do Universo Animal
Um bebê, de aproximadamente oito meses, inoscentemente tentou brincar com uma serpente, a serpente estava furiosa com a criança, a criança tentou agarrar a serpente com as mãos a serpente fez inumeros ataques a criança.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Cães são treinados para detectar alteração nos níveis de glicose nos diabéticos
do Universo Animal

Na Inglaterra, oito doentes diabéticos viram os riscos da doença reduzidos desde que se fazem acompanhar diariamente por um cão especialmente treinado para detectar alterações nos níveis de glicose. Rebecca Farrar, de seis anos, é um desses doentes. Há dois anos foi diagnosticada diabetes de tipo 1 e, desde então, tem que injetar insulina quatro vezes por dia e medir os níveis de açúcar sete vezes em cada 24 horas, para evitar entrar em coma.
Rebecca costumava desmaiar três a quatro vezes por semana, por não conseguir notar as alterações do nível de açúcar no sangue, mas desde que se faz acompanhar por Shirley, uma Labrador de três anos, tudo se alterou. Especialmente treinada para sentir, através do odor, as mudanças no nível de açúcar de Rebecca, Shirley alerta a criança batendo com as patas, sentando no seu colo ou mesmo levando o aparelho de medição dos níveis de açúcar.
Claire, a mãe de Rebecca, explica que a menina costumava ser transportada ao hospital três a quatro vezes por semana, por desmaiar, mas tudo melhorou desde que Shirley passou a viver com eles. “Agora, Rebecca por ir a qualquer lado, sempre com Shirley por perto. Estamos muito mais tranquilos”, refere, explicando que descobriu a associação “Cancer & Bio-detection Dogs”, que treina estes cães através de uma notícia num jornal local.
Shirley recebeu, primeiro, treino numa associação para cegos, mas se tornar cão-guia, mas não conseguiu adaptar-se aos arnês. Foi então levada para a “Cancer & Bio-detection Dogs”, onde se adaptou perfeitamente à sua nova missão. Nesta associação foram já treinados 10 cães para funções semelhantes, sendo Rebecca a primeira criança a receber um.
Na Inglaterra, oito doentes diabéticos viram os riscos da doença reduzidos desde que se fazem acompanhar diariamente por um cão especialmente treinado para detectar alterações nos níveis de glicose. Rebecca Farrar, de seis anos, é um desses doentes. Há dois anos foi diagnosticada diabetes de tipo 1 e, desde então, tem que injetar insulina quatro vezes por dia e medir os níveis de açúcar sete vezes em cada 24 horas, para evitar entrar em coma.
Rebecca costumava desmaiar três a quatro vezes por semana, por não conseguir notar as alterações do nível de açúcar no sangue, mas desde que se faz acompanhar por Shirley, uma Labrador de três anos, tudo se alterou. Especialmente treinada para sentir, através do odor, as mudanças no nível de açúcar de Rebecca, Shirley alerta a criança batendo com as patas, sentando no seu colo ou mesmo levando o aparelho de medição dos níveis de açúcar.
Claire, a mãe de Rebecca, explica que a menina costumava ser transportada ao hospital três a quatro vezes por semana, por desmaiar, mas tudo melhorou desde que Shirley passou a viver com eles. “Agora, Rebecca por ir a qualquer lado, sempre com Shirley por perto. Estamos muito mais tranquilos”, refere, explicando que descobriu a associação “Cancer & Bio-detection Dogs”, que treina estes cães através de uma notícia num jornal local.
Shirley recebeu, primeiro, treino numa associação para cegos, mas se tornar cão-guia, mas não conseguiu adaptar-se aos arnês. Foi então levada para a “Cancer & Bio-detection Dogs”, onde se adaptou perfeitamente à sua nova missão. Nesta associação foram já treinados 10 cães para funções semelhantes, sendo Rebecca a primeira criança a receber um.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O Gato deficiente visual
ALEXANDRE ROSSI
da Cão Cidadão
editor de multimídia do Mundo Canino

Tipos de deficiências

Assim como acontece com os humanos, existem gatos que nascem com problemas visuais, enquanto outros os adquirem por doença, acidente ou velhice. Os graus de deficiência da visão variam bastante - podem ir desde uma leve degradação da acuidade visual ou dificuldade para focar imagens até apenas conseguir diferenciar a luminosidade ou, então, atingir a cegueira total. Quando a cegueira é parcial, em um único olho, fica difícil calcular a que distância estão os objetos. Com isso, a locomoção é prejudicada, especialmente nos saltos, reduzindo a agilidade.
Adaptação
Muitos proprietários levam meses para descobrir que o gato está com problema de visão. Esses casos ocorrem principalmente quando há uma boa adaptação por parte do felino à deficiência, o que é mais provável de acontecer se o problema evoluir lentamente ou se for de nascença. Já quando a deficiência aumenta rapidamente, os sinais ficam logo evidentes, pois o comportamento do gato tende a mudar de maneira drástica.
Com a ausência ou a diminuição da visão, o cérebro se transforma para privilegiar outros sentidos. Ganham importância principalmente o olfato, a audição e o tato. Na nova condição, a memória também passa a ter maior destaque. Infelizmente, gatos idosos não podem contar tanto com essas adaptações - sua plasticidade comportamental e neurológica costuma ser limitada.
Olfato
Pela concentração do cheiro, o gato consegue identificar a direção que deve seguir para encontrar a caminha dele, por exemplo. Ele sabe que está se aproximando do que procura ao perceber que o odor do cômodo onde o objeto se encontra torna-se mais forte. Pelo olfato, também, o gato pode identificar os objetos que foram trocados de lugar. Isso o ajuda a se sentir menos ameaçado, já que qualquer coisa nova no território pode ser sinônimo de perigo.
Por isso, para evitar estressar o gato que tem deficiência visual, sempre que você trouxer um objeto para casa ou lavar um que estava em uso, procure apresentá-lo a ele. Faça-o de maneira cuidadosa, para não assustar. Também deixe o seu cheiro nos objetos antes de colocá-los ao alcance do gato, para evitar que ele os estranhe. Por exemplo, quando o tapete ou a almofada voltarem da lavanderia, passe a mão neles. Permita também que o gato se esfregue nos objetos, pois a identificação será ainda mais facilitada.
Audição
Além de possuírem ótima audição, os gatos são capazes de detectar o local de origem dos sons com muito mais precisão do que nós, humanos. As orelhas direcionáveis colaboram bastante para essa capacidade. Por meio dos sons, o felino pode identificar quem está se aproximando e em qual velocidade. A identificação será ainda mais tranquila se as pessoas falarem com ele enquanto se aproximam e antes de fazer carinho. Outra dica é, ao chamar o gato, ficar emitindo sons até ele identificar corretamente a posição e nos alcançar.
Tato
Os bigodes do gato são pelos tácteis, que funcionam como antenas e facilitam o deslocamento na escuridão total. Por meio desse pelos, ele percebe obstáculos antes de bater neles e de machucar o focinho ou os olhos, por exemplo. Jamais corte esses pelos, portanto. Ainda mais, se o gato não enxergar direito. Experimente encostar o dedo nos pelos de um olho do felino e veja como ele o fecha imediatamente, para se proteger.
Gatos cegos utilizam os bigodes dia e noite, com a mesma finalidade dos gatos com visão perfeita quando estão no escuro. Dessa forma, podem se deslocar com um pouco mais de velocidade e parar imediatamente assim que seus bigodes tocarem em algo, evitando bater e se machucar.
Outros cuidados
Procure não trocar de lugar os objetos da casa, sempre que possível. Detecte o que pode ferir o gato em caso de colisão e, para protegê-lo, cubra os pontos ameaçadores com uma camada de espuma. Quando você levar no colo um gato com problema de visão, tome cuidado: ele ficará desorientado ao ser posto no chão em local desconhecido. Mas não haverá problema se for deixado na caminha dele ou na cadeira preferida, pois poderá identificar rapidamente o objeto e saber onde está.
Lembre-se que gatos com dificuldade visual preferem escalar a saltar. Por isso, sempre que possível, providencie rampas - opte por fazê-las com materiais não escorregadios.
da Cão Cidadão
editor de multimídia do Mundo Canino

Tipos de deficiências

Assim como acontece com os humanos, existem gatos que nascem com problemas visuais, enquanto outros os adquirem por doença, acidente ou velhice. Os graus de deficiência da visão variam bastante - podem ir desde uma leve degradação da acuidade visual ou dificuldade para focar imagens até apenas conseguir diferenciar a luminosidade ou, então, atingir a cegueira total. Quando a cegueira é parcial, em um único olho, fica difícil calcular a que distância estão os objetos. Com isso, a locomoção é prejudicada, especialmente nos saltos, reduzindo a agilidade.
Adaptação
Muitos proprietários levam meses para descobrir que o gato está com problema de visão. Esses casos ocorrem principalmente quando há uma boa adaptação por parte do felino à deficiência, o que é mais provável de acontecer se o problema evoluir lentamente ou se for de nascença. Já quando a deficiência aumenta rapidamente, os sinais ficam logo evidentes, pois o comportamento do gato tende a mudar de maneira drástica.
Com a ausência ou a diminuição da visão, o cérebro se transforma para privilegiar outros sentidos. Ganham importância principalmente o olfato, a audição e o tato. Na nova condição, a memória também passa a ter maior destaque. Infelizmente, gatos idosos não podem contar tanto com essas adaptações - sua plasticidade comportamental e neurológica costuma ser limitada.
Olfato
Pela concentração do cheiro, o gato consegue identificar a direção que deve seguir para encontrar a caminha dele, por exemplo. Ele sabe que está se aproximando do que procura ao perceber que o odor do cômodo onde o objeto se encontra torna-se mais forte. Pelo olfato, também, o gato pode identificar os objetos que foram trocados de lugar. Isso o ajuda a se sentir menos ameaçado, já que qualquer coisa nova no território pode ser sinônimo de perigo.
Por isso, para evitar estressar o gato que tem deficiência visual, sempre que você trouxer um objeto para casa ou lavar um que estava em uso, procure apresentá-lo a ele. Faça-o de maneira cuidadosa, para não assustar. Também deixe o seu cheiro nos objetos antes de colocá-los ao alcance do gato, para evitar que ele os estranhe. Por exemplo, quando o tapete ou a almofada voltarem da lavanderia, passe a mão neles. Permita também que o gato se esfregue nos objetos, pois a identificação será ainda mais facilitada.
Audição
Além de possuírem ótima audição, os gatos são capazes de detectar o local de origem dos sons com muito mais precisão do que nós, humanos. As orelhas direcionáveis colaboram bastante para essa capacidade. Por meio dos sons, o felino pode identificar quem está se aproximando e em qual velocidade. A identificação será ainda mais tranquila se as pessoas falarem com ele enquanto se aproximam e antes de fazer carinho. Outra dica é, ao chamar o gato, ficar emitindo sons até ele identificar corretamente a posição e nos alcançar.
Tato
Os bigodes do gato são pelos tácteis, que funcionam como antenas e facilitam o deslocamento na escuridão total. Por meio desse pelos, ele percebe obstáculos antes de bater neles e de machucar o focinho ou os olhos, por exemplo. Jamais corte esses pelos, portanto. Ainda mais, se o gato não enxergar direito. Experimente encostar o dedo nos pelos de um olho do felino e veja como ele o fecha imediatamente, para se proteger.
Gatos cegos utilizam os bigodes dia e noite, com a mesma finalidade dos gatos com visão perfeita quando estão no escuro. Dessa forma, podem se deslocar com um pouco mais de velocidade e parar imediatamente assim que seus bigodes tocarem em algo, evitando bater e se machucar.
Outros cuidados
Procure não trocar de lugar os objetos da casa, sempre que possível. Detecte o que pode ferir o gato em caso de colisão e, para protegê-lo, cubra os pontos ameaçadores com uma camada de espuma. Quando você levar no colo um gato com problema de visão, tome cuidado: ele ficará desorientado ao ser posto no chão em local desconhecido. Mas não haverá problema se for deixado na caminha dele ou na cadeira preferida, pois poderá identificar rapidamente o objeto e saber onde está.
Lembre-se que gatos com dificuldade visual preferem escalar a saltar. Por isso, sempre que possível, providencie rampas - opte por fazê-las com materiais não escorregadios.
Trinca-Ferro
do Universo Animal


São bastante agressivos e territorialistas. Deve ser deixado apenas um casal por recinto. Pode- se tentar a reprodução em viveirinhos de 90 cm de comprimento X 54 cm de profundidade, ou viveiros arborizados. Por não existir diferença entre machos e fêmeas, devido à agressividade, o acasalamento deve ser feito com muito cuidado.
Formas
No Brasil existem cerca de onze formas do gênero Saltador, todas relativamente parecidas. Apenas uma das espécies - Saltador atricollis, conhecida por Bico de Latão ou Bico de Pimenta - é bem diferente, pois uma máscara preta desce até a garganta, e o bico é laranja bem carregado.
Ninho
Em forma de taça. Aceitam perfeitamente ninhos de corda 12 cm de diâmetro.
Alimentação
Os Trinca Ferros são animais onívoros. Isso significa que seu aparelho digestivo está adaptadado para se alimentar com diferentes fontes (frutas, verduras, legumes, sementes e pequenos insetos).
Até pouco tempo atrás, era o tipo de alimentação mais usado pelos trinqueiros. Estes produtos são facilmente encontrados em casas para animais e são compostos basicamente de 1) Farelos, 2) insetos e frutas ressecados e 3) Algumas sementes.
Caso seja criador deseje utilizar as rações fareladas, ele deve complementar a alimentação do Trinca com frutas, verduras e legumes. Neste caso recomenda-se os seguintes itens:
Frutas: Maçã, Pêra, Banana, Melão, Manga, Kiwi, Goiaba. (ATENÇÃO: Cuidado com Laranja e Mamão, pois soltam o intestino do Trinca)
Legumes: Berinjela, Cenoura (Ralada), Beterraba (Ralada), Pepino, Chuchu, Jiló, Pimentão e Milho Verde;
Verduras: Sempre as verduras escuras: Escarola, Couve, Talo da Couve, Chicória e Repolho Roxo.
Para atender às necessidades de proteína do Trinca Ferro, o criador deve oferecer larvas de tenébrio e grilos ao pássaro. Estes insetos podem ser encontradas em sites especializados.
Caso o criador queira oferecer sementes ao Trinca Ferro, ele pode dar Alpiste, Paiço (comum, verde, vermelho e preto), Senha, Aveia, Arroz com Casca, Cânhamo e Girassol. Muita atenção para o seguinte: Cânhamo e o Girassol devem ser dados somente de vez em quando, em pequenas proporções, pois são sementes bastante oleosas. Se forem dadas com freqüência, deixarão a ave obesa e atacarão seu fígado. Arroz com casca pode ser deixado de lado, pois também não são muito boas para o fígado do Trinca.
A grande questão que envolve tudo isso é o equilíbrio nutricional. Caso seu Trinca Ferro goste de um destes itens, ele pode se alimentar exclusivamente deste seu alimento preferido (e deixar o resto de lado). Isso pode causar um desequilíbrio nutricional que pode, inclusive, levá-lo a adoecer.
Um outro problema ocasionado por esta alimentação tão diversificada é a manutenção destes itens: como todos estes alimentos são perecíveis, o criador terá de aumentar em muito seu cuidado (para que não se estraguem na gaiola).
Por último, há a questão dos agrotóxicos. Nós, seres humanos, não sentimos tanto os efeitos destes produtos, mas os pássaros tem um metabolismo muito diferente e seu tamanho é incomparavelmente menor que o nosso. Desta forma, as doses de agrotóxicos presentes nas frutas, verduras e legumes podem ser letais para as aves. O criador deve estar atento a isto.
As rações extrusadas são relativamente novas no mercado, mas seus benefícios já estão sendo relacionados pelos criadores. Vejamos alguns deles:
Com as extrusadas, o criador não precisa se preocupar com o equilíbrio nutricional do pássaro. Cada partícula de ração contém todos os elementos que a ave necessita para ter uma boa constituição alimentar. Mesmo que o pássaro faça seleção entre as cores da ração (ex: come as bolinhas "verdes" e deixa as "vermelhas" de lado), não haverá problema nenhum; pois os nutrientes presentes em cada uma das partículas são iguais.
Neste caso, o criador não deve fazer das frutas, legumes e verduras a base da constituição alimentar de seus Trincas (mas pode oferecê-los somente 2 ou 3 vezes por semana, para agradar ao pássaro).
Também com as extrusadas o ambiente do pássaro fica mais limpo, diminuindo as chances da ave contrair doenças. O criador não precisa dispensar o cuidado que teria de ser dado se estivesse oferecendo alimentos perecíveis diariamente.
Quanto ao transporte e a manutenção das rações, há mais benefícios. Elas são engarrafadas ou empacotadas dentro dos laboratórios fabricantes (o que diminui em muito o risco de qualquer tipo de contaminação).
Um dos problemas da utilização das rações é o seu preço. Por mais que elas sejam fabricadas por diferentes empresas (com diferentes preços) elas certamente são mais caras do que as frutas e sementes.
Uma outra dificuldade é o acesso: nem todas as cidades do Brasil contam com lojas e petshops que recebem estas rações. Também as empresas que vendem produtos para aves por internet não conseguem atender a todas as cidades do país.
Há ainda uma outra dificuldade: uma das grandes barreiras que os criadores encontram para utilizar as rações é mesmo a aderência por parte dos pássaros. Alguns dos pássaros têm muita dificuldade em pegar a ração (o que desanima seus donos, que acabam desistindo de utilizar as extrusadas).
De qualquer forma, quem for aderir à alimentação à base de rações extrusadas deve procurar as marcas Alcon (Ração "Alcon Club"), Megazoo (Ração "O-20") e Nutrópica (Ração "Pássaros Brasileiros"). Essas são marcas facilmente encontradas no mercado e que gozam de credibilidade.
Dica: Lembre-se de oferecer abundância de alimentos macios quando o Trinca estiver passando pelo período da muda de bico, pois ele não vai poder fazer força para quebrar e triturar alimentos.
O Seu Canto
O Trinca-Ferro é conhecido pelo seu canto ''Oque Que eu fiz meu Deus''.


São bastante agressivos e territorialistas. Deve ser deixado apenas um casal por recinto. Pode- se tentar a reprodução em viveirinhos de 90 cm de comprimento X 54 cm de profundidade, ou viveiros arborizados. Por não existir diferença entre machos e fêmeas, devido à agressividade, o acasalamento deve ser feito com muito cuidado.
Formas
No Brasil existem cerca de onze formas do gênero Saltador, todas relativamente parecidas. Apenas uma das espécies - Saltador atricollis, conhecida por Bico de Latão ou Bico de Pimenta - é bem diferente, pois uma máscara preta desce até a garganta, e o bico é laranja bem carregado.
Ninho
Em forma de taça. Aceitam perfeitamente ninhos de corda 12 cm de diâmetro.
Alimentação
Os Trinca Ferros são animais onívoros. Isso significa que seu aparelho digestivo está adaptadado para se alimentar com diferentes fontes (frutas, verduras, legumes, sementes e pequenos insetos).
Até pouco tempo atrás, era o tipo de alimentação mais usado pelos trinqueiros. Estes produtos são facilmente encontrados em casas para animais e são compostos basicamente de 1) Farelos, 2) insetos e frutas ressecados e 3) Algumas sementes.
Caso seja criador deseje utilizar as rações fareladas, ele deve complementar a alimentação do Trinca com frutas, verduras e legumes. Neste caso recomenda-se os seguintes itens:
Frutas: Maçã, Pêra, Banana, Melão, Manga, Kiwi, Goiaba. (ATENÇÃO: Cuidado com Laranja e Mamão, pois soltam o intestino do Trinca)
Legumes: Berinjela, Cenoura (Ralada), Beterraba (Ralada), Pepino, Chuchu, Jiló, Pimentão e Milho Verde;
Verduras: Sempre as verduras escuras: Escarola, Couve, Talo da Couve, Chicória e Repolho Roxo.
Para atender às necessidades de proteína do Trinca Ferro, o criador deve oferecer larvas de tenébrio e grilos ao pássaro. Estes insetos podem ser encontradas em sites especializados.
Caso o criador queira oferecer sementes ao Trinca Ferro, ele pode dar Alpiste, Paiço (comum, verde, vermelho e preto), Senha, Aveia, Arroz com Casca, Cânhamo e Girassol. Muita atenção para o seguinte: Cânhamo e o Girassol devem ser dados somente de vez em quando, em pequenas proporções, pois são sementes bastante oleosas. Se forem dadas com freqüência, deixarão a ave obesa e atacarão seu fígado. Arroz com casca pode ser deixado de lado, pois também não são muito boas para o fígado do Trinca.
A grande questão que envolve tudo isso é o equilíbrio nutricional. Caso seu Trinca Ferro goste de um destes itens, ele pode se alimentar exclusivamente deste seu alimento preferido (e deixar o resto de lado). Isso pode causar um desequilíbrio nutricional que pode, inclusive, levá-lo a adoecer.
Um outro problema ocasionado por esta alimentação tão diversificada é a manutenção destes itens: como todos estes alimentos são perecíveis, o criador terá de aumentar em muito seu cuidado (para que não se estraguem na gaiola).
Por último, há a questão dos agrotóxicos. Nós, seres humanos, não sentimos tanto os efeitos destes produtos, mas os pássaros tem um metabolismo muito diferente e seu tamanho é incomparavelmente menor que o nosso. Desta forma, as doses de agrotóxicos presentes nas frutas, verduras e legumes podem ser letais para as aves. O criador deve estar atento a isto.
As rações extrusadas são relativamente novas no mercado, mas seus benefícios já estão sendo relacionados pelos criadores. Vejamos alguns deles:
Com as extrusadas, o criador não precisa se preocupar com o equilíbrio nutricional do pássaro. Cada partícula de ração contém todos os elementos que a ave necessita para ter uma boa constituição alimentar. Mesmo que o pássaro faça seleção entre as cores da ração (ex: come as bolinhas "verdes" e deixa as "vermelhas" de lado), não haverá problema nenhum; pois os nutrientes presentes em cada uma das partículas são iguais.
Neste caso, o criador não deve fazer das frutas, legumes e verduras a base da constituição alimentar de seus Trincas (mas pode oferecê-los somente 2 ou 3 vezes por semana, para agradar ao pássaro).
Também com as extrusadas o ambiente do pássaro fica mais limpo, diminuindo as chances da ave contrair doenças. O criador não precisa dispensar o cuidado que teria de ser dado se estivesse oferecendo alimentos perecíveis diariamente.
Quanto ao transporte e a manutenção das rações, há mais benefícios. Elas são engarrafadas ou empacotadas dentro dos laboratórios fabricantes (o que diminui em muito o risco de qualquer tipo de contaminação).
Um dos problemas da utilização das rações é o seu preço. Por mais que elas sejam fabricadas por diferentes empresas (com diferentes preços) elas certamente são mais caras do que as frutas e sementes.
Uma outra dificuldade é o acesso: nem todas as cidades do Brasil contam com lojas e petshops que recebem estas rações. Também as empresas que vendem produtos para aves por internet não conseguem atender a todas as cidades do país.
Há ainda uma outra dificuldade: uma das grandes barreiras que os criadores encontram para utilizar as rações é mesmo a aderência por parte dos pássaros. Alguns dos pássaros têm muita dificuldade em pegar a ração (o que desanima seus donos, que acabam desistindo de utilizar as extrusadas).
De qualquer forma, quem for aderir à alimentação à base de rações extrusadas deve procurar as marcas Alcon (Ração "Alcon Club"), Megazoo (Ração "O-20") e Nutrópica (Ração "Pássaros Brasileiros"). Essas são marcas facilmente encontradas no mercado e que gozam de credibilidade.
Dica: Lembre-se de oferecer abundância de alimentos macios quando o Trinca estiver passando pelo período da muda de bico, pois ele não vai poder fazer força para quebrar e triturar alimentos.
O Seu Canto
O Trinca-Ferro é conhecido pelo seu canto ''Oque Que eu fiz meu Deus''.
domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Dogue Alemão: Exemplo de bom cachorro
do Mundo Canino

O Dogue Alemão é um cão de guarda de porte gigante, elegante e ideal para crianças já que fazem movimentos inesperados. Defende o dono e a casa de qualquer ameaça. Por causa do seu tamanho, os possíveis intrusos nem chegam perto da casa.
Pode alcançar 1,80 m apoiado sobre as patas traseiras e pesar mais de 70 kg. Com uma pelagem curta, não solta muitos pêlos e é fácil de ser escovado. As cores são preta, azul, dourada, tigrada e arlequim (branca com manchas pretas).
É um ótimo cão de companhia, com temperamento equilibrado e que precisa de exercícios diários para manter sua musculatura com boa tonicidade.

Tem uma expressão de autoconfiança e poder. Pode viver em casas pequenas já que não é agitado. A sua altura varia de 76 a 81 cm com o peso entre 54 Kg e 72 Kg.
O Dogue Alemão cresce até um ano e meio e as fêmeas entram no primeiro cio após um ano de vida. De acordo com criadores e veterinários, a primeira cria é aconselhável somente após o terceiro cio, ou seja, com aproximadamente um ano e meio de vida.
A mais antiga referência a um cão com as características físicas do Dogue Alemão remonta a 1000 a.C., em escritos chineses. Acredita-se que ele seja descendente dos antigos molossos do Império Romano. Na Idade Média, era usado na caça ao javali e como cão de companhia e guarda pessoal.
E apesar de também ser conhecido como Dinamarquês, o Dogue Alemão não é originário da Dinamarca, mas da Alemanha.
Em 1863, foi exibido em Hamburgo o primeiro Dogue Alemão similar ao que hoje conhecemos. Ele era resultado de cruzamentos realizados entre Mastiffs, incentivados por Bismark, chanceler alemão e profundo interessado na raça. Em 1876 foi proclamado o cão nacional da Alemanha, daí o nome Dogue Alemão. O padrão oficial da raça foi oficializado em 1891.

O Dogue Alemão é um cão de guarda de porte gigante, elegante e ideal para crianças já que fazem movimentos inesperados. Defende o dono e a casa de qualquer ameaça. Por causa do seu tamanho, os possíveis intrusos nem chegam perto da casa.
Pode alcançar 1,80 m apoiado sobre as patas traseiras e pesar mais de 70 kg. Com uma pelagem curta, não solta muitos pêlos e é fácil de ser escovado. As cores são preta, azul, dourada, tigrada e arlequim (branca com manchas pretas).
É um ótimo cão de companhia, com temperamento equilibrado e que precisa de exercícios diários para manter sua musculatura com boa tonicidade.

Tem uma expressão de autoconfiança e poder. Pode viver em casas pequenas já que não é agitado. A sua altura varia de 76 a 81 cm com o peso entre 54 Kg e 72 Kg.
O Dogue Alemão cresce até um ano e meio e as fêmeas entram no primeiro cio após um ano de vida. De acordo com criadores e veterinários, a primeira cria é aconselhável somente após o terceiro cio, ou seja, com aproximadamente um ano e meio de vida.
A mais antiga referência a um cão com as características físicas do Dogue Alemão remonta a 1000 a.C., em escritos chineses. Acredita-se que ele seja descendente dos antigos molossos do Império Romano. Na Idade Média, era usado na caça ao javali e como cão de companhia e guarda pessoal.
E apesar de também ser conhecido como Dinamarquês, o Dogue Alemão não é originário da Dinamarca, mas da Alemanha.
Em 1863, foi exibido em Hamburgo o primeiro Dogue Alemão similar ao que hoje conhecemos. Ele era resultado de cruzamentos realizados entre Mastiffs, incentivados por Bismark, chanceler alemão e profundo interessado na raça. Em 1876 foi proclamado o cão nacional da Alemanha, daí o nome Dogue Alemão. O padrão oficial da raça foi oficializado em 1891.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
As Pulgas
do Mundo Canino

O cãozinho ou as pessoas de sua família são os responsáveis por trazerem pulgas para casa (hospedeiros).
Dois dias após o cruzamento, elas põem os ovos com fezes que caem do hospedeiro no ambiente. Dois dias depois, os ovos se quebram e as larvas se alimentam das fezes, se transformando em pupas. Em 7 dias, a pupa se transforma na pulga adulta e sai do seu casulo se perceber a presença de algum hospedeiro. Todo este ciclo de reprodução dura em média 15 dias, mas a pupa pode ficar latente até um ano se não encontrar hospedeiro.
Assim, seu cão é, na maioria das vezes, apenas o hospedeiro com uma porcentagem muito pequena da população total de pupas. O ambiente deverá ser o principal alvo da ação de extermínio, dado a velocidade e facilidade da reprodução das pulgas.
Há mais de 2000 espécies de pulgas. Há espécies que preferem cachorros, outras gatos e outras seres humanos, mas atacam muitos tipos de hospedeiros na falta de um ideal. Algumas espécies provocam doenças.



Desinfetando o ambiente interno:
Aspire muito bem todo o ambiente revestido de tapetes e carpetes. A aspiração consegue eliminar metade dos ovos existentes.
Lave todos os objetos dos animais do tipo: cobertor, cama, travesseiro.
Lave também toda a roupa de cama da família.
Lembre-se de limpar todos os ambientes que os animais têm acesso.
Dependendo do nível de infestação do ambiente interno, apenas a dedetização funcionará.
Desinfetando o ambiente externo:
Aplique no jardim e quintal produtos biodegradáveis contra pulgas existentes no mercado.
Tenha plantas como a citronela em seu jardim, que afastam insetos do tipo das pulgas.
Desinfetando a animal:
Dê um banho anti-pulgas e utilize produtos anti-pulgas tópicos de longa duração.
Observe que, mesmo depois de você desinfetar o ambiente e der o banho anti-pulga junto com o uso de tópicos, se o seu cãozinho ainda tiver pulgas e ele não estiver tendo contato com a rua, isto quer dizer que a sua casa ainda não está livre das pulgas.
Consulte o veterinárino para ver se será necessário a vermifugação, já que há tipos de pulgas que também transmitem vermes.
Mantendo o ambiente livre das pulgas:
Evite o uso de carpete e tapetes em sua casa. Prefira piso tipo cerâmica.
Dê banhos anti-pulgas freqüentes em seus animais. Escove-os sempre, principalmente os de pêlos longos.
Passe sempre produtos de uso tópico de longa duração.
Lave com freqüência os objetos pessoais de seus animais: cobertor, cama etc.
Evite levar seus animais para passear em locais como parques e praças freqüentados por muitos outros cachorros.
Mantenha seu animal com o pêlo mais curto através de tosas mais constantes.

O cãozinho ou as pessoas de sua família são os responsáveis por trazerem pulgas para casa (hospedeiros).
Dois dias após o cruzamento, elas põem os ovos com fezes que caem do hospedeiro no ambiente. Dois dias depois, os ovos se quebram e as larvas se alimentam das fezes, se transformando em pupas. Em 7 dias, a pupa se transforma na pulga adulta e sai do seu casulo se perceber a presença de algum hospedeiro. Todo este ciclo de reprodução dura em média 15 dias, mas a pupa pode ficar latente até um ano se não encontrar hospedeiro.
Assim, seu cão é, na maioria das vezes, apenas o hospedeiro com uma porcentagem muito pequena da população total de pupas. O ambiente deverá ser o principal alvo da ação de extermínio, dado a velocidade e facilidade da reprodução das pulgas.
Há mais de 2000 espécies de pulgas. Há espécies que preferem cachorros, outras gatos e outras seres humanos, mas atacam muitos tipos de hospedeiros na falta de um ideal. Algumas espécies provocam doenças.



Desinfetando o ambiente interno:
Aspire muito bem todo o ambiente revestido de tapetes e carpetes. A aspiração consegue eliminar metade dos ovos existentes.
Lave todos os objetos dos animais do tipo: cobertor, cama, travesseiro.
Lave também toda a roupa de cama da família.
Lembre-se de limpar todos os ambientes que os animais têm acesso.
Dependendo do nível de infestação do ambiente interno, apenas a dedetização funcionará.
Desinfetando o ambiente externo:
Aplique no jardim e quintal produtos biodegradáveis contra pulgas existentes no mercado.
Tenha plantas como a citronela em seu jardim, que afastam insetos do tipo das pulgas.
Desinfetando a animal:
Dê um banho anti-pulgas e utilize produtos anti-pulgas tópicos de longa duração.
Observe que, mesmo depois de você desinfetar o ambiente e der o banho anti-pulga junto com o uso de tópicos, se o seu cãozinho ainda tiver pulgas e ele não estiver tendo contato com a rua, isto quer dizer que a sua casa ainda não está livre das pulgas.
Consulte o veterinárino para ver se será necessário a vermifugação, já que há tipos de pulgas que também transmitem vermes.
Mantendo o ambiente livre das pulgas:
Evite o uso de carpete e tapetes em sua casa. Prefira piso tipo cerâmica.
Dê banhos anti-pulgas freqüentes em seus animais. Escove-os sempre, principalmente os de pêlos longos.
Passe sempre produtos de uso tópico de longa duração.
Lave com freqüência os objetos pessoais de seus animais: cobertor, cama etc.
Evite levar seus animais para passear em locais como parques e praças freqüentados por muitos outros cachorros.
Mantenha seu animal com o pêlo mais curto através de tosas mais constantes.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Cachorro arruma cama antes de dormir
do Mundo Canino

O seu cãozinho fica andando em círculos quando vai se deitar? Parece que ele fica arrumando o lugar onde vai dormir? É engraçado ver o cão nessa hora, parece que além de arrumar ele fica limpando o lugar. Esse ato é considerado normal nos cachorros e acredita-se que seja uma herança genética dos seus antepassados.
Os antigos cães precisavam arranjar espaço para dormir e para isso ficavam caminhando em círculos para que a sua "caminha" ficasse mais confortável entre as plantas.
Apesar de já não ter muitas funções, esse hábito ainda hoje existe e não é difícil de ver um cãozinho tentando mexer em seu cobertor parecendo que esta ajeitando para ficar mais confortável.
Serviço:
Pet Friends

O seu cãozinho fica andando em círculos quando vai se deitar? Parece que ele fica arrumando o lugar onde vai dormir? É engraçado ver o cão nessa hora, parece que além de arrumar ele fica limpando o lugar. Esse ato é considerado normal nos cachorros e acredita-se que seja uma herança genética dos seus antepassados.
Os antigos cães precisavam arranjar espaço para dormir e para isso ficavam caminhando em círculos para que a sua "caminha" ficasse mais confortável entre as plantas.
Apesar de já não ter muitas funções, esse hábito ainda hoje existe e não é difícil de ver um cãozinho tentando mexer em seu cobertor parecendo que esta ajeitando para ficar mais confortável.
Serviço:
Pet Friends
terça-feira, 20 de julho de 2010
Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares
ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
Hoje um e-mail que eu recebi falou de um assunto bastante importante sobre os nossos cães, Que é preciso sempre estar alertando, Segue a baixo o e-mail enviado.
''dr. Alex, o meu cachorro esta com latido roco, estranho, e salivando muito, me estranhando, e batendo nos outros cachorros, muitos falam que ele esta doido, esta louco, eu prefiro ouvir isso de um especialista, qual a sua opinião?'' - Adriane M.
Adriane, sua pergunta foi ótima, seu cão esta com um sério problema, ele esta com raiva, A Raiva é um mal que pode matar o cachorro, não é necessário que você mate o animal, mais apenas deixe ele em um lugar com muita água, e comida, evitando o contato dele com outros animais, e principalmente com crianças e as pessoas, não solte ele na rua, isso pode representar perigo a sociedade.
Pessoal, a Raiva é coisa séria, eu vou explicar agora algumas medidas preventivas para que seu cão não adquire esse mal. Em primeiro lugar a vacinação é a principal prevenção da raiva, a segunda é não permitir que seu cão saia sozinho na rua, evitando o contato com possiveis animais infectados, a raiva não é só em cães, ela é em Gatos, Vacas, Morcegos, e o Homem. Por isso é sempre bom ficarmos em alerta também com os nossos Gatos.
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
Hoje um e-mail que eu recebi falou de um assunto bastante importante sobre os nossos cães, Que é preciso sempre estar alertando, Segue a baixo o e-mail enviado.
''dr. Alex, o meu cachorro esta com latido roco, estranho, e salivando muito, me estranhando, e batendo nos outros cachorros, muitos falam que ele esta doido, esta louco, eu prefiro ouvir isso de um especialista, qual a sua opinião?'' - Adriane M.
Adriane, sua pergunta foi ótima, seu cão esta com um sério problema, ele esta com raiva, A Raiva é um mal que pode matar o cachorro, não é necessário que você mate o animal, mais apenas deixe ele em um lugar com muita água, e comida, evitando o contato dele com outros animais, e principalmente com crianças e as pessoas, não solte ele na rua, isso pode representar perigo a sociedade.
Pessoal, a Raiva é coisa séria, eu vou explicar agora algumas medidas preventivas para que seu cão não adquire esse mal. Em primeiro lugar a vacinação é a principal prevenção da raiva, a segunda é não permitir que seu cão saia sozinho na rua, evitando o contato com possiveis animais infectados, a raiva não é só em cães, ela é em Gatos, Vacas, Morcegos, e o Homem. Por isso é sempre bom ficarmos em alerta também com os nossos Gatos.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Aerdale Terrier: Uma raça de cães inteligentes
do Mundo Canino

O Airedale Terrier é o rei dos terriers e o animal de maiores dimensões desta família. Trata-se de uma criatura com muita energia e que combina de forma ideal as funções de animal de estimação e de cão de guarda. Como todo Terrier, tem um temperamento ativo. É extremamente inteligente, pode até tornar-se um tanto teimoso, mas é um fiel companheiro.
Apesar de ser um animal grande, adapta-se com facilidade a espaços relativamente pequenos desde que possa dar pelo menos dois bons passeios de 20 minutos cada, todos os dias. Precisa de estímulos para correr, brincar e se exercitar.
Sua alimentação deve ser de cerca de 376 gramas por dia de um produto de marca à base de carne fresca, misturado, em partes iguais, com biscoitos. Estes cães também gostam de comer de vez em quando um biscoito grande para cães. Mas tenha sempre atenção ao peso do Airedale Terrier pois sua elegância depende do exercício que faz e do quanto ele come.
Origens e História
A raça foi desenvolvida no século passado na região do rio Aire, situado no condado de Yorkshire, Inglaterra para caça de ratos e outros pequenos animais como as nútrias (roedor típico da região) nos campos, tocas e pântanos. O tipo foi criado a partir do cruzamento de Working Terrier (um cão comum na região) com o Otterhound, raça de excelentes nadadores e caçadores de roedores.
Desta forma surgiu um cão de movimentação rápida e grande agilidade, atento e tão corajoso que foi usado para caça de grandes animais como javalis e ursos. O Airedale tem expressão inteligente e olfato muito agudo o que o auxilia no trabalho de caça. Durante a I Grande Guerra serviu nos exercícios russo e britânico. Também trabalhou para a Cruz Vermelha tendo como tarefas a localização dos feriados e transporte de mensagens.
Esse cão, ganhou seu reconhecimento em 1878, com o nome Airedale Terrier. No final do século XIX o Fox Terrier gozava de uma enorme popularidade. Nesse período muitas pessoas se dedicaram à criação e desenvolvimento deste Terrier de grande porte. Além disso é um cão bonito e útil para o homem.
O Airedale Terrier foi rapidamente adaptado como um cão de companhia mas, sempre que lhe dão as oportunidades, demonstra as suas excelentes capacidades de caçador de ratos e de patos selvagens. Também pode ser treinado como cão de caça.
Na aparência geral é bem proporcionado e simétrico, mostrando força e agilidade, particularmente nos membros posteriores, muito musculosos e com forte angulação o que confere potência nos arranques.
Sua pelagem é crespa, espessa e tem sub-pelo oleoso, o que facilita seu trabalho na água, sendo amarelo-castanho na cabeça, orelhas e membros, enquanto o corpo é preto ou cinza-escuro. Esse cão deve ser escovado diariamente com uma escova rija e, caso pretenda inscrever o seu cão numa exposição é essencial que o pêlo do animal seja separado à mão com certa regularidade. Caso contrário, o pêlo de seu amiguinho deve ser aparado na Primavera e no Verão para o animal ficar mais fresco e com um aspecto mais elegante. É importante que os pêlos não sejam aparados no Inverno, pois ele precisa da pelagem para se proteger do frio.
Serviço:
Pet Friends

O Airedale Terrier é o rei dos terriers e o animal de maiores dimensões desta família. Trata-se de uma criatura com muita energia e que combina de forma ideal as funções de animal de estimação e de cão de guarda. Como todo Terrier, tem um temperamento ativo. É extremamente inteligente, pode até tornar-se um tanto teimoso, mas é um fiel companheiro.
Apesar de ser um animal grande, adapta-se com facilidade a espaços relativamente pequenos desde que possa dar pelo menos dois bons passeios de 20 minutos cada, todos os dias. Precisa de estímulos para correr, brincar e se exercitar.
Sua alimentação deve ser de cerca de 376 gramas por dia de um produto de marca à base de carne fresca, misturado, em partes iguais, com biscoitos. Estes cães também gostam de comer de vez em quando um biscoito grande para cães. Mas tenha sempre atenção ao peso do Airedale Terrier pois sua elegância depende do exercício que faz e do quanto ele come.
Origens e História
A raça foi desenvolvida no século passado na região do rio Aire, situado no condado de Yorkshire, Inglaterra para caça de ratos e outros pequenos animais como as nútrias (roedor típico da região) nos campos, tocas e pântanos. O tipo foi criado a partir do cruzamento de Working Terrier (um cão comum na região) com o Otterhound, raça de excelentes nadadores e caçadores de roedores.
Desta forma surgiu um cão de movimentação rápida e grande agilidade, atento e tão corajoso que foi usado para caça de grandes animais como javalis e ursos. O Airedale tem expressão inteligente e olfato muito agudo o que o auxilia no trabalho de caça. Durante a I Grande Guerra serviu nos exercícios russo e britânico. Também trabalhou para a Cruz Vermelha tendo como tarefas a localização dos feriados e transporte de mensagens.
Esse cão, ganhou seu reconhecimento em 1878, com o nome Airedale Terrier. No final do século XIX o Fox Terrier gozava de uma enorme popularidade. Nesse período muitas pessoas se dedicaram à criação e desenvolvimento deste Terrier de grande porte. Além disso é um cão bonito e útil para o homem.
O Airedale Terrier foi rapidamente adaptado como um cão de companhia mas, sempre que lhe dão as oportunidades, demonstra as suas excelentes capacidades de caçador de ratos e de patos selvagens. Também pode ser treinado como cão de caça.
Na aparência geral é bem proporcionado e simétrico, mostrando força e agilidade, particularmente nos membros posteriores, muito musculosos e com forte angulação o que confere potência nos arranques.
Sua pelagem é crespa, espessa e tem sub-pelo oleoso, o que facilita seu trabalho na água, sendo amarelo-castanho na cabeça, orelhas e membros, enquanto o corpo é preto ou cinza-escuro. Esse cão deve ser escovado diariamente com uma escova rija e, caso pretenda inscrever o seu cão numa exposição é essencial que o pêlo do animal seja separado à mão com certa regularidade. Caso contrário, o pêlo de seu amiguinho deve ser aparado na Primavera e no Verão para o animal ficar mais fresco e com um aspecto mais elegante. É importante que os pêlos não sejam aparados no Inverno, pois ele precisa da pelagem para se proteger do frio.
Serviço:
Pet Friends
Cãozinho fica preso em veiculo e buzina para ser resgatado
do Mundo Canino

Histórias de animais inteligentes nos surpreendem a cada dia. Max, por exemplo, é um labrador que mora com sua dona em Allentown, no estado na Pensilvânia, nos Estados Unidos. e foi esquecido dentro do carro após um passeio
Max não latiu, buzinou. Isso mesmo, o cão de 11 anos chamou a atenção de Donna Gardner, sua dona, que saiu da casa, olhou, não encontrou nada e deu as costas.
Insistente, Max continuou a buzinar até Dona ir até a rua mais uma vez e, ai sim, encontrar o cachorro no carro.
''Eu corri e tirei Max de lá imediatamente, ele estava ofegante, desesperado.'', disse a dona.
Opinião Veterinária
''Assim como nós os cachorros também sentem medo das coisas, Tanto é que quando damos broncas para eles não fazer algo que não gostamos eles passam a perceber que aquilo não pode, Os cachorros tem muita inteligência, dentro do meio animal os cães se destacam por sua inteligência, e sua carisma com os donos, por isso que é importante tratar um cachorro bem, com muito carinho, Os cães são capazes de notar quem é bom e quem é ruim para eles, Tanto que você pode notar, Quando nos aproximamos de um cão que é espancado ele sempre fica se abaixando como se estivesse esperando uma pancada, Agora naquele cãozinho cheio de amor e carinho ele pode é latir com você para proteger o seu dono, ou aceitar seus carinhos, Esse é o sentimento canino, a inteligência canina.'', afirma dr. Alex Palhares, do Mundo Canino.

Histórias de animais inteligentes nos surpreendem a cada dia. Max, por exemplo, é um labrador que mora com sua dona em Allentown, no estado na Pensilvânia, nos Estados Unidos. e foi esquecido dentro do carro após um passeio
Max não latiu, buzinou. Isso mesmo, o cão de 11 anos chamou a atenção de Donna Gardner, sua dona, que saiu da casa, olhou, não encontrou nada e deu as costas.
Insistente, Max continuou a buzinar até Dona ir até a rua mais uma vez e, ai sim, encontrar o cachorro no carro.
''Eu corri e tirei Max de lá imediatamente, ele estava ofegante, desesperado.'', disse a dona.
Opinião Veterinária
''Assim como nós os cachorros também sentem medo das coisas, Tanto é que quando damos broncas para eles não fazer algo que não gostamos eles passam a perceber que aquilo não pode, Os cachorros tem muita inteligência, dentro do meio animal os cães se destacam por sua inteligência, e sua carisma com os donos, por isso que é importante tratar um cachorro bem, com muito carinho, Os cães são capazes de notar quem é bom e quem é ruim para eles, Tanto que você pode notar, Quando nos aproximamos de um cão que é espancado ele sempre fica se abaixando como se estivesse esperando uma pancada, Agora naquele cãozinho cheio de amor e carinho ele pode é latir com você para proteger o seu dono, ou aceitar seus carinhos, Esse é o sentimento canino, a inteligência canina.'', afirma dr. Alex Palhares, do Mundo Canino.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O Medo de trovões, e Bombas
ALEXANDRE ROSSI
da Cão Cidadão
editor de multimídia do Mundo Canino

Não raro, cães entram em desespero ao ouvir explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais para eles ou se jogar pela janela. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente. Mas, por que ficam tão apavorados?
Instinto de preservação
Barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, os animais tentam fugir de tais sons. Estrondos passam a idéia de que algo grande e poderoso se aproxima, como árvores caindo, relâmpagos, etc. Os antepassados dos cães que mais fugiram desses sons foram os que mais tiveram chances de sobreviver.
Até mesmo dentro de nossas casas um barulho alto pode significar perigo. Imagine um móvel inteiro caindo perto do cão. É de se esperar que ele saia correndo para não se ferir.
Não é dor no ouvido
Muitas pessoas alegam que seus cães têm a audição muito sensível e que, por isso, sons fortes como de fogos e trovões são capazes de causar dor no sistema auditivo. Tá certo que um estampido extremamente forte, em contato direto com o ouvido do cão, possa realmente ter esse efeito, mas é raro isso acontecer.
Apesar de os cães terem ótima audição, não é por dor que ficam assustados. A verdadeira causa é a associação que fazem de perigo com determinado barulho.
Trauma
Sempre que se assusta demais, o cão pode desenvolver trauma. Se um barulho muito forte o apavorar, outros ruídos semelhantes passarão a causar medo enorme, simplesmente por estarem associados ao grande susto inicial. É o que acontece quando um cão começa a tremer e a ficar ansioso com trovões fracos, bem distantes. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade se formar, o cão já pode estar sofrendo.
Cura difícil
Infelizmente, não é fácil resolver esse problema. Mas existem várias dicas para amenizá-lo. Casos de recuperação total acontecem. Não desanime, portanto. Almeje o tratamento e evite submeter o cão a mais sofrimento que o necessário. Proceda com calma e consideração.
Local de confiança e protegido
Muitos cães normalmente escolhem um lugar para se abrigarem quando estão com medo. Se esse for o caso do seu cão, procure respeitar o local escolhido por ele - permita que fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço com janelas e portas vedadas - quanto mais a prova de som, melhor -, e acostume o cão a freqüentá-lo.
Se você escolheu o seu quarto, ótimo! Usar um ambiente associado com a sua pessoa vai ajudar bastante a deixar o cão mais seguro. Dentro desse lugar, habitue-o a ouvir sons altos, bem altos, como de TV, rádio ou mesmo um CD de música. Desse modo, quando houver barulho de fogos ou trovões você poderá encobri-los, mesmo que parcialmente. Acostume o cão a brincar e a se divertir naquele ambiente também sem haver trovões ou rojões, para o local não ser associado a barulhos assustadores.
Acostumar aos poucos
Sempre que você e o cão ouvirem um barulho semelhante ao que causa medo nele, comemore com ele - dê petisco, jogue bola, etc. Tenha cuidado para nunca demonstrar que você se assustou com um barulho. O seu papel é ser fonte de segurança - esse exercício só funcionará se o cão se sentir relativamente seguro. Por isso, não se agache para protegê-lo quando houver um estrondo. Para ele, o ato de agachar pode ser sinal de medo.
Um modo seguro de acostumar o cão com barulhos cada vez mais altos é gravar sons de tempestade e de fogos e reproduzi-los em momentos agradáveis. Para ele não ficar assustado, respeite sempre os limites.
Evite novos traumas
Todo o treino pode ir por água abaixo se novos traumas surgirem em decorrência dos ruídos. Considere, portanto, a possibilidade de, no dia de uma grande partida de futebol, na virada de ano novo ou quando mais for necessário, lançar mão de ansiolíticos (medicação tranquilizante). Consulte seu veterinário sobre isso. Antes de usar o remédio diante de estímulos muito estressantes para o cão, teste o remédio. Há possibilidade de o cão ficar ansioso em vez de calmo. Procure também observar se a dose está adequada. Em excesso, o remédio pode deixar o cão desequilibrado ou sonolento demais. Nesse último caso, ele deverá ficar confinado num espaço seguro e protegido de qualquer perigo, já que perambular pela casa causaria risco de bater em algo ou cair da varanda, por exemplo.
da Cão Cidadão
editor de multimídia do Mundo Canino

Não raro, cães entram em desespero ao ouvir explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais para eles ou se jogar pela janela. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente. Mas, por que ficam tão apavorados?
Instinto de preservação
Barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, os animais tentam fugir de tais sons. Estrondos passam a idéia de que algo grande e poderoso se aproxima, como árvores caindo, relâmpagos, etc. Os antepassados dos cães que mais fugiram desses sons foram os que mais tiveram chances de sobreviver.
Até mesmo dentro de nossas casas um barulho alto pode significar perigo. Imagine um móvel inteiro caindo perto do cão. É de se esperar que ele saia correndo para não se ferir.
Não é dor no ouvido
Muitas pessoas alegam que seus cães têm a audição muito sensível e que, por isso, sons fortes como de fogos e trovões são capazes de causar dor no sistema auditivo. Tá certo que um estampido extremamente forte, em contato direto com o ouvido do cão, possa realmente ter esse efeito, mas é raro isso acontecer.
Apesar de os cães terem ótima audição, não é por dor que ficam assustados. A verdadeira causa é a associação que fazem de perigo com determinado barulho.
Trauma
Sempre que se assusta demais, o cão pode desenvolver trauma. Se um barulho muito forte o apavorar, outros ruídos semelhantes passarão a causar medo enorme, simplesmente por estarem associados ao grande susto inicial. É o que acontece quando um cão começa a tremer e a ficar ansioso com trovões fracos, bem distantes. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade se formar, o cão já pode estar sofrendo.
Cura difícil
Infelizmente, não é fácil resolver esse problema. Mas existem várias dicas para amenizá-lo. Casos de recuperação total acontecem. Não desanime, portanto. Almeje o tratamento e evite submeter o cão a mais sofrimento que o necessário. Proceda com calma e consideração.
Local de confiança e protegido
Muitos cães normalmente escolhem um lugar para se abrigarem quando estão com medo. Se esse for o caso do seu cão, procure respeitar o local escolhido por ele - permita que fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço com janelas e portas vedadas - quanto mais a prova de som, melhor -, e acostume o cão a freqüentá-lo.
Se você escolheu o seu quarto, ótimo! Usar um ambiente associado com a sua pessoa vai ajudar bastante a deixar o cão mais seguro. Dentro desse lugar, habitue-o a ouvir sons altos, bem altos, como de TV, rádio ou mesmo um CD de música. Desse modo, quando houver barulho de fogos ou trovões você poderá encobri-los, mesmo que parcialmente. Acostume o cão a brincar e a se divertir naquele ambiente também sem haver trovões ou rojões, para o local não ser associado a barulhos assustadores.
Acostumar aos poucos
Sempre que você e o cão ouvirem um barulho semelhante ao que causa medo nele, comemore com ele - dê petisco, jogue bola, etc. Tenha cuidado para nunca demonstrar que você se assustou com um barulho. O seu papel é ser fonte de segurança - esse exercício só funcionará se o cão se sentir relativamente seguro. Por isso, não se agache para protegê-lo quando houver um estrondo. Para ele, o ato de agachar pode ser sinal de medo.
Um modo seguro de acostumar o cão com barulhos cada vez mais altos é gravar sons de tempestade e de fogos e reproduzi-los em momentos agradáveis. Para ele não ficar assustado, respeite sempre os limites.
Evite novos traumas
Todo o treino pode ir por água abaixo se novos traumas surgirem em decorrência dos ruídos. Considere, portanto, a possibilidade de, no dia de uma grande partida de futebol, na virada de ano novo ou quando mais for necessário, lançar mão de ansiolíticos (medicação tranquilizante). Consulte seu veterinário sobre isso. Antes de usar o remédio diante de estímulos muito estressantes para o cão, teste o remédio. Há possibilidade de o cão ficar ansioso em vez de calmo. Procure também observar se a dose está adequada. Em excesso, o remédio pode deixar o cão desequilibrado ou sonolento demais. Nesse último caso, ele deverá ficar confinado num espaço seguro e protegido de qualquer perigo, já que perambular pela casa causaria risco de bater em algo ou cair da varanda, por exemplo.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
A Raiva
do Mundo Canino

Depois de mordido por outro animal raivoso, o cão, ou outro animal, pode levar algumas semanas para desenvolver doença, mas após o aparecimento dos sintomas a evolução é rápida, variando de 1 a 11 dias, onde o animal morre por convulsões e paralisia.
Na raiva, o período de incubação, tempo que leva da mordida até o aparecimento dos sintomas, varia de 1 a 3 meses, podendo se estender por vários anos. Os sintomas da doença aparecem, quando o vírus atinge o cérebro ou a medula espinhal.
Entre os sinais de raiva em cachorros e gatos incluem-se:
mudança brusca de comportamento (inquietação, andar sem rumo).
cachorro ficam como se estivessem mordendo o ar.
em cachorros doentes o latido torna-se diferente parece um uivo rouco.
salivação abundante.
dificuldade para engolir.
mudança nos hábitos alimentares.
paralisia das patas traseiras.

Depois de mordido por outro animal raivoso, o cão, ou outro animal, pode levar algumas semanas para desenvolver doença, mas após o aparecimento dos sintomas a evolução é rápida, variando de 1 a 11 dias, onde o animal morre por convulsões e paralisia.
Na raiva, o período de incubação, tempo que leva da mordida até o aparecimento dos sintomas, varia de 1 a 3 meses, podendo se estender por vários anos. Os sintomas da doença aparecem, quando o vírus atinge o cérebro ou a medula espinhal.
Entre os sinais de raiva em cachorros e gatos incluem-se:
mudança brusca de comportamento (inquietação, andar sem rumo).
cachorro ficam como se estivessem mordendo o ar.
em cachorros doentes o latido torna-se diferente parece um uivo rouco.
salivação abundante.
dificuldade para engolir.
mudança nos hábitos alimentares.
paralisia das patas traseiras.
Os cães também sofrem de Conjuntivite
do Mundo Canino
A Conjuntivite é uma doença que acomete com freqüência os animais e muitas vezes são negligenciadas pelo dono que quando levam o animal para um diagnóstico a doença já se tornou crônica ou já está num estágio bem avançado. A conjuntiva é uma mucosa que protege os olhos, ficam embaixo das pálpebras e quando estão no estado normal, apresentam uma coloração branco rosada.
A Conjuntivite Canina:



Os animais que sofrem mais desse mau normalmente são aqueles que andam no carro com o rosto para fora do vidro, isso faz com que entrem corpos estranhos irritando a mucosa. Outro fator que devemos ficar atento é que conjuntivite é sintoma de cinomose, além do que isso pode ocorrer também devido alergias que levam o animal a desenvolver a conjuntivite, porém, isso é mais raro. E vale lembrar que possuem animais que têm os olhos excessivamente lacrimejantes e com remelas devido a grande infestação de vermes por isso de 6 em 6 meses ou 1 vez ao ano é recomendado o vermífugo.
O animal que estiver com conjuntivite provavelmente apresentará inchaço nas pálpebras, vermelhidão, edema e corrimento ocular que pode ser seroso, mucoso ou purulento. É necessário levar o animal para avaliação no veterinário para que o mesmo possa indicar um colírio adequado e a freqüência de uso e dependendo do caso até antibióticos. Não vamos deixar os animais sofrerem, já que somos os únicos a quem eles podem confiar.
A Conjuntivite é uma doença que acomete com freqüência os animais e muitas vezes são negligenciadas pelo dono que quando levam o animal para um diagnóstico a doença já se tornou crônica ou já está num estágio bem avançado. A conjuntiva é uma mucosa que protege os olhos, ficam embaixo das pálpebras e quando estão no estado normal, apresentam uma coloração branco rosada.
A Conjuntivite Canina:



Os animais que sofrem mais desse mau normalmente são aqueles que andam no carro com o rosto para fora do vidro, isso faz com que entrem corpos estranhos irritando a mucosa. Outro fator que devemos ficar atento é que conjuntivite é sintoma de cinomose, além do que isso pode ocorrer também devido alergias que levam o animal a desenvolver a conjuntivite, porém, isso é mais raro. E vale lembrar que possuem animais que têm os olhos excessivamente lacrimejantes e com remelas devido a grande infestação de vermes por isso de 6 em 6 meses ou 1 vez ao ano é recomendado o vermífugo.
O animal que estiver com conjuntivite provavelmente apresentará inchaço nas pálpebras, vermelhidão, edema e corrimento ocular que pode ser seroso, mucoso ou purulento. É necessário levar o animal para avaliação no veterinário para que o mesmo possa indicar um colírio adequado e a freqüência de uso e dependendo do caso até antibióticos. Não vamos deixar os animais sofrerem, já que somos os únicos a quem eles podem confiar.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares
ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. Alex, me ajude, a minha cachorra esta vomitando, não sei explicar o que ela tem, mais ela esta muito tristinha, não come, não faz nada, eu não tenho dinheiro para levar ela ao veterinário ela é nossa paixão, me diz algo que eu possa fazer aqui em casa para ajudar minha cachorra, ela tem 7 anos, e é nossa paixão. - Lucia G.F
dona Lucia, sua cadela esta vomitando e triste existe algum problema na sua cadela, E acredito que seja algo intestinal, vamos fazer assim, trás ela aqui para que eu possa olhar sua cadela melhor, faremos todos os procedimentos necessários na sua cadela, e por ser uma dona muito apaixonada e carinhosa com a sua cadela o Mundo Canino assume todas as despesas veterinárias da sua cadela.
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. Alex, me ajude, a minha cachorra esta vomitando, não sei explicar o que ela tem, mais ela esta muito tristinha, não come, não faz nada, eu não tenho dinheiro para levar ela ao veterinário ela é nossa paixão, me diz algo que eu possa fazer aqui em casa para ajudar minha cachorra, ela tem 7 anos, e é nossa paixão. - Lucia G.F
dona Lucia, sua cadela esta vomitando e triste existe algum problema na sua cadela, E acredito que seja algo intestinal, vamos fazer assim, trás ela aqui para que eu possa olhar sua cadela melhor, faremos todos os procedimentos necessários na sua cadela, e por ser uma dona muito apaixonada e carinhosa com a sua cadela o Mundo Canino assume todas as despesas veterinárias da sua cadela.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Um cãozinho vira alvo de justiça
do Mundo Canino

A briga entre duas mulheres, em Santo Ângelo (RS), pela posse de um cão yorkshire terrier parou no Tribunal de Justiça gaúcho. A decisão é de que o cão fique com a empregada de uma clínica veterinária. A disputa começou em 2007, quando a então proprietária do animal entregou-o à funcionária. A versão da primeira proprietária é de que, em 2006, o cão foi emprestado para procriação e ficou por mais alguns dias a seu pedido. A mulher que recebeu o cachorro diz que ele havia sido doado.
Essas mulheres gostam mesmo desse cãozinho.

A briga entre duas mulheres, em Santo Ângelo (RS), pela posse de um cão yorkshire terrier parou no Tribunal de Justiça gaúcho. A decisão é de que o cão fique com a empregada de uma clínica veterinária. A disputa começou em 2007, quando a então proprietária do animal entregou-o à funcionária. A versão da primeira proprietária é de que, em 2006, o cão foi emprestado para procriação e ficou por mais alguns dias a seu pedido. A mulher que recebeu o cachorro diz que ele havia sido doado.
Essas mulheres gostam mesmo desse cãozinho.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O Abandono do Cachorro
do Mundo Canino
As vezes muitas famílias não tem condições financeiras de cuidar direito de um cachorro e decide repassa-lo a outras familias, Uma atitude mais que certa, uma atitude correta. Outras pessoas preferem fazer algo com monstruosidade, abandonar os cães em ruas, ou terrenos baldios, eles são obrigados a ficarem com fome, sede, e passar frio, e ficar meses sem carinho e sem proteção.

O Cãozinho foi encontrado magro e com fome, Hoje recebe cuidados
especiais, e precisa de um lar.
Ficam expostos a qualquer maldade de pessoas com malicia, a serem atropelados, Tudo por que foram abandonados. Nunca abandone um cachorro, repasse mais não abandone. Mundo Canino o melhor amigo dos cães.

Cadela abandonada magra, com fome, e sede.
As vezes muitas famílias não tem condições financeiras de cuidar direito de um cachorro e decide repassa-lo a outras familias, Uma atitude mais que certa, uma atitude correta. Outras pessoas preferem fazer algo com monstruosidade, abandonar os cães em ruas, ou terrenos baldios, eles são obrigados a ficarem com fome, sede, e passar frio, e ficar meses sem carinho e sem proteção.

O Cãozinho foi encontrado magro e com fome, Hoje recebe cuidados
especiais, e precisa de um lar.
Ficam expostos a qualquer maldade de pessoas com malicia, a serem atropelados, Tudo por que foram abandonados. Nunca abandone um cachorro, repasse mais não abandone. Mundo Canino o melhor amigo dos cães.

Cadela abandonada magra, com fome, e sede.
S.O.S. Vida Animal: Próximo dia 10
do Mundo Canino
O próximo sábado, 10 de julho, é dia da 53ª Campanha de Adoção do SOS Vida Animal — promovida por um grupo de voluntários que dedicam parte do tempo livre a salvar ou melhorar as vidas de cães e gatos abandonados no Rio de Janeiro. O evento, no ponto de encontro de sempre — Praça Edmundo Bitencourt, Bairro Peixoto, Copacabana — vai das 10h às 16h. Depois de tanto tempo frequentando a vizinhança, voluntários, pais adotivos e candidatos à adoção fizeram da praça na Zona Sul espaço para confraternização e ações pela causa.
Muitas “famílias” formadas pelo SOS Vida Animal voltam a fazer contato. A festa evidencia a transformação nas vidas dos bichos, que, assim como humanos, ao ganhar carinho, lares e cuidados, nem parecem os mesmos resgatados em vias públicas ou em condições de maus-tratos. Pelos ganham brilho, eles engordam e passam a brincar com esperteza, como qualquer animal de pedigree.
A cadela Maria Eufrásia, com cerca de dois anos, foi abandonada porque estava infestada de carrapatos. Recebida pela Sociedade Zoófila Educativa (Sozed), parceira do SOS, ela encontrou uma família há dois meses e hoje mora no bairro do Jardim Botânico. Livre da praga, Maria já virou até post e faz muito sucesso na rede de relacionamento Facebook.
O próximo sábado, 10 de julho, é dia da 53ª Campanha de Adoção do SOS Vida Animal — promovida por um grupo de voluntários que dedicam parte do tempo livre a salvar ou melhorar as vidas de cães e gatos abandonados no Rio de Janeiro. O evento, no ponto de encontro de sempre — Praça Edmundo Bitencourt, Bairro Peixoto, Copacabana — vai das 10h às 16h. Depois de tanto tempo frequentando a vizinhança, voluntários, pais adotivos e candidatos à adoção fizeram da praça na Zona Sul espaço para confraternização e ações pela causa.
Muitas “famílias” formadas pelo SOS Vida Animal voltam a fazer contato. A festa evidencia a transformação nas vidas dos bichos, que, assim como humanos, ao ganhar carinho, lares e cuidados, nem parecem os mesmos resgatados em vias públicas ou em condições de maus-tratos. Pelos ganham brilho, eles engordam e passam a brincar com esperteza, como qualquer animal de pedigree.
A cadela Maria Eufrásia, com cerca de dois anos, foi abandonada porque estava infestada de carrapatos. Recebida pela Sociedade Zoófila Educativa (Sozed), parceira do SOS, ela encontrou uma família há dois meses e hoje mora no bairro do Jardim Botânico. Livre da praga, Maria já virou até post e faz muito sucesso na rede de relacionamento Facebook.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Cães Ciumentos
ALEXANDRE ROSSI
da Cão Cidadão
editor de multimídia do Mundo Canino

O cachorro tem bastante ciúme das pessoas que gosta e, principalmente, se ele se sentir um pouco “dono” delas. É muito comum o cachorro estar do seu lado e, quando alguém vai conversar com você, ele partir pra cima, agressivamente, ou fazer muito barulho. A melhor coisa a se fazer neste caso é mostrar ao cão que ele não é seu dono. Para isso, dê broncas nele quando mostrar esse comportamento agressivo. É importante ressaltar que quem deve dar a bronca é a pessoa que está sendo protegida e não a que está sendo atacada. Por exemplo: se uma amiga chega na sua casa e o cachorro tem ciúme dela, quem deve dar a bronca é você e não ela. A amiga tem que transformar sua aproximação em algo agradável para o cão. Sempre que ela chegar na sua casa, peça pra ela fazer bastante carinho no cachorro e se possível dar um petisco. Assim ele vai associar a chegada da mulher a algo agradável.
Serviço:
Cão Cidadão
Fone:11 3571.8138
e-mail: faleconosco@caocidadao.com.br
da Cão Cidadão
editor de multimídia do Mundo Canino

O cachorro tem bastante ciúme das pessoas que gosta e, principalmente, se ele se sentir um pouco “dono” delas. É muito comum o cachorro estar do seu lado e, quando alguém vai conversar com você, ele partir pra cima, agressivamente, ou fazer muito barulho. A melhor coisa a se fazer neste caso é mostrar ao cão que ele não é seu dono. Para isso, dê broncas nele quando mostrar esse comportamento agressivo. É importante ressaltar que quem deve dar a bronca é a pessoa que está sendo protegida e não a que está sendo atacada. Por exemplo: se uma amiga chega na sua casa e o cachorro tem ciúme dela, quem deve dar a bronca é você e não ela. A amiga tem que transformar sua aproximação em algo agradável para o cão. Sempre que ela chegar na sua casa, peça pra ela fazer bastante carinho no cachorro e se possível dar um petisco. Assim ele vai associar a chegada da mulher a algo agradável.
Serviço:
Cão Cidadão
Fone:11 3571.8138
e-mail: faleconosco@caocidadao.com.br
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares
ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
Dr. Alex, eu tenho um cachorro eu não sei a raça, minha irmã trouxe da roça, por que ele solta tanto pelo? - Sandra Maria F.R
Dona Sandra, os cães quando não ocorre falhas na pelagem eles passam por uma estação de troca de pêlos, o normal é duas vezes ao ano, Uma dica que eu deixo para senhora é de escovar o cão diáriamente, assim garante a troca de pelagem e proporciona pêlos mais saudaveis e bonitos ao seu cão. Sobre soltar os pêlos, caso não seja duas vezes ao ano, é essencial consultar o médico veterinário, Estou a disposição para quais quer outras dúvidas.
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
Dr. Alex, eu tenho um cachorro eu não sei a raça, minha irmã trouxe da roça, por que ele solta tanto pelo? - Sandra Maria F.R
Dona Sandra, os cães quando não ocorre falhas na pelagem eles passam por uma estação de troca de pêlos, o normal é duas vezes ao ano, Uma dica que eu deixo para senhora é de escovar o cão diáriamente, assim garante a troca de pelagem e proporciona pêlos mais saudaveis e bonitos ao seu cão. Sobre soltar os pêlos, caso não seja duas vezes ao ano, é essencial consultar o médico veterinário, Estou a disposição para quais quer outras dúvidas.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
A Educação Canina
do Mundo Canino

O Xixi
Você insiste, mas não há nada que faça com que o cãozinho procure o local certo para fazer as necessidades. Calma! Se você conduzi-lo para acertar, não vai ser necessário brigar com animal. O primeiro passo é estabelecer o lugar com jornal. Caso ele não faça no espaço, a correção deve ser momentânea. "O cachorro tem um grande poder de associação, mas só quando acontece no exato momento. Não adianta chegar em casa e brigar com animal porque fez xixi pela casa", explica o médico veterinário Aldo Macellaro Jr.
Quando o cão terminar de fazer as refeições, já é possível levá-lo ao jornal, pois é nessa hora que acontece o processo eliminativo. De acordo com o especialista, depois de uma boa resposta, o dono deve recompensá-lo. O importante é não deixar passar muito tempo. "O ideal é treiná-lo o mais cedo possível, até os três meses. Gritar, bater e agredir não fazem com que o cachorro entenda o correto", afirma Macellaro.
Pular
O seu cão adora a pular em cima de todas as pessoas que se aproxima? Provavelmente, o bichinho associa pular a receber carinho, pois quando era filhote fazia isso para receber atenção. "Nesse caso, o dono tem que mostrar que o animal vai receber carinho na hora adequada. O ideal é ignorar o cachorro e acarinhá-lo no momento em que ele está calmo, quando a excitação passar", ensina o veterinário. "A orientação é desprezar os comportamentos ruins e recompensar os bons", completa.
Latir
O latido é a comunicação e o alarme do cachorro. De acordo com a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto, é preciso ensinar quais são os momentos que ele pode latir. "Se o latido acontece quando a pessoa sai de casa, o proprietário não pode dar pistas que o cão vai ficar sozinho. Quando chegar, esperar alguns minutos para fazer festa", aconselha.
Solidão
Há alguns amiguinhos que não aceitam ficar sozinhos e acabam estragando a casa toda para chamar atenção. Aldo Macellaro explica que isso é ansiedade de separação, que normalmente é causada pelo dono. "Quando o proprietário sai, o cão pensa que será abandonado. Voz aguda é terrível, pois aumenta a ansiedade. Se despedir dramaticamente faz com que o cachorro espere ansiosamente a chegada. Assim, as chegadas e despedidas devem ser tranquilas".

O Xixi
Você insiste, mas não há nada que faça com que o cãozinho procure o local certo para fazer as necessidades. Calma! Se você conduzi-lo para acertar, não vai ser necessário brigar com animal. O primeiro passo é estabelecer o lugar com jornal. Caso ele não faça no espaço, a correção deve ser momentânea. "O cachorro tem um grande poder de associação, mas só quando acontece no exato momento. Não adianta chegar em casa e brigar com animal porque fez xixi pela casa", explica o médico veterinário Aldo Macellaro Jr.
Quando o cão terminar de fazer as refeições, já é possível levá-lo ao jornal, pois é nessa hora que acontece o processo eliminativo. De acordo com o especialista, depois de uma boa resposta, o dono deve recompensá-lo. O importante é não deixar passar muito tempo. "O ideal é treiná-lo o mais cedo possível, até os três meses. Gritar, bater e agredir não fazem com que o cachorro entenda o correto", afirma Macellaro.
Pular
O seu cão adora a pular em cima de todas as pessoas que se aproxima? Provavelmente, o bichinho associa pular a receber carinho, pois quando era filhote fazia isso para receber atenção. "Nesse caso, o dono tem que mostrar que o animal vai receber carinho na hora adequada. O ideal é ignorar o cachorro e acarinhá-lo no momento em que ele está calmo, quando a excitação passar", ensina o veterinário. "A orientação é desprezar os comportamentos ruins e recompensar os bons", completa.
Latir
O latido é a comunicação e o alarme do cachorro. De acordo com a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto, é preciso ensinar quais são os momentos que ele pode latir. "Se o latido acontece quando a pessoa sai de casa, o proprietário não pode dar pistas que o cão vai ficar sozinho. Quando chegar, esperar alguns minutos para fazer festa", aconselha.
Solidão
Há alguns amiguinhos que não aceitam ficar sozinhos e acabam estragando a casa toda para chamar atenção. Aldo Macellaro explica que isso é ansiedade de separação, que normalmente é causada pelo dono. "Quando o proprietário sai, o cão pensa que será abandonado. Voz aguda é terrível, pois aumenta a ansiedade. Se despedir dramaticamente faz com que o cachorro espere ansiosamente a chegada. Assim, as chegadas e despedidas devem ser tranquilas".
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Câncer em Cachorro: É Possivel?
do Mundo Canino

Epidemiologia é o estudo de doenças em populações (coletivo) em vez de indivíduos (individual). Estudos epidemiológicos examinam fatores aos quais estão associados o desenvolvimento de doenças. Populações inteiras normalmente não podem ser examinadas, e a epidemiologia confia numa amostragem (partes menores da população global) e, usando estatísticas, indicam corretamente resultados para todos. Quando você ler que comer mais fibras é (ou não é) bom para impedir a doença de coração, você está lendo o resultado de um estudo epidemiológico, que se baseia em estatísticas.
Uma das coisas muito importantes para se lembrar quando você ler uma epidemiologica é considerar que ela relata Associações e não causa.
Avaliação
Quase três terços de casas americanas incluem pelo menos um cão. Os estudos descritos aqui são quase todos estudos observacionais de cães em seus ambientes, e não animais de laboratório.
Este tipo de estudo observa grupos de cães com uma doença específica e a relação deste grupo com um grupo semelhante de cães sem doença (controles). Então, olhando para o passado histórico dos cães, se procura por diferenças significantes em suas vidas e tipo de exposições a que estiveram submetidos. O grau ao qual estas exposições influenciam o desenvolvimento de câncer está determinado usando-se modelos estatísticos e é expresso por uma relação de discordâncias. Isto dá uma idéia do risco ou serve como prevenção para anteceder a evolução da doença.
Porque existem diferenças grandes entre as raças, mudanças de vida a envelhecimento, e gênero em cães, é que modelos estatísticos são usados para tentar compensar estas diferenças encontrando respostas que expliquem o surgimento do cancer.
Nos Estados Unidos, existem aproximadamente quatro cães em cada mil aos quais são diagnosticados câncer, a cada ano.
Lembremos que estes números são dos anos 1960! Não existem estudos tão novos aumentado a expectativa de vida de cães e talvez até tenham mudanças nessa ordem.
É interessante observar que o câncer dos ovários e útero são raros em cães. Isto poderia ser porque muitos cães não alcançam a idade em que estes cânceres se tornam mais comum. Cães não tem muito câncer de pulmão, provavelmente porque eles não fumam e estejam menos expostos a conhecidos carcinogenos.
Cólon e câncer retal, o terceiro tumor muito comum em humanos, é extremamente raro em cães. Isto poderia ser devido a mais rápida ( em tempo) absorção de alimento por cães, mais exercitados e por uma dieta diferente dos humanos.
O câncer de pele (melanoma) e o câncer de tecido conjuntivo é em grande parte espontâneo em cães, sendo que estes dois cânceres não estão incluídos na crítica do artigo.
Câncer de mama
Feminino 97% por cento de todo câncer de mama em cães acontece em fêmeas. É o câncer mais comum em cadelas. 76% de todos estes tumores são do mesmo tipo como encontra-se em humanos--adenocarcinomas . Os cães de raça tem duas vezes mais câncer de mama do que raça misturadas ( vira-lata) da mesmo idade. A importancia de examinar estudos de câncer de mama em cães é que os ovários removidos cedo protegem contra câncer de mama. A proteção maior acontece se o cão tem removido os ovários antes de seu primeiro cio. Se a cadela tem removido os ovários depois de idade 2 ½ anos, o risco de adquirir câncer de mama não é estatisticamente diferente de uma cadela que não teve removido os ovários. Um estudo, contudo, achou pelo menos alguma espécie de proteção contra o câncer de mama quando cadelas tiveram removido os ovários até 5 anos de idade. Claramente, quanto mais cedo uma cadela tiver removido os ovários, menos chances terá, provavelmente, de aquirir câncer de mama.
Como em humanos, a presença de receptores, estrogeno e progesterona em câncer de mama sugere um papel importante para excitação hormonal no desenvolvimento de tumores. Tumores que tem um maior número de receptores de estrogênio e progesterona são menos malignos que aqueles com menos destes receptores.
Uma mostra sugere que beagles que engravidaram em todos os ciclos não desenvolveram câncer de mama. Outras mostras sugerem que doses altas de contraceptivos pode induzir o desenvolvimento de câncer de mama em beagles.
Estudos acharam associações entre desenvolvimento de câncer de mama e dieta, obesidade, e peso inferior ao normal. Uma mostra sugere que a quantia de gordura na dieta não foi associada com câncer de mama mas já uma dieta de baixa-gordura e de alta-proteína foi associado com um uma maior chance de câncer de mama sobrevivente. Cadelas que tiveram peso inferior ao normal como filhotes, por ex, tem cerca da metade do risco de desenvolver câncer de mama, assim como filhotes que foram de peso normal ou acima-normal. Uma relação encontrada é a de cães obesos terem 4 vezes mais chance de desenvolver câncer de mama , tumores malignos que cães de peso normal.
Câncer Testicular
Encontra-se em humanos (homens) um tipo de câncer testicular, seminomas e os cães adquirem quaisquer dos três tipos de tumores testicular: sertoli- tumores de célula, seminomas, e tumores de célula de intersticial. Também, não existe aumento do número de casos de câncer testicular em cães no início da maioridade, como existe em humanos.
Cães com anomalias de testículos (os testículos não migram convenientemente ao escroto mas permanecem na cavidade de corpo) tem um risco notadamente mais alto que outros cães para desenvolverem este tipo de câncer. Cães com hérnias inguinal têm também risco aumentado. Obviamente, neutering de cães previne o desenvolvimento deste tipo de câncer.
Mais casos de câncer testicular também foram encontrados em cães da Guerra do Vietname que foram expostos a infecções parasitárias, tratamentos variados para estas infecções (tetraciclina foi excluída), e herbicidas.
Linfoma
Linfoma é um câncer das células do sistema imune. Linfoma de caninos é muito parecido com tipo de linfomas em humanos. Cães estão mais provavelmente propensos a obter este tipo de câncer quando mais velhos. Machos e fêmeas desenvolvem este câncer em torno da mesma taxa. Esterilizar ou que remover os ovários não afeta o desenvolvimento desta doença embora as raças puras são levemente mais propensas a obterem linfoma que cães vira-lata.
Existe uma associação modesta entre desenvolver linfoma e o uso de herbicidas e/ou produtos químicos para tratar o gramado utilizado pelo cão. Outra associação é entre linfoma e exposição em campos eletromagnéticos.
Osteossarcoma
Tumores de ossos em cães são muito parecidos com aqueles que afetam os humanos. A metáfise, onde crescimento acontece, é o local mais comum. Estes tumores são normalmente de alta percentagem de agressividade e normalmente estendidas para outras partes do corpo. O pulmão é muito comumente envolvido.
Osteossarcoma tende afetar maior numero de raças com um leve aumento de incidência na idade avançada. Machos são mais provavelmente afetados que as fêmeas. E desde que esterelizadaos, cães e cadelas têm duas vezes mais o risco de desenvolver a doença comparado com cães intatos - fatores hormonal são uma forte aposta de atribuições.
Raças que pesam acima 80 libras são 61 vezes mais propensas para desenvolver câncer ósseo que cães com peso inferior. Por exemplo, quando você considerar duas raças que pesam acima de 80 libras, um Irish wolfhound e um mastim, o cão de caça tem uma probabilidade mais alta de desenvolver osteossarcoma porque ele é mais alto para a cernelha. Contudo, dentro uma raça, animais pesados são mais provaveis de desenvolver a doença.
Como em crianças humanas, o desenvolvimento de câncer ósseo em cães é relativo ao crescimento rápido de ossos. Écomprovado que atividade estrênua que causa fraturas microcópicas de ossos durante períodos de crescimento rápido induz a formação de câncer.
Irradiação ionizadora (como em terapia de radiação) e tendo um implante metálico no conserto de uma fratura, estão ambas associadas ao desenvolvimento de osteossarcoma. Contudo, dado sua raridade em cães, nenhum destes dois fatores é provavelmente responsável por um número significante de tumores de osso.
Bexiga e Câncer Uretérico
Câncer na Bexiga é mais provavel acontecer em cães mais velhos. Dois estudos acharam risco mais alto em fêmeas. Outro estudo posterior achou que esterilização em cães de ambos sexos parece apontar risco mais alto.
Tumores de Bexiga tem sido experimentalmente mostrado ser induzido por hidrocarbonetos aromáticos incluindo paraaminobiphenyl, paranitroliphenyl, betanapthylamine, e outros. Esta é mais que uma associação, estas substâncias químicas e outras como elas são Conhecidas por causar câncer de bexiga em cães.
O desenvolvimento de câncer de bexiga é associado a pulga e carrapatos, xampus contra pulga e carrapato, obesidade um ano antes de diagnose, e proximidade da casa do cão a pântanos. Cães contaminados por pulgas e carrapatos foram 27 vezes mais expostos à doença que cães com controle.
Interessantemente, os autores sugerem que não é o ingredientes ativo na pulga e produtos de carrapato que causem o câncer de bexiga mas sim o "inerte" ou "portador" ingredientes. Estes portadores atuam como solventes ao ingredientes ativos e geralmente respondem por 95% do produto total. Eles incluem como carcinogens tais como benzeno, tolueno, xileno, e petróleo distillates.
Uma explicação das diferenças de gênero em desenvolver câncer de bexiga em cães é que machos urinam mais freqüentemente que fêmeas, tendo o carcinogens mais contato com a bexiga de cadelas. Outra explicação é que fêmeas têm relativamente mais gordura de corpo e as substâncias químicas conhecidas por causar câncer de bexiga estão armazenadas e se concentraram relativamente em gordura. Isto explica também porque cães obesos são mais propensos a desenvolver o câncer.
Câncer de Nariz
Câncer nasal pode surgir conforme o aumento da idade em cães. Machos são mais propensos a obter este tipo de câncer que as fêmeas. Raças Longo-faro têm maior risco de obter esse tipo de câncer enquanto outras raças têm um risco mais baixo e vira-lata têm risco intermédio. Julgando os exemplos dados pelo autor, os dálmatas seriam considerados como uma raça longo-faro.
O nariz atua como um filtro inicial do ar que entra, e o autor sugere que as raças longo-faro tem mais contato carcinógeno induzindo a formação de câncer.
Raças longo-faro com fumantes na casa tem duas vezes mais probabilidades de desenvolver o câncer nasal.
Câncer de Pulmão
Câncer de Pulmão é razoavelmente raro em cães embora esse número já tenha aumentado. Não é conhecido, contudo, se o aumento é real ou um resultado de melhores técnicas para descobrir câncer de pulmão em cães.
Machos e cadelas obtem este câncer na mesma taxa. Pode-se sugerir um desprezível aumento de risco associado ao ambiente urbano. Cães expostos ao cigarro numa casa tem duas vezes mais o risco de desenvolver câncer de pulmão. Câncer dos pulmões (mesothelioma) está também associado com exposição de amianto em cães.
Câncer de Próstata
Cães são a única espécie não-humana que também desenvolvem câncer de próstata. Em um a cada 150 cães machos acima de 8 anos de idade foi encontrado câncer de próstata. Ao contrário da doença em humanos, o câncer de próstata de canino é uma doença agressiva que estende rapidamente à nodos de linfa, pulmões, e ossos. Normalmente, quando cães são diagnosticados com câncer de próstata, ele já está em sua fase avançada. Não existe nenhum dado no artigo descrevendo as taxas de câncer de próstata em esterelizados versus cães intatos.

Epidemiologia é o estudo de doenças em populações (coletivo) em vez de indivíduos (individual). Estudos epidemiológicos examinam fatores aos quais estão associados o desenvolvimento de doenças. Populações inteiras normalmente não podem ser examinadas, e a epidemiologia confia numa amostragem (partes menores da população global) e, usando estatísticas, indicam corretamente resultados para todos. Quando você ler que comer mais fibras é (ou não é) bom para impedir a doença de coração, você está lendo o resultado de um estudo epidemiológico, que se baseia em estatísticas.
Uma das coisas muito importantes para se lembrar quando você ler uma epidemiologica é considerar que ela relata Associações e não causa.
Avaliação
Quase três terços de casas americanas incluem pelo menos um cão. Os estudos descritos aqui são quase todos estudos observacionais de cães em seus ambientes, e não animais de laboratório.
Este tipo de estudo observa grupos de cães com uma doença específica e a relação deste grupo com um grupo semelhante de cães sem doença (controles). Então, olhando para o passado histórico dos cães, se procura por diferenças significantes em suas vidas e tipo de exposições a que estiveram submetidos. O grau ao qual estas exposições influenciam o desenvolvimento de câncer está determinado usando-se modelos estatísticos e é expresso por uma relação de discordâncias. Isto dá uma idéia do risco ou serve como prevenção para anteceder a evolução da doença.
Porque existem diferenças grandes entre as raças, mudanças de vida a envelhecimento, e gênero em cães, é que modelos estatísticos são usados para tentar compensar estas diferenças encontrando respostas que expliquem o surgimento do cancer.
Nos Estados Unidos, existem aproximadamente quatro cães em cada mil aos quais são diagnosticados câncer, a cada ano.
Lembremos que estes números são dos anos 1960! Não existem estudos tão novos aumentado a expectativa de vida de cães e talvez até tenham mudanças nessa ordem.
É interessante observar que o câncer dos ovários e útero são raros em cães. Isto poderia ser porque muitos cães não alcançam a idade em que estes cânceres se tornam mais comum. Cães não tem muito câncer de pulmão, provavelmente porque eles não fumam e estejam menos expostos a conhecidos carcinogenos.
Cólon e câncer retal, o terceiro tumor muito comum em humanos, é extremamente raro em cães. Isto poderia ser devido a mais rápida ( em tempo) absorção de alimento por cães, mais exercitados e por uma dieta diferente dos humanos.
O câncer de pele (melanoma) e o câncer de tecido conjuntivo é em grande parte espontâneo em cães, sendo que estes dois cânceres não estão incluídos na crítica do artigo.
Câncer de mama
Feminino 97% por cento de todo câncer de mama em cães acontece em fêmeas. É o câncer mais comum em cadelas. 76% de todos estes tumores são do mesmo tipo como encontra-se em humanos--adenocarcinomas . Os cães de raça tem duas vezes mais câncer de mama do que raça misturadas ( vira-lata) da mesmo idade. A importancia de examinar estudos de câncer de mama em cães é que os ovários removidos cedo protegem contra câncer de mama. A proteção maior acontece se o cão tem removido os ovários antes de seu primeiro cio. Se a cadela tem removido os ovários depois de idade 2 ½ anos, o risco de adquirir câncer de mama não é estatisticamente diferente de uma cadela que não teve removido os ovários. Um estudo, contudo, achou pelo menos alguma espécie de proteção contra o câncer de mama quando cadelas tiveram removido os ovários até 5 anos de idade. Claramente, quanto mais cedo uma cadela tiver removido os ovários, menos chances terá, provavelmente, de aquirir câncer de mama.
Como em humanos, a presença de receptores, estrogeno e progesterona em câncer de mama sugere um papel importante para excitação hormonal no desenvolvimento de tumores. Tumores que tem um maior número de receptores de estrogênio e progesterona são menos malignos que aqueles com menos destes receptores.
Uma mostra sugere que beagles que engravidaram em todos os ciclos não desenvolveram câncer de mama. Outras mostras sugerem que doses altas de contraceptivos pode induzir o desenvolvimento de câncer de mama em beagles.
Estudos acharam associações entre desenvolvimento de câncer de mama e dieta, obesidade, e peso inferior ao normal. Uma mostra sugere que a quantia de gordura na dieta não foi associada com câncer de mama mas já uma dieta de baixa-gordura e de alta-proteína foi associado com um uma maior chance de câncer de mama sobrevivente. Cadelas que tiveram peso inferior ao normal como filhotes, por ex, tem cerca da metade do risco de desenvolver câncer de mama, assim como filhotes que foram de peso normal ou acima-normal. Uma relação encontrada é a de cães obesos terem 4 vezes mais chance de desenvolver câncer de mama , tumores malignos que cães de peso normal.
Câncer Testicular
Encontra-se em humanos (homens) um tipo de câncer testicular, seminomas e os cães adquirem quaisquer dos três tipos de tumores testicular: sertoli- tumores de célula, seminomas, e tumores de célula de intersticial. Também, não existe aumento do número de casos de câncer testicular em cães no início da maioridade, como existe em humanos.
Cães com anomalias de testículos (os testículos não migram convenientemente ao escroto mas permanecem na cavidade de corpo) tem um risco notadamente mais alto que outros cães para desenvolverem este tipo de câncer. Cães com hérnias inguinal têm também risco aumentado. Obviamente, neutering de cães previne o desenvolvimento deste tipo de câncer.
Mais casos de câncer testicular também foram encontrados em cães da Guerra do Vietname que foram expostos a infecções parasitárias, tratamentos variados para estas infecções (tetraciclina foi excluída), e herbicidas.
Linfoma
Linfoma é um câncer das células do sistema imune. Linfoma de caninos é muito parecido com tipo de linfomas em humanos. Cães estão mais provavelmente propensos a obter este tipo de câncer quando mais velhos. Machos e fêmeas desenvolvem este câncer em torno da mesma taxa. Esterilizar ou que remover os ovários não afeta o desenvolvimento desta doença embora as raças puras são levemente mais propensas a obterem linfoma que cães vira-lata.
Existe uma associação modesta entre desenvolver linfoma e o uso de herbicidas e/ou produtos químicos para tratar o gramado utilizado pelo cão. Outra associação é entre linfoma e exposição em campos eletromagnéticos.
Osteossarcoma
Tumores de ossos em cães são muito parecidos com aqueles que afetam os humanos. A metáfise, onde crescimento acontece, é o local mais comum. Estes tumores são normalmente de alta percentagem de agressividade e normalmente estendidas para outras partes do corpo. O pulmão é muito comumente envolvido.
Osteossarcoma tende afetar maior numero de raças com um leve aumento de incidência na idade avançada. Machos são mais provavelmente afetados que as fêmeas. E desde que esterelizadaos, cães e cadelas têm duas vezes mais o risco de desenvolver a doença comparado com cães intatos - fatores hormonal são uma forte aposta de atribuições.
Raças que pesam acima 80 libras são 61 vezes mais propensas para desenvolver câncer ósseo que cães com peso inferior. Por exemplo, quando você considerar duas raças que pesam acima de 80 libras, um Irish wolfhound e um mastim, o cão de caça tem uma probabilidade mais alta de desenvolver osteossarcoma porque ele é mais alto para a cernelha. Contudo, dentro uma raça, animais pesados são mais provaveis de desenvolver a doença.
Como em crianças humanas, o desenvolvimento de câncer ósseo em cães é relativo ao crescimento rápido de ossos. Écomprovado que atividade estrênua que causa fraturas microcópicas de ossos durante períodos de crescimento rápido induz a formação de câncer.
Irradiação ionizadora (como em terapia de radiação) e tendo um implante metálico no conserto de uma fratura, estão ambas associadas ao desenvolvimento de osteossarcoma. Contudo, dado sua raridade em cães, nenhum destes dois fatores é provavelmente responsável por um número significante de tumores de osso.
Bexiga e Câncer Uretérico
Câncer na Bexiga é mais provavel acontecer em cães mais velhos. Dois estudos acharam risco mais alto em fêmeas. Outro estudo posterior achou que esterilização em cães de ambos sexos parece apontar risco mais alto.
Tumores de Bexiga tem sido experimentalmente mostrado ser induzido por hidrocarbonetos aromáticos incluindo paraaminobiphenyl, paranitroliphenyl, betanapthylamine, e outros. Esta é mais que uma associação, estas substâncias químicas e outras como elas são Conhecidas por causar câncer de bexiga em cães.
O desenvolvimento de câncer de bexiga é associado a pulga e carrapatos, xampus contra pulga e carrapato, obesidade um ano antes de diagnose, e proximidade da casa do cão a pântanos. Cães contaminados por pulgas e carrapatos foram 27 vezes mais expostos à doença que cães com controle.
Interessantemente, os autores sugerem que não é o ingredientes ativo na pulga e produtos de carrapato que causem o câncer de bexiga mas sim o "inerte" ou "portador" ingredientes. Estes portadores atuam como solventes ao ingredientes ativos e geralmente respondem por 95% do produto total. Eles incluem como carcinogens tais como benzeno, tolueno, xileno, e petróleo distillates.
Uma explicação das diferenças de gênero em desenvolver câncer de bexiga em cães é que machos urinam mais freqüentemente que fêmeas, tendo o carcinogens mais contato com a bexiga de cadelas. Outra explicação é que fêmeas têm relativamente mais gordura de corpo e as substâncias químicas conhecidas por causar câncer de bexiga estão armazenadas e se concentraram relativamente em gordura. Isto explica também porque cães obesos são mais propensos a desenvolver o câncer.
Câncer de Nariz
Câncer nasal pode surgir conforme o aumento da idade em cães. Machos são mais propensos a obter este tipo de câncer que as fêmeas. Raças Longo-faro têm maior risco de obter esse tipo de câncer enquanto outras raças têm um risco mais baixo e vira-lata têm risco intermédio. Julgando os exemplos dados pelo autor, os dálmatas seriam considerados como uma raça longo-faro.
O nariz atua como um filtro inicial do ar que entra, e o autor sugere que as raças longo-faro tem mais contato carcinógeno induzindo a formação de câncer.
Raças longo-faro com fumantes na casa tem duas vezes mais probabilidades de desenvolver o câncer nasal.
Câncer de Pulmão
Câncer de Pulmão é razoavelmente raro em cães embora esse número já tenha aumentado. Não é conhecido, contudo, se o aumento é real ou um resultado de melhores técnicas para descobrir câncer de pulmão em cães.
Machos e cadelas obtem este câncer na mesma taxa. Pode-se sugerir um desprezível aumento de risco associado ao ambiente urbano. Cães expostos ao cigarro numa casa tem duas vezes mais o risco de desenvolver câncer de pulmão. Câncer dos pulmões (mesothelioma) está também associado com exposição de amianto em cães.
Câncer de Próstata
Cães são a única espécie não-humana que também desenvolvem câncer de próstata. Em um a cada 150 cães machos acima de 8 anos de idade foi encontrado câncer de próstata. Ao contrário da doença em humanos, o câncer de próstata de canino é uma doença agressiva que estende rapidamente à nodos de linfa, pulmões, e ossos. Normalmente, quando cães são diagnosticados com câncer de próstata, ele já está em sua fase avançada. Não existe nenhum dado no artigo descrevendo as taxas de câncer de próstata em esterelizados versus cães intatos.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Cachorro atropela o dono
do Mundo Canino
Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem. Não é o caso do americano Christopher Bishop, de 43 anos. Ele foi atropelado pelo próprio cão.

Com a picape engatada, Bishop dava aquela averiguada embaixo da caranga, quando seu bulldog, Tassy, pulou para dentro do veículo e conseguiu empurrar o câmbio para marcha ré.
O homem conseguiu escapar sem ferimentos e a tempo de segurar o carro para que não acontecesse outro acidente. Tassy, como castigo, ficará sem biscoitos por uma semana, ele nunca mais vai se meter a motorista.
Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem. Não é o caso do americano Christopher Bishop, de 43 anos. Ele foi atropelado pelo próprio cão.

Com a picape engatada, Bishop dava aquela averiguada embaixo da caranga, quando seu bulldog, Tassy, pulou para dentro do veículo e conseguiu empurrar o câmbio para marcha ré.
O homem conseguiu escapar sem ferimentos e a tempo de segurar o carro para que não acontecesse outro acidente. Tassy, como castigo, ficará sem biscoitos por uma semana, ele nunca mais vai se meter a motorista.
Bernes no Cão
do Mundo Canino

Os bernes são larvas de moscas que se desenvolvem no tecido subcutâneo de animais. É comum o seu aparecimento em pessoas que vivem ou frequentam o campo. A infestação da pele por bernes também é considerada uma miíase (proliferação de larvas de mosca em tecido vivo), mas ela é diferente da lesão de pele denominada "bicheira".
Várias larvas de mosca se desenvolvem e se alimentam de tecido vivo, caminhando pelas regiões circunvizinhas, causando grandes "crateras" sob a pele. No caso do berne, apenas uma larva se desenvolve no local e a lesão não é invasiva, ou seja, a larva permanece todo o tempo no lugar por onde penetrou.

A mosca causadora do berne, também chamada de "mosca berneira" (Dermatobia hominis), usa um artifício muito interessante para a perpetuação da sua espécie. Esse inseto vive por apenas 24 horas. Na época da postura, que ocorre nas estações mais quentes do ano (presença de temperatura e umidade ideais), a mosca berneira "captura" um outro inseto, normalmente uma outra espécie de mosca, e nele deposita seus ovos na região do abdômen.
Quando o inseto veiculador pousa sobre o animal, as larvas imediatamente se projetam para fora do ovo, caminham por entre os pelos até atingirem a pele. Ali criam uma pequena perfuração por onde penetram. É nesse local que a larva irá se desenvolver.
Em cerca de 1 semana, a larva já aumentou 8 vezes de tamanho, podendo permanecer por 40 dias ou mais na pele do hospedeiro, crescendo continuamente.
O orifício por onde a larva penetrou continua aberto durante todo o tempo, pois é através dele que a larva respira. Por esse detalhe torna-se fácil reconhecer uma lesão causada por berne: um nódulo subcutâneo com um orifício bem visível na superfície da pele.
As larvas possuem o corpo recoberto por pequenos espinhos. Sua movimentação dentro do orifício causa dor e incômodo. Alguns animais apresentam diversos bernes espalhados por todo o corpo, não sendo poupadas as orelhas, a cauda, a região entre os dedos, prepúcio, etc.. As larvas devem ser extraídas para livrar o animal da dor, caso contrário, o cão tentará mordiscar a pele a todo momento tentando retirá-las.
Caso o berne venha a morrer antes de completar seu ciclo, o orifício de respiração se fecha. O nódulo sob a pele pode ou não ser absorvido pelo organismo.
A morte da larva também costuma ocorrer quando pessoas sem experiência tentam "espremer" o berne para forçá-lo a sair. Existe a maneira correta de fazer isso e é melhor pedir auxílio ao veterinário. Dependendo da região onde o berne está, o cão precisará receber uma pequena dose de sedativo para suportar o procedimento de retirada da larva.
Para evitar os bernes, é preciso manter as moscas afastadas. Remova as fezes do cão várias vezes ao dia, lave diariamente o local onde ele urina e mantenha o lixo da casa sempre bem fechado.
Algumas gotas de essência de citronela espalhadas pela pelagem do cão podem evitar que insetos pousem.
Existem medicamentos por via oral que, ao mesmo tempo em que controlam a infestação de pulgas, impedem o desenvolvimento de larvas de moscas sob a pele. Informe-se com o seu veterinário.
É preciso salientar que, embora os bernes ocorram com mais frequência no verão, eles podem aparecer em qualquer outra época do ano. Basta que haja condições favoráveis (ocorrência de dias quentes no inverno, por exemplo). Daí os cuidados no combate às moscas devam ser contínuos.
Serviço
Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)

Os bernes são larvas de moscas que se desenvolvem no tecido subcutâneo de animais. É comum o seu aparecimento em pessoas que vivem ou frequentam o campo. A infestação da pele por bernes também é considerada uma miíase (proliferação de larvas de mosca em tecido vivo), mas ela é diferente da lesão de pele denominada "bicheira".
Várias larvas de mosca se desenvolvem e se alimentam de tecido vivo, caminhando pelas regiões circunvizinhas, causando grandes "crateras" sob a pele. No caso do berne, apenas uma larva se desenvolve no local e a lesão não é invasiva, ou seja, a larva permanece todo o tempo no lugar por onde penetrou.

A mosca causadora do berne, também chamada de "mosca berneira" (Dermatobia hominis), usa um artifício muito interessante para a perpetuação da sua espécie. Esse inseto vive por apenas 24 horas. Na época da postura, que ocorre nas estações mais quentes do ano (presença de temperatura e umidade ideais), a mosca berneira "captura" um outro inseto, normalmente uma outra espécie de mosca, e nele deposita seus ovos na região do abdômen.
Quando o inseto veiculador pousa sobre o animal, as larvas imediatamente se projetam para fora do ovo, caminham por entre os pelos até atingirem a pele. Ali criam uma pequena perfuração por onde penetram. É nesse local que a larva irá se desenvolver.
Em cerca de 1 semana, a larva já aumentou 8 vezes de tamanho, podendo permanecer por 40 dias ou mais na pele do hospedeiro, crescendo continuamente.
O orifício por onde a larva penetrou continua aberto durante todo o tempo, pois é através dele que a larva respira. Por esse detalhe torna-se fácil reconhecer uma lesão causada por berne: um nódulo subcutâneo com um orifício bem visível na superfície da pele.
As larvas possuem o corpo recoberto por pequenos espinhos. Sua movimentação dentro do orifício causa dor e incômodo. Alguns animais apresentam diversos bernes espalhados por todo o corpo, não sendo poupadas as orelhas, a cauda, a região entre os dedos, prepúcio, etc.. As larvas devem ser extraídas para livrar o animal da dor, caso contrário, o cão tentará mordiscar a pele a todo momento tentando retirá-las.
Caso o berne venha a morrer antes de completar seu ciclo, o orifício de respiração se fecha. O nódulo sob a pele pode ou não ser absorvido pelo organismo.
A morte da larva também costuma ocorrer quando pessoas sem experiência tentam "espremer" o berne para forçá-lo a sair. Existe a maneira correta de fazer isso e é melhor pedir auxílio ao veterinário. Dependendo da região onde o berne está, o cão precisará receber uma pequena dose de sedativo para suportar o procedimento de retirada da larva.
Para evitar os bernes, é preciso manter as moscas afastadas. Remova as fezes do cão várias vezes ao dia, lave diariamente o local onde ele urina e mantenha o lixo da casa sempre bem fechado.
Algumas gotas de essência de citronela espalhadas pela pelagem do cão podem evitar que insetos pousem.
Existem medicamentos por via oral que, ao mesmo tempo em que controlam a infestação de pulgas, impedem o desenvolvimento de larvas de moscas sob a pele. Informe-se com o seu veterinário.
É preciso salientar que, embora os bernes ocorram com mais frequência no verão, eles podem aparecer em qualquer outra época do ano. Basta que haja condições favoráveis (ocorrência de dias quentes no inverno, por exemplo). Daí os cuidados no combate às moscas devam ser contínuos.
Serviço
Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)
terça-feira, 29 de junho de 2010
Chihuahua o cão mais feio do mundo
do Mundo Canino

Essa afirmação não é do Mundo Canino, mais sim em um concurso realizado na cidade americana de Petaluma, na Califórnia.
Princess Abby, 4 anos, foi adotada por sua dona, Kathleen Francis, há apenas cinco meses, após ser retirada das ruas por um veterinário. Francis recebeu um prêmio de US$ 1 mil pela vitória de Abby.
"Eu não acho ela feia em absoluto", disse Francis. "Acho ela é o cachorro mais bonito de todos". Esse foi o primeiro concurso de "beleza" em que Princess Abby concorreu.

Essa afirmação não é do Mundo Canino, mais sim em um concurso realizado na cidade americana de Petaluma, na Califórnia.
Princess Abby, 4 anos, foi adotada por sua dona, Kathleen Francis, há apenas cinco meses, após ser retirada das ruas por um veterinário. Francis recebeu um prêmio de US$ 1 mil pela vitória de Abby.
"Eu não acho ela feia em absoluto", disse Francis. "Acho ela é o cachorro mais bonito de todos". Esse foi o primeiro concurso de "beleza" em que Princess Abby concorreu.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares
ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. Alex, a minha cachorra esta no cio e eu não quero que ela cruze agora, quanto tempo leva para ela sair do cio? - Rosária Fernandes
Dona Rosária, A sua cachorra ira sair do cio após 21 dias, se a senhora não quer que ela cruze é essencial não permitir que ela va passear sozinha cachorras fêmeas no cio atrai muitos cachorros machos.
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. Alex, a minha cachorra esta no cio e eu não quero que ela cruze agora, quanto tempo leva para ela sair do cio? - Rosária Fernandes
Dona Rosária, A sua cachorra ira sair do cio após 21 dias, se a senhora não quer que ela cruze é essencial não permitir que ela va passear sozinha cachorras fêmeas no cio atrai muitos cachorros machos.
Cães Desaparecidos: Ajude você também
do Mundo Canino
Pinsher Marron Desaparecida
Desapareceu a Pinscher cor marrom em Santa Felicidade, Jardim IPE, na R. Fredolin Wolf, proximo ao posto IPE e Ventania, neste sabado 26/06 por volta da hora do almoço. Ela atende pelo nome de Lila e pertence à minha filhinha que esta muito mal, por favor, recompenço quem encontrá-la. Contatos nos tels 9900-2202 ou 3079-0631
Cidade: Curitiba, Paraná
Último local visto: Jardim IPE, R. Praxedes Silva Avelleda
Nome: Lila
Descrição: Fêmea, Marrom, da raça Pinscher Miniatura
Recompensa: Dinheiro
Contato: (41) 30790631, falar com Wilson Rebello

Usamos esta imagem com as mesmas caracteristicas do cão desaparecido.
Cão Perdido
Ele foi visto pela ultima vez proximo a rua Odete Monteiro proximo a Vila Santa Luzia no bairro do Cordeiro em Recife, um cão pequeno com pelo curto cor Branca, o nome é Flay.
Cidade: Recife, Pernambuco
Último local visto: Rua Odete Monteiro, Cordeiro
Nome: Flay
Descrição: Macho, Branco, da raça Poodle Standard
Recompensa: A Combinar
Contato: (81) 32680709, falar com Henio Cavalcanti Filho

Usamos a imagem de um cão da mesma raça e caracteristicas
do cão desaparecido.
Participe você Também
Se o seu cãozinho esta desaparecido o Mundo Canino ajuda você a encontrar, envie um e-mail com os seguintes dados:
- Cidade
- Último local Visto
- Nome do cão
- Descrição
- Recompensa (Opcional)
- Contato (Fone)
- Nomes para Contato
Os dados podem ser enviados a: portalluniverso@uol.com.br, portall(COM DOIS Ls).
Pinsher Marron Desaparecida
Desapareceu a Pinscher cor marrom em Santa Felicidade, Jardim IPE, na R. Fredolin Wolf, proximo ao posto IPE e Ventania, neste sabado 26/06 por volta da hora do almoço. Ela atende pelo nome de Lila e pertence à minha filhinha que esta muito mal, por favor, recompenço quem encontrá-la. Contatos nos tels 9900-2202 ou 3079-0631
Cidade: Curitiba, Paraná
Último local visto: Jardim IPE, R. Praxedes Silva Avelleda
Nome: Lila
Descrição: Fêmea, Marrom, da raça Pinscher Miniatura
Recompensa: Dinheiro
Contato: (41) 30790631, falar com Wilson Rebello

Usamos esta imagem com as mesmas caracteristicas do cão desaparecido.
Cão Perdido
Ele foi visto pela ultima vez proximo a rua Odete Monteiro proximo a Vila Santa Luzia no bairro do Cordeiro em Recife, um cão pequeno com pelo curto cor Branca, o nome é Flay.
Cidade: Recife, Pernambuco
Último local visto: Rua Odete Monteiro, Cordeiro
Nome: Flay
Descrição: Macho, Branco, da raça Poodle Standard
Recompensa: A Combinar
Contato: (81) 32680709, falar com Henio Cavalcanti Filho

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do cão desaparecido.
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Obesidade Canina
do Mundo Canino

Qualquer animal pode se tornar obeso, no entanto existem algumas raças de cães mais predispostas tais como: Labrador, Daschund (Teckel), Cocker, Basset Hound, Beagle dentre outras.
As cadelas possuem risco aumentado. Os gatos machos castrados, residentes em apartamentos e mestiços, são os mais acometidos por esse problema.
Não existe uma dieta específica que leve o animal a ser obeso. O que ocorre é um manejo inadequado na quantidade de alimento oferecido, além de uma quantidade exagerada de “petiscos”.
Muitos animais são superalimentados e as razões para esse consumo alimentar em excesso incluem desde práticas alimentares inadequadas, recomendações de alimentação inapropriadamente generosa, ênfase na palatabilidade dos alimentos, entre outros.
Os proprietários por considerarem seus animais “membros da família” não querem privar seus entes queridos dos alimentos.
Pacientes com 40% acima do peso ideal correm um risco maior. Esse excesso de peso pode comprometer a função fisiológica normal ou predispor a problemas metabólicos, cirúrgicos e/ou mecânicos.
Cães obesos podem apresentar riscos cardiovasculares, problemas articulares e locomotores como doenças ortopédicas. Os gatos podem apresentar Diabete Mellitus, problemas cutâneos não alérgicos e lipidose hepática (se o consumo alimentar parar).
Existem no mercado rações específicas para redução e posterior manutenção do “peso ideal” do animal. A alteração da dieta tem em seu bojo a reeducação do proprietário e funciona por longo prazo.
Serviço:
Ana Luiza G. Caram – CRMV 8976
Palo Verde

Qualquer animal pode se tornar obeso, no entanto existem algumas raças de cães mais predispostas tais como: Labrador, Daschund (Teckel), Cocker, Basset Hound, Beagle dentre outras.
As cadelas possuem risco aumentado. Os gatos machos castrados, residentes em apartamentos e mestiços, são os mais acometidos por esse problema.
Não existe uma dieta específica que leve o animal a ser obeso. O que ocorre é um manejo inadequado na quantidade de alimento oferecido, além de uma quantidade exagerada de “petiscos”.
Muitos animais são superalimentados e as razões para esse consumo alimentar em excesso incluem desde práticas alimentares inadequadas, recomendações de alimentação inapropriadamente generosa, ênfase na palatabilidade dos alimentos, entre outros.
Os proprietários por considerarem seus animais “membros da família” não querem privar seus entes queridos dos alimentos.
Pacientes com 40% acima do peso ideal correm um risco maior. Esse excesso de peso pode comprometer a função fisiológica normal ou predispor a problemas metabólicos, cirúrgicos e/ou mecânicos.
Cães obesos podem apresentar riscos cardiovasculares, problemas articulares e locomotores como doenças ortopédicas. Os gatos podem apresentar Diabete Mellitus, problemas cutâneos não alérgicos e lipidose hepática (se o consumo alimentar parar).
Existem no mercado rações específicas para redução e posterior manutenção do “peso ideal” do animal. A alteração da dieta tem em seu bojo a reeducação do proprietário e funciona por longo prazo.
Serviço:
Ana Luiza G. Caram – CRMV 8976
Palo Verde
sábado, 26 de junho de 2010
Yorkshire Terrier
do Mundo Canino
O York possui longa pelagem sedosa e brilhante. A cabeça é ralativamente pequena e lisa, não demasiadamente proeminente. O corpo é compacto e bem proporcionado. O rabo é amputado pela metade e adornado com pelagem abundante. Sua altura é de 23 cm e seu peso de no máximo 3,5 kg. Os filhotes nascem pretos. Sua cor é azul e fogo.
Produzido pelos trabalhadores da região de Yorkshire, este cão foi criado no final do século XIX como animal de companhia para a classe trabalhadora. Alguns exemplares adultos não pesavam mais de 1 kg. No início era chamado de Terrier Escocês de pelo partido, porém logo substituído pelo nome atual.
Essa raça tem tudo de um terrier - inteligente e esperto. Ele necessita de cuidados freqüentes para manter sua pelagem em perfeitas condições. São excelentes cães de companhia e também bons guardiãs.

O York possui longa pelagem sedosa e brilhante. A cabeça é ralativamente pequena e lisa, não demasiadamente proeminente. O corpo é compacto e bem proporcionado. O rabo é amputado pela metade e adornado com pelagem abundante. Sua altura é de 23 cm e seu peso de no máximo 3,5 kg. Os filhotes nascem pretos. Sua cor é azul e fogo.
Produzido pelos trabalhadores da região de Yorkshire, este cão foi criado no final do século XIX como animal de companhia para a classe trabalhadora. Alguns exemplares adultos não pesavam mais de 1 kg. No início era chamado de Terrier Escocês de pelo partido, porém logo substituído pelo nome atual.
Essa raça tem tudo de um terrier - inteligente e esperto. Ele necessita de cuidados freqüentes para manter sua pelagem em perfeitas condições. São excelentes cães de companhia e também bons guardiãs.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Weimaraner
do Mundo Canino

A pelagem cinza-azulada é sua marca registrada. Seus olhos de cor âmbar ou cinza-azulada complementam seu aspeto “fantasmagórico”. A pelagem pode ser curta ou longa, mas a longa não é totalmente aceita. Os de pelagem curta possuem pêlos finos e duros e os de pelagem longa possuem pêlos de 3 a 6cm de comprimento, com franjas tipo Setter. Altura: 58 a 66 cm. Peso: 32 a 38 kg. Seu tamanho é mediano. O dorso é longitudinalmente moderado. As patas anteriores são retas e fortes.
A história do “fantasma cinza” é um mistério. Foi consagrado pelos caçadores alemães do século XIX, mas a fórmula mágica é desconhecida. Provavelmente, procede dos bracos e schweisshunden europeus. Os cães espanhóis também são mencionados. Porém, sua cor é única entre as raças caninas e não existe explicação para tal mistério.
O Weimaraner é um carinhoso cão de família e, ao mesmo tempo, um eficaz caçador de presas menor e duro perseguidor de presas maiores. É muito adaptável e fácil de adestrar.

A pelagem cinza-azulada é sua marca registrada. Seus olhos de cor âmbar ou cinza-azulada complementam seu aspeto “fantasmagórico”. A pelagem pode ser curta ou longa, mas a longa não é totalmente aceita. Os de pelagem curta possuem pêlos finos e duros e os de pelagem longa possuem pêlos de 3 a 6cm de comprimento, com franjas tipo Setter. Altura: 58 a 66 cm. Peso: 32 a 38 kg. Seu tamanho é mediano. O dorso é longitudinalmente moderado. As patas anteriores são retas e fortes.
A história do “fantasma cinza” é um mistério. Foi consagrado pelos caçadores alemães do século XIX, mas a fórmula mágica é desconhecida. Provavelmente, procede dos bracos e schweisshunden europeus. Os cães espanhóis também são mencionados. Porém, sua cor é única entre as raças caninas e não existe explicação para tal mistério.
O Weimaraner é um carinhoso cão de família e, ao mesmo tempo, um eficaz caçador de presas menor e duro perseguidor de presas maiores. É muito adaptável e fácil de adestrar.
Skye Terrier
do Mundo Canino

De pelagem profusa e elegante o Skye é uma imagem de dignidade e beleza. Debaixo de sua longa pelagem exterior e um subpêlo suave, se esconde um terrier de boa ossatura, forte e musculoso. Sua pelagem, sem dúvida, lhe deu fama. A cabeça de tamanho mediana fica coberta de longos pêlos que lhe tapam os olhos e suas orelhas eretas. Sua altura é de 25 cm e seu peso ao redor de 11 kg.
Deve seu nome a uma ilha chamada Skye nas Hébridas, onde se conhece a raça a mais de 400 anos. Não só nas ilhas Skye esses cães foram os favoritos da aristocracia. O aspecto atual do Skye difere muito de seus progenitores. O Skye do século XIX tinha orelhas dobradas com menos pêlo, a cabeça era menor e pesava somente 6 kg. É duro e incansável no trabalho.
Muito resistente e valente o Skye é um típico cão de um só dono a quem ele se entrega totalmente. É muito extrovertido com os de casa, mas reservado com estranhos. É um cão muito divertido.

De pelagem profusa e elegante o Skye é uma imagem de dignidade e beleza. Debaixo de sua longa pelagem exterior e um subpêlo suave, se esconde um terrier de boa ossatura, forte e musculoso. Sua pelagem, sem dúvida, lhe deu fama. A cabeça de tamanho mediana fica coberta de longos pêlos que lhe tapam os olhos e suas orelhas eretas. Sua altura é de 25 cm e seu peso ao redor de 11 kg.
Deve seu nome a uma ilha chamada Skye nas Hébridas, onde se conhece a raça a mais de 400 anos. Não só nas ilhas Skye esses cães foram os favoritos da aristocracia. O aspecto atual do Skye difere muito de seus progenitores. O Skye do século XIX tinha orelhas dobradas com menos pêlo, a cabeça era menor e pesava somente 6 kg. É duro e incansável no trabalho.
Muito resistente e valente o Skye é um típico cão de um só dono a quem ele se entrega totalmente. É muito extrovertido com os de casa, mas reservado com estranhos. É um cão muito divertido.
Cinomose
do Mundo Canino
A Cinomose é uma das doenças caninas que mais gera óbitos. O causador dessa doença é parente do agente que causa o sarampo humano. Reproduz-se com facilidade pois está presente na urina, nas fezes e na saliva do animal contaminado.
Trata-se de um vírus extremamente resistente, permanecendo vivo por vários dias nos objetos tocados pelo animal infectado.
A incubação do vírus leva aproximadamente 8 dias após o contágio e os primeiros sintomas são febre alta e intermitente associada a infecções respiratórias, vômitos ou convulsões e observa-se também acúmulo de pus nos olhos, diarréia hemorrágica e perda de apetite.
O veterinário poderá combater as infecções, fortalecendo o organismo do animal para combater o vírus. Os animais que sobrevivem a doença geralmente apresentam sequelas.
A infecção do cérebro causa perda de coordenação motora levando à paralisia e à morte.
Tratamento específico para a cinomose não existe, não se conhece medicamento eficaz contra o vírus.
O combate é feito através da vacinação dos animais enquanto filhotes. Durante a amamentação os filhotes estão imunes, desde que a mãe esteja imunizada.
A vacinação deve ser feita entre 45 e 60 dias de vida, repetindo-se a dose mais três vezes no primeiro ano. Depois a revacinação deverá ser anual.
Convém ressaltar que a vacina não produz efeito em animais já contaminados
Serviço:
PET SHOP PALO VERDE
A Cinomose é uma das doenças caninas que mais gera óbitos. O causador dessa doença é parente do agente que causa o sarampo humano. Reproduz-se com facilidade pois está presente na urina, nas fezes e na saliva do animal contaminado.
Trata-se de um vírus extremamente resistente, permanecendo vivo por vários dias nos objetos tocados pelo animal infectado.
A incubação do vírus leva aproximadamente 8 dias após o contágio e os primeiros sintomas são febre alta e intermitente associada a infecções respiratórias, vômitos ou convulsões e observa-se também acúmulo de pus nos olhos, diarréia hemorrágica e perda de apetite.
O veterinário poderá combater as infecções, fortalecendo o organismo do animal para combater o vírus. Os animais que sobrevivem a doença geralmente apresentam sequelas.
A infecção do cérebro causa perda de coordenação motora levando à paralisia e à morte.
Tratamento específico para a cinomose não existe, não se conhece medicamento eficaz contra o vírus.
O combate é feito através da vacinação dos animais enquanto filhotes. Durante a amamentação os filhotes estão imunes, desde que a mãe esteja imunizada.
A vacinação deve ser feita entre 45 e 60 dias de vida, repetindo-se a dose mais três vezes no primeiro ano. Depois a revacinação deverá ser anual.
Convém ressaltar que a vacina não produz efeito em animais já contaminados
Serviço:
PET SHOP PALO VERDE
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Gripe Canina
do Mundo Canino

A Gripe canina também conhecida como "tosse dos canis" , afeta cães de todas as idades e resulta na inflamação das vias aéreas superiores. Os sinais típicos são tosse seca e áspera , que pode ser seguida de ânsia ou vômito. A tosse pode ser induzida por uma leve palpação da laringe ou traquéia. Pode ocorrer falta de apetite também. O desenvolvimento de sinais mais severos como febre e descarga nasal purulenta podem indicar uma infecção sistêmica como a Cinomose ou Broncopneumonia. Os animais afetados não devem ser hospitalizados pois a doença poderá ser facilmente disseminada. A prevenção pode ser feita através de vacinas polivalentes ou específicas para a doença, conforme programas de vacinações , com reforço anual. A vacina específica (produzida pela Merial e Fort Doge) deve ser aplicada antes do inverno , que é a estação do ano que mais ocorre essa doença.
Serviço:
Ana Luiza G. Caran - médica veterinária
PET SHOP PALO VERDE

A Gripe canina também conhecida como "tosse dos canis" , afeta cães de todas as idades e resulta na inflamação das vias aéreas superiores. Os sinais típicos são tosse seca e áspera , que pode ser seguida de ânsia ou vômito. A tosse pode ser induzida por uma leve palpação da laringe ou traquéia. Pode ocorrer falta de apetite também. O desenvolvimento de sinais mais severos como febre e descarga nasal purulenta podem indicar uma infecção sistêmica como a Cinomose ou Broncopneumonia. Os animais afetados não devem ser hospitalizados pois a doença poderá ser facilmente disseminada. A prevenção pode ser feita através de vacinas polivalentes ou específicas para a doença, conforme programas de vacinações , com reforço anual. A vacina específica (produzida pela Merial e Fort Doge) deve ser aplicada antes do inverno , que é a estação do ano que mais ocorre essa doença.
Serviço:
Ana Luiza G. Caran - médica veterinária
PET SHOP PALO VERDE
Shar-pei
do Mundo Canino

O Shar-pei com seu aspecto único e sua pele abundante é uma raça extremamente chamativa. Uma das peculiaridades da raça é possuir uma pele abundante e enrugada. Sua língua é de cor azul (quase preta), o focinho é largo, as orelhas triangulares e laterais e os caninos são bem curvados. A cabeça é grande em comparação com o corpo, que é de tamanho mediano e forte. Sua altura varia entre 46 e 51cm e seu peso entre 16 e 21 Kg. As cores são sólidas: chocolate, creme roxo ou preto.
O cão chinês de luta , como era chamado, foi baseado em cruzamento de molosos e raças nórdicas. A língua azul é um detalhe que ele compartilha com o Chow Chow que evidentemente contribuiu no desenvolvimento do Shar-pei. Para os habitantes das províncias chinesas Dah Let e Kwantung, os cães não eram apenas gladiadores dos combates de arena, atividade tipicamente noturna, eles eram usados durante o dia para caçar, pastorear e guardar. A pele abundante era uma vantagem sobre seu opositor, pois se tornava mais difícil de agarrar e morder. Apesar de se dizer que o Shar-pei era agressivo e não necessitava ser provocado para atacar essa raça teve pouco êxito nos “pits” (pistas de luta), exatamente porque o oponente não podia com ele e perdia o interesse em continuar lutando. Como são inteligentes e sóbrios eles deixaram de ser usados para lutar, sendo substituídos por cães tipo Bull. Quando foi proibido ter animais na China, a raça quase se extinguiu. Matgo Law, um criador dedicado ao Shar-pei, conseguiu despertar o interesse dos ocidentais pela raça, dessa maneira sendo salva da extinção.
O Shar-pei é um cão orgulhoso, afetuoso com os seus, porem reservado e independente com os outros. Ele encanta as pessoas que se dedicam a ele. Evidentemente não é um cão para todos, por mais irresistível que pareça. São tipicamente cães de um só dono e podem ter caráter forte.

O Shar-pei com seu aspecto único e sua pele abundante é uma raça extremamente chamativa. Uma das peculiaridades da raça é possuir uma pele abundante e enrugada. Sua língua é de cor azul (quase preta), o focinho é largo, as orelhas triangulares e laterais e os caninos são bem curvados. A cabeça é grande em comparação com o corpo, que é de tamanho mediano e forte. Sua altura varia entre 46 e 51cm e seu peso entre 16 e 21 Kg. As cores são sólidas: chocolate, creme roxo ou preto.
O cão chinês de luta , como era chamado, foi baseado em cruzamento de molosos e raças nórdicas. A língua azul é um detalhe que ele compartilha com o Chow Chow que evidentemente contribuiu no desenvolvimento do Shar-pei. Para os habitantes das províncias chinesas Dah Let e Kwantung, os cães não eram apenas gladiadores dos combates de arena, atividade tipicamente noturna, eles eram usados durante o dia para caçar, pastorear e guardar. A pele abundante era uma vantagem sobre seu opositor, pois se tornava mais difícil de agarrar e morder. Apesar de se dizer que o Shar-pei era agressivo e não necessitava ser provocado para atacar essa raça teve pouco êxito nos “pits” (pistas de luta), exatamente porque o oponente não podia com ele e perdia o interesse em continuar lutando. Como são inteligentes e sóbrios eles deixaram de ser usados para lutar, sendo substituídos por cães tipo Bull. Quando foi proibido ter animais na China, a raça quase se extinguiu. Matgo Law, um criador dedicado ao Shar-pei, conseguiu despertar o interesse dos ocidentais pela raça, dessa maneira sendo salva da extinção.
O Shar-pei é um cão orgulhoso, afetuoso com os seus, porem reservado e independente com os outros. Ele encanta as pessoas que se dedicam a ele. Evidentemente não é um cão para todos, por mais irresistível que pareça. São tipicamente cães de um só dono e podem ter caráter forte.
Shnauzer Mini
do Mundo Canino

É um cão quase quadrado, forte e robusto. A conformação do Schnauzer Mini é de suma importância. Dorso reto e forte, membros com boa musculatura e uma cabeça com boa longitude. Sua cor pode ser: sal e pimenta, preto, prata e preto. Sua pelagem é dura e áspera e abundante na cabeça e nos membros. Altura varia entre 30 e 35 cm e o peso entre 6 e 7 kg. As orelhas podem ser cartadas ou não, porém o rabo deve ser sempre cortado.
O Schnauzer Mini descende de cruzamentos seletivos entre o Schnauzer Gigante com Pinschers e atualmente é uma raça distinta com caráter e conformação próprias. É um autêntico caçador de ratos e suas habilidades neste campo já foram muito apreciadas.
É um cão muito elegante. Não é tímido mas também não é agressivo. É o cão de companhia mais popular do mundo.

É um cão quase quadrado, forte e robusto. A conformação do Schnauzer Mini é de suma importância. Dorso reto e forte, membros com boa musculatura e uma cabeça com boa longitude. Sua cor pode ser: sal e pimenta, preto, prata e preto. Sua pelagem é dura e áspera e abundante na cabeça e nos membros. Altura varia entre 30 e 35 cm e o peso entre 6 e 7 kg. As orelhas podem ser cartadas ou não, porém o rabo deve ser sempre cortado.
O Schnauzer Mini descende de cruzamentos seletivos entre o Schnauzer Gigante com Pinschers e atualmente é uma raça distinta com caráter e conformação próprias. É um autêntico caçador de ratos e suas habilidades neste campo já foram muito apreciadas.
É um cão muito elegante. Não é tímido mas também não é agressivo. É o cão de companhia mais popular do mundo.
Tadinho! Cãozinho é levado por ventania, mais reencontra sua dona
do Mundo Canino

Um cachorro reencontrou sua dona depois de ser levado por uma ventania na Hungria. Agnes Tamas, de 57 anos, não acreditou quando o resgate apareceu com seu cão depois de um vendaval em Gesztered, na Hungria.
O cachorro foi encontrado 32 quilômetros de sua casa. Ele estava muito assustado e com pequenos ferimentos. Agnes rebatizou o animal de Lucky (sortudo em Português).
"Não acreditei quando o telhado da minha casa começou a ser levado. Corri para o jardim e vi a casinha do cachorro sendo arrastada pelos ares", disse Agnes.

Um cachorro reencontrou sua dona depois de ser levado por uma ventania na Hungria. Agnes Tamas, de 57 anos, não acreditou quando o resgate apareceu com seu cão depois de um vendaval em Gesztered, na Hungria.
O cachorro foi encontrado 32 quilômetros de sua casa. Ele estava muito assustado e com pequenos ferimentos. Agnes rebatizou o animal de Lucky (sortudo em Português).
"Não acreditei quando o telhado da minha casa começou a ser levado. Corri para o jardim e vi a casinha do cachorro sendo arrastada pelos ares", disse Agnes.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Poodle
do Mundo Canino
O Poodle Toy é pequeno, elegante, orgulhoso e bem equilibrado. No geral deve ser bem proporcionado. A sua pelagem é profusa e se corta conforme as tosas tradicionais. Todo o pêlo deve ser denso, espesso e eriçado. Ele é uma réplica miniatura dos Poodle médio e gigantes. São aceitas todas as cores, menos particolor. Sua altura deve ser inferior a 28 cm.
O poodle foi desenvolvido como cão de águas e caçador. A raça logo foi admirada pela sua inteligência. Os esforços realizados no século passado para reduzir seu tamanho, resultou num cão mais débil e de aspecto grotesco, em comparação com seus avós. Os esforços posteriores tiveram mais êxito e hoje em dia o Toy possui uma conformação harmoniosa. Nunca foi idealizado para o trabalho e também não tinha o tamanho para ser usado como cão de águas. O corte de seu pêlo é pura tradição e serve unicamente para realçar sua beleza.
Poodle Toy é muito agitado o que encanta as crianças. Trata-se de um companheiro encantador e se apega mais a uma determinada pessoa da família, geralmente a dona da casa, e a defenderá com unhas e dentes.

O Poodle Toy é pequeno, elegante, orgulhoso e bem equilibrado. No geral deve ser bem proporcionado. A sua pelagem é profusa e se corta conforme as tosas tradicionais. Todo o pêlo deve ser denso, espesso e eriçado. Ele é uma réplica miniatura dos Poodle médio e gigantes. São aceitas todas as cores, menos particolor. Sua altura deve ser inferior a 28 cm.
O poodle foi desenvolvido como cão de águas e caçador. A raça logo foi admirada pela sua inteligência. Os esforços realizados no século passado para reduzir seu tamanho, resultou num cão mais débil e de aspecto grotesco, em comparação com seus avós. Os esforços posteriores tiveram mais êxito e hoje em dia o Toy possui uma conformação harmoniosa. Nunca foi idealizado para o trabalho e também não tinha o tamanho para ser usado como cão de águas. O corte de seu pêlo é pura tradição e serve unicamente para realçar sua beleza.
Poodle Toy é muito agitado o que encanta as crianças. Trata-se de um companheiro encantador e se apega mais a uma determinada pessoa da família, geralmente a dona da casa, e a defenderá com unhas e dentes.
Rhodesian Ridgeback
do Mundo Canino
Este cão é nativo do Zimbabwe. Sua musculatura compacta e corpo simétrico de ossatura forte, lhe proporcionam grande movimento e velocidade. O crânio é plano, a testa enrugada e as orelhas de tamanho mediano. Sua altura varia entre 61 e 69cm e seu peso entre 29 e 34Kg. Pelagem lisa , espessa e brilhante. Cores: trigo, desde o claro até o vermelho.
Costumavam chamá-lo de “cão de leão” devido sua habilidade para encurralar o rei dos animais, com constantes ataques enérgicos, até o rifle do caçador. Os homens apontavam suas armas tranqüilamente, sem se mover, até terem a presa na mira de fogo. Para essa atividade canina é preciso muito valor, agilidade, resistência e forte instinto. Até o ano 1920 a raça ainda não havia se fixado. Durante séculos houve muita variedade de cães Ridgeback. Sua peculiar franja de pelos no centro do dorso é exclusiva desta raça e sugere uma possível relação com o extinto cão hottentot.
O Ridgeback é extremamente leal e carinhoso. Apesar de receptivo com estranhos, não baixa a guarda e está sempre pronto para defender. Com suas aptidões inatas, está sempre disposto a realizar qualquer tarefa que seu dono lhe peça.

Este cão é nativo do Zimbabwe. Sua musculatura compacta e corpo simétrico de ossatura forte, lhe proporcionam grande movimento e velocidade. O crânio é plano, a testa enrugada e as orelhas de tamanho mediano. Sua altura varia entre 61 e 69cm e seu peso entre 29 e 34Kg. Pelagem lisa , espessa e brilhante. Cores: trigo, desde o claro até o vermelho.
Costumavam chamá-lo de “cão de leão” devido sua habilidade para encurralar o rei dos animais, com constantes ataques enérgicos, até o rifle do caçador. Os homens apontavam suas armas tranqüilamente, sem se mover, até terem a presa na mira de fogo. Para essa atividade canina é preciso muito valor, agilidade, resistência e forte instinto. Até o ano 1920 a raça ainda não havia se fixado. Durante séculos houve muita variedade de cães Ridgeback. Sua peculiar franja de pelos no centro do dorso é exclusiva desta raça e sugere uma possível relação com o extinto cão hottentot.
O Ridgeback é extremamente leal e carinhoso. Apesar de receptivo com estranhos, não baixa a guarda e está sempre pronto para defender. Com suas aptidões inatas, está sempre disposto a realizar qualquer tarefa que seu dono lhe peça.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares
ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. alex, minha cachorra anda se coçando depois que eu deixei ela ir passear, e vem provocando uns machucados esquisitos aonde ela coça, é peladeira? qual é a cura? - Suelli Rosa
Dona Suelli, a senhora precisa levar a sua cachorra em um veterinário, por que, Existe outros cães infectados por acaros, os acaros provocam coceiras e esses machucados no cão, se for constatado que a sua cadela tem acaro o veterinário ira passar um remédio ingetável para sua cadela, mais cada veterinário tem sua conduta, ou ele ira passar outras alternativas para curar a coceira de sua cadela, é importante a senhora não permitir o contato dela com outros cães, gatos, coelhos, até com a senhora, até que ela seja definitivamente curada, Após a cura, a senhora precisa acompanhar ela nos passeios dela, com a guia e tudo direitinho.
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. alex, minha cachorra anda se coçando depois que eu deixei ela ir passear, e vem provocando uns machucados esquisitos aonde ela coça, é peladeira? qual é a cura? - Suelli Rosa
Dona Suelli, a senhora precisa levar a sua cachorra em um veterinário, por que, Existe outros cães infectados por acaros, os acaros provocam coceiras e esses machucados no cão, se for constatado que a sua cadela tem acaro o veterinário ira passar um remédio ingetável para sua cadela, mais cada veterinário tem sua conduta, ou ele ira passar outras alternativas para curar a coceira de sua cadela, é importante a senhora não permitir o contato dela com outros cães, gatos, coelhos, até com a senhora, até que ela seja definitivamente curada, Após a cura, a senhora precisa acompanhar ela nos passeios dela, com a guia e tudo direitinho.
Pequinês
do Mundo Canino

O Pequinês tem um aspecto digno e vivo. Lembra um leão, como se saíra andando de uma estátua de um templo budista. Sua cabeça é mais achatada que longa, de crânio liso e profundo entre as orelhas. Sua pelagem é longa e lisa, formando um abundante colar ao redor do pescoço. O pêlo é extremamente forte e o sub-pêlo, espesso. Existem três pesos para a raça: menos de 2,5 kg, entre 2,5 e 3,5 kg e de 3,5 a 6,5 kg. As cores podem variar bastante, mas todos devem ter máscara negra.
Durante milhares de anos, o Pequinês foi associado com a devoção chinesa ao budismo. O leão de Buda era muito venerado e o Pequinês gozou de similares honras. Criados pelo chefe dos eunucos, os pequenos cães freqüentavam os templos sagrados. O Pequinês andava à frente do imperador anunciando sua chegada. O roubo de um desses cães implicava na morte do ladrão mediante lenta tortura.
O Pequinês, apesar de seu tamanho, é valente, forte, independente e seguro em si mesmo. Está acostumado à ser o primeiro da casa. Sua pelagem requer muitos cuidados.

O Pequinês tem um aspecto digno e vivo. Lembra um leão, como se saíra andando de uma estátua de um templo budista. Sua cabeça é mais achatada que longa, de crânio liso e profundo entre as orelhas. Sua pelagem é longa e lisa, formando um abundante colar ao redor do pescoço. O pêlo é extremamente forte e o sub-pêlo, espesso. Existem três pesos para a raça: menos de 2,5 kg, entre 2,5 e 3,5 kg e de 3,5 a 6,5 kg. As cores podem variar bastante, mas todos devem ter máscara negra.
Durante milhares de anos, o Pequinês foi associado com a devoção chinesa ao budismo. O leão de Buda era muito venerado e o Pequinês gozou de similares honras. Criados pelo chefe dos eunucos, os pequenos cães freqüentavam os templos sagrados. O Pequinês andava à frente do imperador anunciando sua chegada. O roubo de um desses cães implicava na morte do ladrão mediante lenta tortura.
O Pequinês, apesar de seu tamanho, é valente, forte, independente e seguro em si mesmo. Está acostumado à ser o primeiro da casa. Sua pelagem requer muitos cuidados.
Pastor Alemão
do Mundo Canino

Ativo e enérgico , o Pastor Alemão impressiona por sua força , agilidade e conformação robusta de corpo profundo e tamanho mediano. Destaca-se seu porte e nobreza. A cabeça esculpida tem orelhas bem proporcionadas e ereta. Seu peso varia entre 34 e 43Kg e sua altura entre 56 e 66cm. Sua pelagem é dupla e meio comprida. Preferem-se as cores bem marcadas.
De origem alemã foi exibido na Inglaterra pela primeira vez como cão de pastor alemão. Durante a primeira guerra mundial foi usado pelos franceses e foi chamado de cão de polícia francês. Os ingleses depois da guerra o chamaram de cão lobo alsaciano. Sua grande inteligência não podia ser usada apenas para pastorear. Cão guardião, cão guia, ajudante da Cruz Vermelha, da polícia, do exército e mensageiro complementam o retrato de suas habilidades. Sua enorme popularidade tem prejudicado sua qualidade, afetando seu caráter e seu físico. Felizmente os criadores sérios têm trabalhado duro para melhorar a qualidade com bastante sucesso.
Suas grandes virtudes podem ser degeneradas se toda sua energia e talento não forem direcionados corretamente. Sua mente e seu corpo ágil necessitam de um dono que se dedique a desenvolver todo esse potencial corretamente. É considerado um bom cão de companhia.

Ativo e enérgico , o Pastor Alemão impressiona por sua força , agilidade e conformação robusta de corpo profundo e tamanho mediano. Destaca-se seu porte e nobreza. A cabeça esculpida tem orelhas bem proporcionadas e ereta. Seu peso varia entre 34 e 43Kg e sua altura entre 56 e 66cm. Sua pelagem é dupla e meio comprida. Preferem-se as cores bem marcadas.
De origem alemã foi exibido na Inglaterra pela primeira vez como cão de pastor alemão. Durante a primeira guerra mundial foi usado pelos franceses e foi chamado de cão de polícia francês. Os ingleses depois da guerra o chamaram de cão lobo alsaciano. Sua grande inteligência não podia ser usada apenas para pastorear. Cão guardião, cão guia, ajudante da Cruz Vermelha, da polícia, do exército e mensageiro complementam o retrato de suas habilidades. Sua enorme popularidade tem prejudicado sua qualidade, afetando seu caráter e seu físico. Felizmente os criadores sérios têm trabalhado duro para melhorar a qualidade com bastante sucesso.
Suas grandes virtudes podem ser degeneradas se toda sua energia e talento não forem direcionados corretamente. Sua mente e seu corpo ágil necessitam de um dono que se dedique a desenvolver todo esse potencial corretamente. É considerado um bom cão de companhia.
Mastif
do Mundo Canino

De aspecto simétrico e corpo bem construído, o Mastif tem o focinho curto e bem quadrado. Sua cabeça é cheia de notáveis rugas, sempre com máscara negra. Sua pelagem é ligeiramente dura, com sub-pêlo denso e espesso. Sua cor pode ser albaricoque, amarelo prateado ou amarelo tigrado. Altura mínima: 70 a 76 cm. Peso: 80 a 86 cm.
Não há dúvida que o Mastif é muito antigo. Esse tipo de cão já existia na Europa e na Ásia há vários séculos antes de Cristo. Empenharam-se para caçar cavalos selvagens e leões, assim como para proteger os rebanhos dos lobos e outros predadores na Babilônia. Os assírios enterravam figuras de Mastif embaixo de suas casas para que estivessem protegidos dos maus espíritos. Os romanos acharam Mastif quando chegaram na Inglaterra. Talvez por isso, o Mastif também é conhecido com Mastin Inglês, apesar de ainda não se saber como esse cães chegaram à Inglaterra. Os romanos levaram os Mastif para Roma para participar nas lutas em circo.
O Mastif necessita de bastante exercício e espaço, além de muita comida. Eles não são muito bem visto nas exposições, além de seu aspecto nobre e enorme poderio.
De aspecto simétrico e corpo bem construído, o Mastif tem o focinho curto e bem quadrado. Sua cabeça é cheia de notáveis rugas, sempre com máscara negra. Sua pelagem é ligeiramente dura, com sub-pêlo denso e espesso. Sua cor pode ser albaricoque, amarelo prateado ou amarelo tigrado. Altura mínima: 70 a 76 cm. Peso: 80 a 86 cm.
Não há dúvida que o Mastif é muito antigo. Esse tipo de cão já existia na Europa e na Ásia há vários séculos antes de Cristo. Empenharam-se para caçar cavalos selvagens e leões, assim como para proteger os rebanhos dos lobos e outros predadores na Babilônia. Os assírios enterravam figuras de Mastif embaixo de suas casas para que estivessem protegidos dos maus espíritos. Os romanos acharam Mastif quando chegaram na Inglaterra. Talvez por isso, o Mastif também é conhecido com Mastin Inglês, apesar de ainda não se saber como esse cães chegaram à Inglaterra. Os romanos levaram os Mastif para Roma para participar nas lutas em circo.
O Mastif necessita de bastante exercício e espaço, além de muita comida. Eles não são muito bem visto nas exposições, além de seu aspecto nobre e enorme poderio.
Kuvasz
do Mundo Canino

Cão medianamente grande, de conformação harmoniosa e com uma pelagem longa e densa como pelúcia, que pode ser branca ou marfim. Tem um porte orgulhoso e sua cabeça tem uma expressão majestosa pelos olhos escuros. Suas mandíbulas são muito potentes. Altura: 56 a 66 cm. Peso: 37 a 55 cm.
A história da raça nos remete à Hungria, onde os cães tibetanos, turcos, húngaros e, possivelmente, de outras nacionalidades, foram cruzados para obter um bom cão de guarda. O Kuvasz se tornou excelente tanto como guarda, quanto para ajudar com o rebanho.
O Kuvasz atual guarda um pouco da independência de um pastor de rebanho e a ferocidade e dureza que queriam que tivesse. Porém, seu caráter é suave, sendo muito fiel e leal ao seu dono e à família. O proprietário deve enfocar os instintos naturais deste guardião por natureza. O Kuvasz é apto como cão de companhia e de utilidade e guarda, desde que seja educado corretamente.

Cão medianamente grande, de conformação harmoniosa e com uma pelagem longa e densa como pelúcia, que pode ser branca ou marfim. Tem um porte orgulhoso e sua cabeça tem uma expressão majestosa pelos olhos escuros. Suas mandíbulas são muito potentes. Altura: 56 a 66 cm. Peso: 37 a 55 cm.
A história da raça nos remete à Hungria, onde os cães tibetanos, turcos, húngaros e, possivelmente, de outras nacionalidades, foram cruzados para obter um bom cão de guarda. O Kuvasz se tornou excelente tanto como guarda, quanto para ajudar com o rebanho.
O Kuvasz atual guarda um pouco da independência de um pastor de rebanho e a ferocidade e dureza que queriam que tivesse. Porém, seu caráter é suave, sendo muito fiel e leal ao seu dono e à família. O proprietário deve enfocar os instintos naturais deste guardião por natureza. O Kuvasz é apto como cão de companhia e de utilidade e guarda, desde que seja educado corretamente.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Grande Pirineus
do Mundo Canino

Tal qual os Pirineus, este cão é enorme e impressionante. Sua pelagem branca como a neve, as vezes pode ter manchas cinzas ou fogo, como se encontra na França e Inglaterra. É o maior dos molosos do tipo montanha chegando a 81cm de altura e pesando entre 41 e 59Kg. A pelagem é meio longa, espessa e ligeiramente ondulada com um subpêlo branco que o protege do clima adverso.
Somente existem especulações a respeito da origem exata dessa raça. Descendente do Karabash e o Kuvash, sem duvida alguma esse cão tem trabalhado com rebanhos das montanhas francesas durante milhares de anos. No início deste século a raça estava escasseando, porem graças a esforços de Bernard Senac-Lagrange e M. Dretzen se pode recuperá-la. É considerado o mais forte dos molosos de montanha, podendo abater um lobo facilmente. Sua força e valor o fizeram ser usado até na guerra, porém sua beleza o converteu em um cão de exposição.
Excelente guardião, dócil e bonachão como cão de companhia, principalmente com crianças. Comparado com seus antepassados, seu caráter suavizou muito, porém continua sendo nobre, valente e belo como eles.

Tal qual os Pirineus, este cão é enorme e impressionante. Sua pelagem branca como a neve, as vezes pode ter manchas cinzas ou fogo, como se encontra na França e Inglaterra. É o maior dos molosos do tipo montanha chegando a 81cm de altura e pesando entre 41 e 59Kg. A pelagem é meio longa, espessa e ligeiramente ondulada com um subpêlo branco que o protege do clima adverso.
Somente existem especulações a respeito da origem exata dessa raça. Descendente do Karabash e o Kuvash, sem duvida alguma esse cão tem trabalhado com rebanhos das montanhas francesas durante milhares de anos. No início deste século a raça estava escasseando, porem graças a esforços de Bernard Senac-Lagrange e M. Dretzen se pode recuperá-la. É considerado o mais forte dos molosos de montanha, podendo abater um lobo facilmente. Sua força e valor o fizeram ser usado até na guerra, porém sua beleza o converteu em um cão de exposição.
Excelente guardião, dócil e bonachão como cão de companhia, principalmente com crianças. Comparado com seus antepassados, seu caráter suavizou muito, porém continua sendo nobre, valente e belo como eles.
Jack Russell Terrier
do Mundo Canino

Trata-se de um terrier pequeno, elegante, esperto, bem equilibrado e conformado. Existem três tipos de pelagens: partido, dura e curta. Todas elas com predominância do branco com manchas tricolores, marrons ou pretas. Existem dois tamanhos: de 23 à 30cm e de 30 à 38cm. O peso 5 à 8Kg. O peito não é muito largo, para facilitar sua entrada no esconderijo da raposa. O corpo é mais comprido que alto. Corta-se o rabo deixando-se uns 10cm no cão adulto. As orelhas são dobradas em forma de V. O focinho é comprido e pontiagudo.
O reverendo Jack Russell amante dos esportes caninos quis um terrier especial, com tamanho adaptado à sua presa, a raposa, porém não muito pequeno que não pudesse acompanhar os outros cães. Um terrier menor de patas curtas, parecia ser fundamental para os requisitos do reverendo. O resultado desconhecido de suas cruzas foi o Jack Russell Terrier. Os ingredientes exatos deste caçador não são conhecidos, porém apontam para o Bull Terrier e Beagle em conjunto com outros terriers. O tipo atual é muito mais refinado que o antigo. Eles eram muito mais toscos e robustos, mais parecidos ao Bull Terrier.
São cães afetuosos porem de muita personalidade e que necessitam de muito exercício. São populares em granjas e parecem ter uma longevidade inferior a da maioria dos terriers.

Trata-se de um terrier pequeno, elegante, esperto, bem equilibrado e conformado. Existem três tipos de pelagens: partido, dura e curta. Todas elas com predominância do branco com manchas tricolores, marrons ou pretas. Existem dois tamanhos: de 23 à 30cm e de 30 à 38cm. O peso 5 à 8Kg. O peito não é muito largo, para facilitar sua entrada no esconderijo da raposa. O corpo é mais comprido que alto. Corta-se o rabo deixando-se uns 10cm no cão adulto. As orelhas são dobradas em forma de V. O focinho é comprido e pontiagudo.
O reverendo Jack Russell amante dos esportes caninos quis um terrier especial, com tamanho adaptado à sua presa, a raposa, porém não muito pequeno que não pudesse acompanhar os outros cães. Um terrier menor de patas curtas, parecia ser fundamental para os requisitos do reverendo. O resultado desconhecido de suas cruzas foi o Jack Russell Terrier. Os ingredientes exatos deste caçador não são conhecidos, porém apontam para o Bull Terrier e Beagle em conjunto com outros terriers. O tipo atual é muito mais refinado que o antigo. Eles eram muito mais toscos e robustos, mais parecidos ao Bull Terrier.
São cães afetuosos porem de muita personalidade e que necessitam de muito exercício. São populares em granjas e parecem ter uma longevidade inferior a da maioria dos terriers.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Veterinário Online: com Dr. Alex Palhares
ALEX PALHARES
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. alex, meu filho tem um puldo de um ano e meio, os dois estavam brincando quando meu filho caiu em cima dele, depois disso o meu cachorro vomitou muito, e esta tristinho a uma semana. - Circlene R.P.
O Seu cachorro precisa ir a um veterinário para o veterinário analisar melhor o que pode estar acontecendo com seu cachorro, as vezes é uma coisa até grave, por tanto o mais rápido que você for melhor.
Médico Veterinário
Editor do Veterinário Online, do Mundo Canino
Colunista Social de assuntos veterinários da Agência Universo de Noticias
dr. alex, meu filho tem um puldo de um ano e meio, os dois estavam brincando quando meu filho caiu em cima dele, depois disso o meu cachorro vomitou muito, e esta tristinho a uma semana. - Circlene R.P.
O Seu cachorro precisa ir a um veterinário para o veterinário analisar melhor o que pode estar acontecendo com seu cachorro, as vezes é uma coisa até grave, por tanto o mais rápido que você for melhor.
Fox Terrier
do Mundo Canino

A chave da anatomia de um terrier é sem dúvida o equilíbrio geral e proporcionado do cão. Sua conformação harmoniosa e movimento de tipo "hackney" lhe dão muito impulso, primordial no movimento típico de um terrier. A pelagem desenhada é bicolor e áspera. Sua altura: 39 cm. Seu peso varia de 7 a 8 kg. A cor base é o branco. Não são desejáveis o fígado, tigrado e o azul.
O fox terrier é muito conhecido desde a antiguidade. Cães similares existiram na Inglaterra por volta do ano 55 A.C., provavelmente os antigos terriers de pelo duro preto e fogo que foram usados para criar o fox atual. A raça está muito perto de sua perfeição.
O fox de pêlo duro não é um cão para todo mundo. Trata-se de um cão majestoso e de caráter forte. Tem grandes habilidades no campo e grandes triunfos em exposições. Ele necessita de um dono que saiba compreender sua maneira de ser. É um cão encantador e devotado a seus proprietários.

A chave da anatomia de um terrier é sem dúvida o equilíbrio geral e proporcionado do cão. Sua conformação harmoniosa e movimento de tipo "hackney" lhe dão muito impulso, primordial no movimento típico de um terrier. A pelagem desenhada é bicolor e áspera. Sua altura: 39 cm. Seu peso varia de 7 a 8 kg. A cor base é o branco. Não são desejáveis o fígado, tigrado e o azul.
O fox terrier é muito conhecido desde a antiguidade. Cães similares existiram na Inglaterra por volta do ano 55 A.C., provavelmente os antigos terriers de pelo duro preto e fogo que foram usados para criar o fox atual. A raça está muito perto de sua perfeição.
O fox de pêlo duro não é um cão para todo mundo. Trata-se de um cão majestoso e de caráter forte. Tem grandes habilidades no campo e grandes triunfos em exposições. Ele necessita de um dono que saiba compreender sua maneira de ser. É um cão encantador e devotado a seus proprietários.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Cães que comem suas fezes
do Mundo Canino

Ato de comer fezes, é muito comum, na clínica veterinária, queixas relacionadas a cães que comem fezes. "Ver meu cãozinho fazendo isto me causa repugnância", dizem todas as pessoas que vêem seu animal com este tipo de comportamento e geral correm para o veterinário em desespero e pedem uma explicação, um tratamento ou alguma solução rápida, pois não querem mais que seu cão faça isso.
Bom, não é tão simples assim, o estudo da coprofagia ainda não chegou a uma resposta e muito menos a um tratamento definitivo para este problema, existem várias explicação para tal fato, onde devemos primeiro classificar e identificar a origem do problema:
Classificação por tipo de fezes
Esta classificação foi feita segundo relato em literatura
a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são
uma fonte de produtos de digestão microbiológica alem de fornecerem nutrientes aos cães.
b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.
c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.
d) Cães que comem as próprias fezes.
e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.
f) Cães que comem fezes humanas.
g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.
h) Casos mistos.
Classificação segundo as causas
Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição
das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multifatorial.
Deficiência metabólica ou doença
Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.
Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim as fezes apresentaria um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.
Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).
Dietas muito ricas em carbohidratos e fibras.
Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.
Verminoses e carência nutricional.
Síndrome de mal absorção.
Razões comportamentais
As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.
Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.
Cães entediados que manipulam fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)
O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!"e que significou ganho de atenção.
As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.
Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.
A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de
dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.
Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.
Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.
Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.
Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou uma adaptação no processo d evolução e domesticação do cão.
Tratamentos propostos
Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e portanto deve ser tratado, ou modificado.
O Tratamento dos casos de coprofagia descritos em literatura não são uniformes. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e as vezes controvertido..
Serviço
André de Almeida Prazeres Gonçalves

Ato de comer fezes, é muito comum, na clínica veterinária, queixas relacionadas a cães que comem fezes. "Ver meu cãozinho fazendo isto me causa repugnância", dizem todas as pessoas que vêem seu animal com este tipo de comportamento e geral correm para o veterinário em desespero e pedem uma explicação, um tratamento ou alguma solução rápida, pois não querem mais que seu cão faça isso.
Bom, não é tão simples assim, o estudo da coprofagia ainda não chegou a uma resposta e muito menos a um tratamento definitivo para este problema, existem várias explicação para tal fato, onde devemos primeiro classificar e identificar a origem do problema:
Classificação por tipo de fezes
Esta classificação foi feita segundo relato em literatura
a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são
uma fonte de produtos de digestão microbiológica alem de fornecerem nutrientes aos cães.
b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.
c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.
d) Cães que comem as próprias fezes.
e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.
f) Cães que comem fezes humanas.
g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.
h) Casos mistos.
Classificação segundo as causas
Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição
das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multifatorial.
Deficiência metabólica ou doença
Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.
Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim as fezes apresentaria um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.
Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).
Dietas muito ricas em carbohidratos e fibras.
Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.
Verminoses e carência nutricional.
Síndrome de mal absorção.
Razões comportamentais
As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.
Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.
Cães entediados que manipulam fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)
O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!"e que significou ganho de atenção.
As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.
Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.
A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de
dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.
Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.
Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.
Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.
Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou uma adaptação no processo d evolução e domesticação do cão.
Tratamentos propostos
Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e portanto deve ser tratado, ou modificado.
O Tratamento dos casos de coprofagia descritos em literatura não são uniformes. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e as vezes controvertido..
Serviço
André de Almeida Prazeres Gonçalves