
Qualquer animal pode se tornar obeso, no entanto existem algumas raças de cães mais predispostas tais como: Labrador, Daschund (Teckel), Cocker, Basset Hound, Beagle dentre outras.
As cadelas possuem risco aumentado. Os gatos machos castrados, residentes em apartamentos e mestiços, são os mais acometidos por esse problema.
Não existe uma dieta específica que leve o animal a ser obeso. O que ocorre é um manejo inadequado na quantidade de alimento oferecido, além de uma quantidade exagerada de “petiscos”.
Muitos animais são superalimentados e as razões para esse consumo alimentar em excesso incluem desde práticas alimentares inadequadas, recomendações de alimentação inapropriadamente generosa, ênfase na palatabilidade dos alimentos, entre outros.
Os proprietários por considerarem seus animais “membros da família” não querem privar seus entes queridos dos alimentos.
Pacientes com 40% acima do peso ideal correm um risco maior. Esse excesso de peso pode comprometer a função fisiológica normal ou predispor a problemas metabólicos, cirúrgicos e/ou mecânicos.
Cães obesos podem apresentar riscos cardiovasculares, problemas articulares e locomotores como doenças ortopédicas. Os gatos podem apresentar Diabete Mellitus, problemas cutâneos não alérgicos e lipidose hepática (se o consumo alimentar parar).
Existem no mercado rações específicas para redução e posterior manutenção do “peso ideal” do animal. A alteração da dieta tem em seu bojo a reeducação do proprietário e funciona por longo prazo.
Serviço:
Ana Luiza G. Caram – CRMV 8976
Palo Verde
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