerado como estrangeiro com pelagem feia. Os primeiros criadores fizeram um grande esforço para melhorar o pêlo. Descende dos Spitz alemães e é menor que eles. Durante algum tempo o branco foi a cor favorita mas finalmente predominam as cores laranja e areia.

O Pomerania é um excelente cão de companhia e exibição. Dócil e afetuoso se faz gostar. Mesmo aqueles não tão aficionados sucumbem diante de sua vivacidade.

Pelado Mexicano

do Mundo Canino



A característica mais chamativa é a ausência quase total de pelos. Existem exemplares com pelo. Sua forma pacífica e graciosa de ser tem um efeito harmonioso. O corpo é relativamente comprido comparado com sua altura. O Pelado Mexicano não tem pré molares. As orelhas são grandes e expressivas e de fina textura. A pele é lisa e suave. As cores são escuras e uniformes: marrom, fígado, cinza ou bronze. Costumam haver manchas de cor rosa e café (zonas onde falta pigmentação). Sua altura varia entre 33 e 57cm.

No século XVII os antepassados do Pelado Mexicano e do Chihuahua foram trazidos para a América do Sul pelos mercadores chineses. Os astecas os chamavam de “biche” que significa pelado. Esses cães tinham uma utilização bastante peculiar pelos astecas, serviam para esquentar as camas. Também lhe atribuíam poderes curativos, capazes de curar reumatismo e doenças similares.

Os adultos costumam ser tranqüilos, somente latindo ou grunhindo se provocados. Não se trata de um cão apagado e covarde. Sua pele requer atenção diária para ser mantida suave e saudável.

Old English Sheepdog

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Seu físico forte e musculoso fica escondido em baixo de sua pelagem abundante. É um cão muito resistente e sua cabeça bem proporcionada. Sua pelagem é de textura dura, nunca lisa. Os quartor traseiros são muito peludos. Altura aproximada de 56 cm e peso aproximado de 30 kg. Seu rabo é cortado ou inexistente.

Provavelmente descende dos grandes pastores. Sabe-se de sua existência desde meados do século XVIII. A crença popular de sua descendência do Pastor Himalaio não parece ser fundamentada em vista de sua conformação e tipo sempre consistente. Seu rabo cortado vem de seu trabalho como pastor, pois estava entre os cães isentos de pagar impostos, e o rabo cortado era o sinal desse privelégio. Como pastor é muito ativo e eficaz.

Leal e protetor, é muito inteligente e fácil de adestrar. Sua expressão fica camuflada em baixo de sua franja o que lhe dá um aspecto divertido, porém vigilante. É um grande cão de companhia e guardião.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Maltês

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Maltês possui abundante pelagem branca. Seu corpo é bem equilibrado com boa caixa toráxica. Sua pelagem é longa, porém sem interferir nos movimentos, com textura sedosa, nunca lanosa. Seus olhos são ovalados e vivos. Sua cabeça é mediana proporcionada ao corpo. Sua altura não é superior a 26 cm. Seu peso varia de 2 a 3 kg.

Durante muito tempo o antigo cão de Malta foi símbolo de opulência de seus habitantes. A beleza e o tamanho do carinhoso maltês complementava a sociedade pacífica de onde vivia. O maltês era o favorito das damas do Império Romano. Nem sempre foi usado como peça de exposição e adorno, tendo sido usado também como caçador de ratos e odiava os gatos.

O maltês é rústico e esperto, resistente a mudanças climáticas. É vigoroso, enérgico, de caráter suave e educado. Ë ideal como cão de companhia.

Gripe Canina

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A Gripe canina também conhecida como "tosse dos canis" , afeta cães de todas as idades e resulta na inflamação das vias aéreas superiores. Os sinais típicos são tosse seca e áspera , que pode ser seguida de ânsia ou vômito. A tosse pode ser induzida por uma leve palpação da laringe ou traquéia. Pode ocorrer falta de apetite também.

O desenvolvimento de sinais mais severos como febre e descarga nasal purulenta podem indicar uma infecção sistêmica como a Cinomose ou Broncopneumonia. Os animais afetados não devem ser hospitalizados pois a doença poderá ser facilmente disseminada. A prevenção pode ser feita através de vacinas polivalentes ou específicas para a doença, conforme programas de vacinações , com reforço anual. A vacina específica (produzida pela Merial e Fort Doge) deve ser aplicada antes do inverno , que é a estação do ano que mais ocorre essa doença.

Serviço:
Ana Luiza G. Caran - médica veterinária

Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares

ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias


Olá, sou veterinário também e preciso ouvir uma outra opinião, estou com uma cachorra que esta com buracos pelo corpo, eu enviei as fotos, eu não estou tendo a ciência de poder ajudar os donos dessa cachorra. - Dr. Juliano Ruiz, médico veterinário

Foto Enviada pelo leitor:



Dr. Juliano, isso dai é acaro, O Acaro é tratado por um remédio aplicavel, Eu enviei o nome do produto até o seu e-mail, Por que esse remédio é de uso veterinário, Os resultados começam a surgir após 15 dias. O Cachorro não pode ter contato com outro cachorro é contagioso para outro animal.

Um Hotel só de Cachorro... Que mordomia

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Os cães só não conseguem ligar para fazer a reserva, mas são tratados como todo hóspede. Doze canis individuais de oito metros quadrados cada um estão à disposição para que os animais durmam, caminhem e brinquem. Como os “quartos” ficam na rua, o hotel é equipado com proteção contra sol e chuva.





Além de toda infraestrutura preparada para receber os cachorros, é oferecida assistência 24 horas, com cuidados com comida e limpeza. Tudo para visar ao bem-estar dos animaizinhos.

André La Rosa, proprietário do local, destaca que lá o trabalho que ele faz é diferenciado, pelo fato de os cães não ficarem presos em gaiolas, como normalmente funciona nos pets. “O animal precisa se movimentar, se não ele acaba ficando estressado, e os donos quando pegam o bichinho passam trabalho”, informa.

André diz ter conhecimento de causa, pois é criador especializado da raça American Stafford Shaipe Terrier (que descende do bulldog americano e quer dizer: cachorro do coração valente). “Meu amor pelos bichos partiu daí, inclusive ganhei diversas competições de beleza no Ranking Brasileiro da raça”, conta.



Depois que amigos e conhecidos o estimularem a abrir um negócio que pudesse dar retorno e prazer, foi que ele montou o hotel Bom Para Cachorro, que está funcionando há quase seis meses.

Os animais normalmente ficam no hotel quando seus donos vão passar algum tempo fora de casa. “Já tive animais que ficaram aqui três meses, em função de viagem para o exterior feita pelos donos”, conta André.

Quando o tempo de permanência ultrapassa um mês, é feito um termo para que o hotel não seja usado como depósito, pois não é essa a função do ambiente. “Aceitamos todos os tipos de cachorros, grandes, pequenos, desde que não sejam ferozes”, informa o dono do hotel.